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Bone Health + Vitamin D3 5000
Cuidado das articulações, dos ossos e dos músculos Opiniões de clientes
43.00 €(48.22 US$) em stock
Descrição
Forma biodisponível da vitamina D3 para uma absorção ideal
  • Contra a carência frequente em vitamina D.
  • Propicia a saúde cardiovascular.
  • Reforça a saúde dos ossos e permite uma melhor assimilação do cálcio.
  • Ajuda a reduzir o risco de queda associado à fraqueza muscular e à osteoporose.
  • Ajuda a limitar as perdas em minerais dos ossos nas mulheres menopáusicas.
  • Dosagem de 5000 UI.
A fórmula 100% natural para reequilibrar a renovação óssea e erradicar as perdas ósseas
  • Contribui para manter a integridade estrutural e a qualidade biomecânica dos ossos.
  • Sustenta a fase de reconstrução óssea e ajuda a reduzir a fase de reabsorção.
  • Contribui para equilibrar o metabolismo ósseo.
  • Contém ingredientes naturais (fitoestrogénios) que imitam a ação dos estrogénios.
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Bone Health + Vitamin D3 5000
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Bone Health é um complemento alimentar 100% natural destinado ao reforço ósseo. Contém quatro extratos de plantas utilizadas tradicionalmente para combater as perdas ósseas: a raiz de Astragalus membranaceus, as sementes de Cuscuta chinensis, as folhas de Eucommia ulmoides e a raiz de Rehmannia glutinosa normalizada a 2% de flavonóides.

A investigação científica demonstrou que estas quatro plantas contribuíam para diminuir naturalmente a atividade dos osteoclastos (fase de reabsorção óssea) e para apoiar a ação dos osteoblastos (fase de reconstrução óssea).

Bone Health complementa na perfeição a ação de Super Bone formula, uma fórmula de apoio à função óssea que contém minerais e vitaminas.

A quem se destina o complemento alimentar Bone Health?

Bone Health é recomendado para todas as categorias de pessoas seguintes:

  • As pessoas com mais de 40 anos (é nesta idade que a massa óssea tende a diminuir, 1 a 2% por ano).
  • As mulheres menopáusicas (nos dez anos a seguir ao aparecimento da menopausa, a perda óssea acelera-se 2 a 3% por ano devido à redução na produção de estrogénios).
  • As pessoas com antecedentes familiares de fraturas causadas pela osteoporose.
  • As mulheres que não praticam ou praticam pouco exercício físico.
  • As pessoas que sofrem de doenças inflamatórias intestinais (tipo Crohn).

Como explicar as perdas ósseas?

A osteoporose é um processo natural, a maior parte do tempo ligado ao envelhecimento, caracterizado por uma redução da massa e da densidade óssea. Torna os ossos mais “porosos” e mais suscetíveis a fraturas em caso de quedas banais. Como esta perda óssea não acarreta geralmente qualquer sintoma até à fratura, a osteoporose é conhecida como “o mal silencioso”. Mas de onde vêm estas perdas ósseas?

Os ossos do corpo humano são remodelados ao longo de toda a vida através de um processo duplo:

  • Uma fase de reabsorção ao longo da qual células especializadas, denominadas “osteoclastos”, consomem as estruturas ósseas existentes. Este “petiscar” leva ao surgimento recorrente de furos (a que chamamos as “lacunas de Howship”) no osso.
  • Uma fase de reconstrução ao longo da qual outras células especializadas, os “osteoblastos”, fabricam novas estruturas ósseas para compensar os “furos” e voltar a formar ossos perfeitamente saudáveis. De seguida, acumulam-se minerais na nova matriz para otimizar a resistência mecânica dos ossos.

Este processo duplo permite ao ser humano estar sempre em linha com o seu ambiente. Assim, os ossos danificados são rapidamente reconstruídos e o organismo pode até construir ossos mais sólidos caso as limitações ambientais tenham mudado (nova atividade física por exemplo). No entanto, é preciso que este processo duplo se mantenha equilibrado. Se a fase de reabsorção do osso assumir a liderança, os “furos” nunca serão preenchidos e os ossos fragilizam-se perigosamente. É precisamente isso que acontece no caso da osteoporose.

São vários os fatores que influenciam o equilíbrio desta renovação óssea (1):

  • As hormonas sexuais. Os estrogénios são os principais reguladores da renovação do tecido ósseo. Definem como alvo os osteoblastos e são fortes inibidores da reabsorção óssea pelos osteoclastos. A privação destes estrogénios na menopausa leva a um desequilíbrio duradouro da renovação óssea: as perdas ósseas são agora superiores aos ganhos e a osteoporose surge muito rapidamente.
  • As limitações mecânicas. O osso consegue adaptar-se em função do nível de limitação física que sofre. Quando uma pessoa deixa de praticar subitamente a sua atividade física, na sequência de um ferimento, por exemplo, as estimulações físicas desaparecem, o que aumenta a fase de reabsorção e reduz a fase de reconstrução. A longo prazo, a inatividade física provoca por isso também a osteoporose.
  • As Bone Morphogenetic Proteins (BMPs) ; São proteínas que propiciam a fase de reconstrução óssea.
  • Os Insulin Growth Factors (IGFs), fatores de crescimento que estimulam a atividade dos osteoblastos.
  • Os Transforming Growth Factors (TGF), uma família de mensageiros que influenciam de forma considerável as duas fases da renovação óssea.
  • A vitamina D. Desempenha um papel crucial na renovação do osso; estimulação da absorção intestinal do cálcio e do fosfato (que vão servir para a mineralização do osso novo) e inibição da paratormona, uma proteína que estimula a reabsorção óssea.

O que contém o complemento Bone Health? Em que é que ele é pertinente para apoiar a renovação óssea?

Bone Health contém uma mistura de quatro extratos de plantas utilizadas tradicionalmente para combater as perdas ósseas.

Folhas de Eucommia umoides

É um dos tratamentos naturais mais prescritos na China para o tratamento da osteoporose (2-3). Segundo a teoria da medicina tradicional chinesa, a Eucommia umoides (também chamada Du-Zhong na Ásia) otimiza a saúde dos rins, que alimentam e apoiam o tecido ósseo.

Embora a ciência moderna tenha demonstrado as propriedades anti osteoporose da Eucommia umoides, o mecanismo de ação avançado é diferente. Vários estudos mostraram que os lignanos polifenólicos não esteróides (4) contidos na planta atuavam da mesma forma que os estrogénios. Estes “fito-estrogénios” ligar-se-iam da mesma forma aos “recetores α dos estrogénios” (5-7), o que regularizaria, por cima, a atividade de vários genes decisivos para o funcionamento dos osteoblastos (8).

Seria este o mecanismo que explicaria a sua capacidade de estimular a fase de reconstrução óssea pelos osteoblastos (9) e de aumentar assim a densidade mineral óssea do osso sem provocar o mínimo efeito secundário (10).

Raiz de Astragalo

Conhecemos bem o Astragalo pelas suas propriedades adaptogénicas, mas esta planta de utilização tradicional tem outros atributos. Graças ao seu elevado teor em flavonóides, nomeadamente em isoflavonas (11), é utilizada há vários milénios para combater a osteoporose (12).

Estudos realizados mostraram que ela atuaria em dois fatores envolvidos na renovação óssea (13-14):

  • Aumenta os níveis de TGF-β1, um fator de crescimento que sustenta ativamente a formação óssea. De facto, este fator permite o recrutamento, a diferenciação e a proliferação dos osteoblastos necessários para a reconstrução óssea (15-16).
  • Pelo contrário, diminui os níveis de TGF-α, um outro fator de crescimento que desempenha um papel importante na reabsorção óssea e incentiva vivamente a destruição do osso pelos osteoclastos. Depois da menopausa, os níveis de TGF-β1 caem a pique (17), o que contribui para o desequilíbrio da renovação óssea.

Os investigadores pensam que as isoflavonas do Astragalo interagem igualmente com os recetores estrogénicos. Tal como os estrogénios, aumentam a absorção do cálcio, decisivo na remineralização do osso.

As sementes de Cuscuta chinensis

A Cuscuta chinensis é uma planta parasita utilizada na medicina tradicional há milhares de anos para apoiar a função óssea. É também conhecida como Dodder e Tu-Si-Zi. O seu mecanismo de ação parece muito semelhante ao do Astragalo: a Cuscuta chinensis contém igualmente inúmeros flavonóides (18) sendo os mais ativos o canferol, a quercetina, o hiperósido, a astragalina e os lignanos (19).

Estudos realizados mostram que ela apoia a diferenciação e a proliferação dos osteoblastos, inibindo em simultâneo a ação dos osteoclastos (20-21).

Um extrato de raiz de Rehmannia

A Rehmannia glutinosa é uma planta comestível vulgarmente denominada Dihuang e utilizada há, pelo menos, 3000 anos na medicina tradicional. A investigação moderna realçou a presença de inúmeros compostos bioativos, entre os quais flavonóides e monoterpenóides (22). De entre estes últimos, o catalpol parece ser o mais eficaz (23) para apoiar a função óssea, mas o mecanismo exato subjacente continua por esclarecer.

Cinco boas razões para apostar em Bone Health

  1. A maioria dos medicamentos utilizados para tratar a osteoporose (bifosfanatos, calcitonina, estrogénios, fluoreto, etc.) provocam efeitos secundários problemáticos a longo prazo (osteonecrose dos maxilares, aumento do risco de certos cancros e vários problemas cardiovasculares) (24-28). Existe portanto uma forte procura por produtos naturais sem efeitos secundários.
  2. Os quatro extratos de plantas são utilizados tradicionalmente para apoiar a função óssea e a investigação moderna mostrou que não se trata de um acaso. São todos ricos em fito-estrogénios, moléculas capazes de imitar a ação dos estrogénios e modular, por essa via, fatores envolvidos na renovação óssea.
  3. A mistura, de marca registada, foi objeto de um estudo in vitro e dois estudos in vivo. Nos três casos, constatou-se um aumento significativo dos biomarcadores da formação óssea bem como uma melhor resistência às fraturas.
  4. Bone Health atua de forma sinérgica com as vitaminas e minerais reconhecidos cientificamente como sendo úteis para a saúde óssea. Se estas substâncias são os materiais necessários para a remineralização do osso, Bone Health permite ao organismo escolher o “caderno de encargos” correto e está envolvido na sua implementação.
  5. Contém unicamente agentes de textura naturais e perfeitamente seguros, farinha de arroz e fibras de acácia.

Como e de que forma se deve tomar Bone Health?

Para obter efeitos significativos a longo prazo, o tratamento deverá prolongar-se por um período de vários meses, à razão de uma toma de 2 cápsulas por dia.

Podem associar-se várias medidas à toma do suplemento:

  • a toma de um suplemento de vitamina D, de cálcio, ou de outras substâncias com interesse (ácido ortosilícico, BMPs…).
  • exposições frequentes à luz solar;
  • uma diminuição do consumo de bebidas com cafeína (pois propiciam as perdas de cálcio por conseguinte as fases de reabsorção óssea);
  • a continuação ou retomar da prática de uma atividade física regular (adaptada à sua condição física).

A mistura desfruta de uma tolerância perfeita e uma isenção total de toxicidade.

Atualização: fevereiro de 2018.

Notas

Este produto não deve substituir uma alimentação diversificada e equilibrada nem um modo de vida saudável. Respeitar os conselhos de utilização, a dose diária aconselhada e a data limite de utilização. Desaconselhado para grávidas ou mulheres a amamentar e para crianças com menos de 15 anos. Manter fora do alcance das crianças. Conservar em local seco e fresco.

Referências

  1. Thomas T., Martin A., Lafage-Proust M.-H. Physiologie du tissu osseux. EMC (Elsevier Masson SAS, Paris), Appareil locomoteur, 14-002-B-10, 2008.
  2. Kawasaki, T., Uezono, K., Nakazawa, Y., 2000. Antihypertensive mechanism of food for specified health use. “Eucommia leaf glycoside” and its clinical application. Journal of Health Science 22, 29–36.
  3. Deyama, T., Nishibe, S., Nakazawa, Y., 2001. Constituents and pharmacological effects of Eucommia and Siberian ginseng. Acta Pharmacologica Sinica 22, 1057–1070
  4. Deyama, T., Nishibe, S., Nakazawa, Y., 2001. Constituents and pharmacological effects of Eucommia and Siberian ginseng. Acta Pharmacologica Sinica 22, 1057–1070
  5. Zhang, R., Pan, Y.-L., Hu, S.-J., Kong, X.-H., Juan, W., & Mei, Q.-B. (2014). Effects of total lignans from Eucommia ulmoides barks prevent bone loss in vivo and in vitro. Journal of Ethnopharmacology, 155(1), 104–112. doi:10.1016/j.jep.2014.04.031
  6. Yang, X.J., Wo, M.S., Wang, N.L., Chan, S.C., Yao, X.S., 2007. Lignans from the stems of Sambucus williamsii and their effects on osteoblastic UMR106 cells. Journal of Asian Natural Products Research 9, 583–591.
  7. Jiang, M.M., Gao, H., Dai, Y., Zhang, X., Wang, N.L., Yao, X.S., 2009. Phenylpropanoid and lignan derivatives from Antiaris toxicaria and their effects on proliferation and differentiation of an osteoblast-like cell line. Planta Medica 75, 340–345.
  8. Riggs, B.L., Hodgson, S.F., O'Fallon, W.M., Chao, E.Y., Wahner, H.W., Muhs, J.M., Cedel, S.L., Melton III, L.J., 1990. Effect of fluoride treatment on the fracture rate in postmenopausal women with osteoporosis. New England Journal of Medicine 322, 802–809.
  9. Ha, H., Ho, J., Shin, S., Kim, H., Koo, S., Kim, I.H., Kim, C., 2003. Effects of Eucommiae cortex on osteoblast-like cell proliferation and osteoclast inhibition. Archives of Pharmacal Research 26, 929–936
  10. Zhang, R., Pan, Y.-L., Hu, S.-J., Kong, X.-H., Juan, W., & Mei, Q.-B. (2014). Effects of total lignans from Eucommia ulmoides barks prevent bone loss in vivo and in vitro. Journal of Ethnopharmacology, 155(1), 104–112. doi:10.1016/j.jep.2014.04.031
  11. Zheng Z, Liu D, Song C, Cheng C, Hu Z (1998) Studies on chemical constituents and immunological function activity of hairy root of Astragalus membranaceus. Chin J Biotechnol 14:93–97
  12. Kim, C., Ha, H., Lee, J.H., Kim, J.S., Song, K., and Park, S.W. (2003). Herbal extract prevents bone loss in ovariectomized rats. Arch Pharm Res. 26:917-24.
  13. Qu, Z.H., Yang, Z.C., Chen, L., Lv, Z.D., Yi, M.J., Ran, N. (2012). Inhibition airway remodeling and transforming growth factor-β1/Smad signaling pathway by astragalus extract in asthmatic mice. Int J Mol Med. 2012:564-8
  14. Jung, Koo H., Sohn, E.H., Kim, Y.J., Jang, S.A., Namkoong, S., Chan Kang, S. (2013). Effect of the combinatory mixture of Rubus coreanus Miquel and Astragalus membranaceus Bunge extracts on ovariectomy-induced osteoporosis in mice and anti-RANK signaling effect. J Ethnopharmacol. 2014:951-9.
  15. Wergedal, J.E., Matsuyama, T., and Strone, D.D. (1992). Differentiation of normal human bone cells by transforming growth factor-βand 1,25(OH)2 Vitamin D3. Metabolism. 41:42-48.
  16. Ingram, R.T., Bonde, S.K., Riggs, B.L., and Fitzpatrick, L.A. (1994). Effects of transforming grouth factor beta(TGF beta ) and 1,25 dihydroxyvitamin D3 on the function, cytochemistry and morphology of normal human osteoblast-like cells. Differentiation. 55:153-163.
  17. Ikeda, T., Shigeno, C., Kasai, R., Kohno, H., Ohta, S., Okumura, H., Konishi, J., and Yamamuro, T. (1993). Ovariectomy decreases the mRNA levels of transforming growth factor-beta 1 and increases the mRNA levels of osteocalcin in rat bone in vivo. Biochem Biophys Res Commun. 194:1228-1233
  18. Hou, D.Y., Li, T.C., Yu, B., 2003. Comparative study of volatile oil on Cuscuta 2 species. Journal of Chinese Mass Spectrometry Society 24, 343–345.
  19. Williamson, G., Barron, D., Shimoi, K., Terao, J., 2005. In vitro biological properties of flavonoid conjugates found in vivo. Free Radical Research 39, 457–469.
  20. Yao, C.H., Tsai, H.M., Chen, Y.S., Liu, B.S., 2005. Fabrication and evaluation of a new composite composed of tricalcium phosphate, gelatin, and Chinese medicine as a bone substitute. Journal of Biomedical Material Research part B Apply Biomaterial 75, 277–288
  21. Yang, L., Chen, Q., Wang, F., Zhang, G., 2011. Antiosteoporotic compounds from seed of Cuscuta chinensis. Journal of Ethnopharmacology 135, 553–560.
  22. Fu, G., Du, X., 2015. Research advance on chemical constituents and pharmacological activities of Rehmannia glutinosa China Medicine and Pharmacy 5, 21-23.
  23. Lai, N., Zhang, J., Ma, X., Wang, B., Miao, X., Wang, Z., Guo, Y., Wang, L., Yao, C., Li, X., Jiang, G., 2015. Regulatory Effect of Catalpol on Th1/Th2 cells in Mice with Bone Loss Induced by Estrogen Deficiency. American journal of reproductive immunology 74, 487-498.
  24. Stevenson, J.C., 2005. Justification for the use of HRT in the long-term prevention of osteoporosis. Maturitas 51, 113–126
  25. Foidart, J.M., Desreux, J., Pintiaux, A., Gompel, A., 2007. Hormone therapy and breast cancer risk. Climacteric 2, 54–61.
  26. Mørch, L.S., Løkkegaard, E., Andreasen, A.H., Krüger-Kjaer, S., Lidegaard, O., 2009. Hormone therapy and ovarian cancer. The Journal of the American Medical Association 302, 298–305.
  27. Khosla, S., Burr, D., Cauley, J., Dempster, D.W., Ebeling, P.R., Felsenberg, D., Gagel, R.F., Gilsanz, V., Guise, T., Koka, S., McCauley, L.K., McGowan, J., McKee, M.D., Mohla, S., Pendrys, D.G., Raisz, L.G., Ruggiero, S.L., Shafer, D.M., Shum, L., Silverman, S.L., Van Poznak, C.H., Watts, N., Woo, S.B., Shane, E., American Society for Bone and Mineral Research, 2007. Bisphosphonate-associated osteonecrosis of the jaw: report of a task force of the American Society for Bone and Mineral Research. Journal of Bone and Mineral Research 22, 1479–1491.
  28. O'Ryan, F.S., Lo, J.C., 2012. Bisphosphonate-related osteonecrosis of the jaw in patients with oral bisphosphonate exposure: clinical course and outcomes. International Journal of Oral and Maxillofacial Surgery 70, 1844–1853.
Dose diária: 2 cápsulas vegetais
Número de doses por boião: 30
Quantidade por dose
Osteosine™, uma mistura proprietária de extratos de raiz de Astragalus membranaceus, de sementes de Cuscuta chinensis, de folhas de Eucommia ulmoides e de raiz de Rehmannia glutinosa normalizada a 2% de flavonóides 250 mg
Farinha de arroz branco, goma de acácia.
Osteosine™, NuLIV science, EUA
Adultos. Tomar 2 cápsulas por dia. Cada cápsula contém 125 mg de Osteosine™.

Vitamin D3 5000 UI é um complemento alimentar de exceção, que contém 5000 UI de vitamina D3 (a forme de vitamina D mais biodisponível) por cápsula de gelatina mole. É reforçado por óleo vegetal de girassol para maximizar a sua absorção.

A toma diária ou duas vezes por semana do suplemento Vitamin D3 5000 UI provoca rapidamente uma subida dos níveis circulantes de vitamina D, comprovado por análises ao sangue, e afeta positivamente as funções cardiovasculares, endócrinas, nervosas, imunes e cognitivas.

A quem se destina o complemento alimentar Vitamin D3 5000 UI?

Os estudos mais recentes mostram que a quase totalidade das pessoas (1-4) que vivem em latitudes médias e elevadas têm níveis de vitamina D inadequados entre o mês de outubro e o mês de abril (5-6). Os níveis mais baixos são atingidos em março (7-8).

Vitamin D3 5000 UI destina-se a todos os que vivem em França, em Itália, na Alemanha, em Espanha, nos Países Baixos, em Portugal, na Polónia, no Reino Unido, no Canadá e nos Estados Unidos para as estações outonais e invernais.

A vitamina D pode ser sintetizada pelo organismo por ação dos raios ultravioleta (UV-B) do sol. Contudo, as condições para que esta produção seja eficaz são reduzidas nas regiões temperadas do hemisfério norte devido, como é evidente, ao ângulo de elevação do sol e do estado do tempo nestas estações, mas também ao nosso modo de vida urbano; nesta altura do ano não saímos à rua o suficiente, e muitas vezes cobrimos demasiado o corpo para que a produção de vitamina D persista. O pico de produção cai rapidamente a partir do mês de novembro e os stocks são rapidamente esgotados.

Vitamin D3 5000 UI pode ser também utilizado na primavera e no verão por várias categorias da população (40% das pessoas têm níveis inadequados durante estes períodos):

  • As pessoas de pele escura que vivem nas latitudes médias e elevadas, porque têm necessidade de mais sol para produzir a mesma quantidade de vitamina D do que as pessoas de pele clara.
  • As pessoas com mobilidade reduzida ou que não se expõem suficientemente ao sol.
  • As pessoas com excesso de peso pois as camadas adiposas situadas sob a pele sequestram a vitamina D produzida a partir dos raios de sol.
  • As pessoas com mais de 50 anos (9), devido a uma menor exposição ao sol (pele frágil) e de uma conversão mais difícil dos precursores da vitamina D em vitamina D propriamente dita nas camadas epiteliais superficiais da pele.
  • As pessoas com doenças ósseas.
  • As pessoas que sofrem de má absorção e de doenças inflamatórias intestinais porque têm mais dificuldades em absorver as gorduras.
  • As pessoas que seguem dietas alimentares específicas (sem carne, sem peixe, sem ovos ou sem produtos enriquecidos com vitamina D).
  • As pessoas que vivem em cidades poluídas, pois o CO2 absorve os raios UV.
  • As pessoas que utilizam de forma sistemática cremes anti-UVB (índice >15) pois podem reduzir até 99% os UVB que penetram na pele.

Para todas estas pessoas, Vitamin D3 5000 UI representa muitas vezes a via mais segura para fazer subir rapidamente os níveis de vitamina D e mantê-los ao longo de todo o ano.

Quais são os efeitos de uma falta de vitamina D?

A vitamina D não é verdadeiramente uma vitamina; deveria ser considerada mais como uma hormona. Desempenha inúmeros papéis no organismo, entre os quais retemos mais frequentemente as ações decisivas na absorção intestinal do cálcio alimentar, na respetiva fixação ao nível dos ossos, na função muscular, na preservação das funções cognitivas, no sistema imunitário e na renovação celular de inúmeros tecidos.

Os efeitos de uma carência podem passar despercebidos durante vários anos, mas revelam-se catastróficos a longo prazo: enfraquecimento dos ossos (osteomalácia), osteoporose, dores ósseas, fraqueza muscular, dores articulares (nomeadamente ao nível dos pulsos, dos tornozelos e dos ombros), enxaquecas, risco acrescido de depressão, insónias, perda de cabelo (10) …

Pelo contrário, níveis ideais de vitamina D proporcionam inúmeros benefícios para a saúde:

  • uma otimização da saúde óssea (11-13);
  • uma diminuição do risco de doença cardiovascular e de AVC (para aportes de pelo menos 600 UI por dia (14));
  • uma baixa da tensão arterial (para aportes de pelo menos 2000 UI por dia (15));
  • uma melhoria dos níveis de colesterol no sangue (para aportes de pelo menos 2000 UI por dia (16));
  • uma melhoria da força e do equilíbrio muscular (17) (para aportes de pelo menos 800 UI a 1000 UI por dia);
  • uma diminuição do risco de problemas neurocognitivos e de doenças auto-imunes;
  • uma possível diminuição da dor no âmbito da fibromialgia (para aportes de pelo menos 2400 UI por dia (18)).

Quais são os aportes ideais de vitamina D?

Os níveis sanguíneos de vitamina D a partir dos quais estes benefícios são observados continuam a ser debatidos. Os dados mais recentes levam a crer que níveis circulantes superiores a 50 nmol/L, até 75 nmol/L, seriam os ideais para a saúde geral. Pelo contrário, níveis inferiores a 30 nmol/L foram associados a efeitos nefastos para a saúde.

Para atingir uma concentração sanguínea de mais de 75 nmol/L, é frequentemente necessário tomar um suplemento com uma dose diária de, pelo menos 2000 UI. Ficou demonstrado que a toma diária de um suplemento de 3000 UI durante 8 semanas provocava uma concentração de mais de 75 nmol/L de 25(OH)D (19-20).

Em 2010 mais de 40 investigadores internacionais lançaram um apelo para sensibilizar os médicos para a importância da vitamina D na prevenção da osteoporose e das doenças cardiovasculares. Recomendaram para toda a população ocidental (que vive nas latitudes médias) a toma de um suplemento de 1000 a 2000 UI, nomeadamente entre outubro e março.

E os aportes alimentares?

As fontes alimentares de vitamina D são muito limitadas. Contam-se principalmente as gorduras de origem animal e, nomeadamente as dos peixes gordos, bem como alguns produtos alimentares enriquecidos artificialmente, como os laticínios e certos óleos vegetais e bebidas vegetais.

Segundo o estudo francês SUVIMAX, a alimentação apenas forneceria em média 136 UI de vitamina D por dia. Os níveis circulantes provêm portanto sobretudo da produção endógena do organismo a partir dos raios UV-B.

Em que é que Vitamin D3 5000 UI se demarca dos outros complementos?

Vitamin D3 5000 UI é um complemento alimentar de exceção que apresenta 3 grandes vantagens:

  1. Contém vitamina D3 , mais eficaz do que a vitamina D2 – uma forma encontrada nos produtos de origem vegetal (23). Pensou-se durante muito tempo que as duas formas eram equivalentes, mas os ensaios mais recentes mostram que não é esse o caso.
  2. Com 5000 UI por unidade, a sua dosagem é forte. Foi concebido para utilizações diárias (neste caso, é preferível fazer uma dosagem da 25-hidroxivitamina D), duas vezes por semana ou uma vez por semana. A eficácia da toma de um suplemento oral de 1000 a 10 000 UI por dia foi confirmada em vários estudos (24-27).
  3. Foi acondicionado na forma de cápsula de gelatina mole e contém óleo de girassol para maximizar a absorção da vitamina D. Ensaios comparativos mostraram que esta forma é mais bem absorvida do que a forma seca e que induz um aumento mais significativo dos níveis de 25(OH)D no sangue.

As perguntas mais frequentes dos internautas

Com que frequência se deve tomar Vitamin D3 5000 UI?

Como a vitamina D é lipossolúvel, o organismo pode armazená-la nas gorduras quando os aportes são superiores às necessidades.

Teoricamente, é portanto possível ingerir mega doses de vitamina D (100 000 a 500 000 UI) mensalmente ou até anualmente. Contudo, está demonstrado que doses diárias correspondem melhor à situação natural à qual o ser humano se adaptou. Doses fortes de vitamina D apresentam, aliás, vários efeitos negativos, como um aumento do risco de quedas e de fraturas, de infeções respiratórias (28), de hipercalcemia (demasiado cálcio no sangue, com sintomas como obstipação) e uma diminuição da produção natural de melatonina (um mediador do sono).

Por isso, mais vale optar por um complemento como Vitamin D3 5000 UI que pode ser tomado diariamente (5000 UI por dia), de dois em dois dias (ou seja, 2500 UI por dia), duas vezes por semana (cerca de 1400 UI por dia) ou uma vez por semana (ou seja, cerca de 700 UI por dia).

Passei muito tempo ao sol este verão. Os meus níveis de vitamina D podem estar demasiado elevados?

Não. Passar longos períodos ao sol não aumenta os níveis de vitamina D para além de um determinado patamar. A exposição excessiva ao sol deteriora a pré-vitamina D3 (aquela que é convertida em D3 ao nível da pele) e a própria vitamina D3. Uma forte exposição ao sol durante o verão não será suficiente para manter níveis suficientes durante os meses de inverno.

O envelhecimento reduz a capacidade de produzir vitamina D?

As pessoas com mais de 50 anos de idade continuam a conseguir produzir vitamina D a partir dos raios de sol, mas – por várias razões – essa produção é menor e os níveis de vitamina D circulante têm tendência para ser mais fracos.

Quais são os benefícios da vitamina D nos problemas cognitivos?

A investigação demonstrou a presença de recetores hormonais da vitamina D (VDRs) nos neurónios e nas células gliais do hipocampo, do hipotálamo, do córtex e do sub-córtex, que são regiões cerebrais envolvidas no funcionamento cognitivo (29).
A fixação da vitamina D nestes recetores desencadeia mecanismos protetores contra os processos envolvidos nos problemas neurocognitivos (30). A vitamina D tem igualmente um efeito anti atrófico, controlando a síntese de agentes neurotróficos como o Nerve Growth Factor (NGF) ou o Glial cell line-Derived Neurotrophic Factor (GDNF) (31).

Estas propriedades poderiam explicar as observações segundo as quais níveis fracos de vitamina D nos idosos estão associados a problemas cognitivos (32-33) e à doença de Alzheimer (34).

A análise de coorte InCHIANTI permitiu estabelecer uma ligação entre hipovitaminose D e problemas cognitivos, e mostrou que os idosos que tinham falta de vitamina D (< 25 nmol/L) apresentavam um risco consideravelmente acrescido de declínio cognitivo global relativamente aos que tinham concentrações elevadas da vitamina (> 75 nmol/L) (35). Este resultado foi confirmado por outros estudos prospetivos, nomeadamente a análise de coortes MrOS (36) e SOF (37). Um estudo mostrou até que consumir mais de 800 UI de vitamina D por dia permite dividir o risco de doença de Alzheimer por 5 após 7 anos (38).

Atenção:
A maioria dos idosos apresenta uma hipovitaminose D, mas isso não quer dizer que todos irão desenvolver doença de Alzheimer. Por isso, é improvável que esta falta de vitamina D seja a único responsável pelo surgimento da doença de Alzheimer, e que a toma de um suplemento de vitamina D seja o suficiente para prevenir esta doença (42).

Como tomar Vitamin D3 5000 UI?

É imperioso tomar Vitamin D3 5000 UI durante a refeição mais rica em gorduras do dia. Esta precaução aumenta 30 a 60% a eficácia (39) do suplemento. As gorduras propiciam a secreção de bílis, que aumenta a absorção da vitamina D.

Pode verificar a eficácia de Vitamin D 5000 UI perguntando ao seu médico qual a dosagem da 25-hidroxivitamina D (40) antes e depois da toma do suplemento. Trata-se do melhor biomarcador da vitamina D (41).

Atualização da redação: janeiro de 2019

Referências

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Dose journalière : 1 softgel
Nombre de doses par boîte : 60
Quantidade por dose
Vitamina D3 5000 UI
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adultos. Tomar um softgel por dia ou seguir as indicações do seu terapeuta.
Atenção: Para além de 2000 UI por dia é aconselhável fazer uma análise a 25-hidroxi vitamina D. Em caso de doença renal, não tomar vitamina D3 sem se aconselhar com o seu terapeuta. Não ultrapassar as 10 000 UI por dia, em todas as suas formas combinadas, sem recomendação do seu terapeuta.
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