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Pack de prebióticos e probiótico
Digestão e Conforto oro-gastrointestinal Opiniões de clientes
57.00 €(64.23 US$) em stock
Descrição
Melhore a sua flora intestinal e estimule as suas defesas naturais com este pack. A assimilação de estirpes probióticas permite restaurar a integridade das suas mucosas e o equilíbrio da sua microflora intestinal. Benefícios particularmente úteis e eficazes para a gestão do peso, o reforço do sistema imunitário e o combate diário das pequenas afecções.
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Lactobacillus Gasseri / Fructo-Oligosaccharides / Probio Forte
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Pack de prebióticos e probiótico
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Os fruto-oligosacáridos de cadeia curta são produzidos a partir de beterrabas sacarinas, graças à utilização de uma enzima produzida pelo Aspergillus niger, um fungo microscópico muito utilizado na indústria alimentar. Os efeitos dos oligosacáridos de cadeia curta foram comprovados por mais de 150 estudos científicos e médicos, a partir de um consumo diário de 2,5 g.

¤ Os fruto-oligosacáridos alimentam de forma selectiva as bifidobactérias - as bactérias benéficas da flora intestinal. Observa-se um efeito positivo no crescimento destas bifidobactérias com a toma de 2,5 g diários de fruto-oligosacáridos; este efeito aumenta com uma dose que pode ir até aos 10 g por dia. O efeito bifidogénico surge muito rapidamente: após apenas quatro dias do início do consumo de fruto-oligosacáridos.

¤ Os fruto-oligosacáridos:
    - melhoram o conforto digestivo:

      - após 6 semanas de consumo, as dores abdominais diminuem significativamente. 96% des indivíduos registam uma melhoria significativa do seu conforto digestivo e 83% confirmam sentir um maior bem-estar nas suas actividades quotidianas,
      - a toma diária de 5 g de fruto-oligosacáridos durante seis semanas reduziu a intensidade e o surgimento de problemas digestivos, aumentando o conforto digestivo e a qualidade de vida em 105 sujeitos com ligeiros distúrbios funcionais do intestino;
    - propiciam um sistema digestivo saudável, bem como a saúde do cólon. A toma de fruto-oligosacáridos estimula a produção de ácidos gordos de cadeia curta, em especial o butirato, o "carburante" do cólon. Ao aumentar os níveis de butirato a partir da fermentação do intestino, os fruto-oligosacáridos contribuem para manter saudável a mucosa intestinal. Têm igualmente tendência para reduzir o pH no cólon, associado à produção de ácidos gordos de cadeia curta. Esta diminuição do pH contribui para manter condições saudáveis no cólon;
    - 8 g diários exercem uma influência benéfica no perfil lipídico;
    - 10 g diários facilitam a absorção do magnésio e do cálcio; vários estudos mostraram que aumentam a absorção das isoflavonas da alimentação e melhoram a densidade mineral óssea.
¤ Inúmeros estudos demonstraram um efeito benéfico no sistema imunitário, com um reforço do efeito de barreira intestinal e uma diminuição das bactérias potencialmente patogénicas no sistema intestinal. Ao modular a flora intestinal e a fermentação, exercem uma influência importante na resistência às doenças, tais como cancros ou patologias inflamatórias. Os fruto-oligosacáridos:
    - diminuem a colonização dos intestinos por bactérias potencialmente patogénicas;
    - interagem com o sistema imunitário intestinal;
    - modulam eventos celulares importantes para a prevenção do cancro.
Com uma estrutura muito semelhante à da sacarose, os fruto-oligosacáridos possuem o mesmo sabor açucarado e a mesma textura. O seu poder adoçante equivale a um terço do da sacarose, com apenas 2 kcal por grama, ou seja, duas vezes menos que o açúcar.
Dose diária: 10 g
Número de doses por caixa: 20
Quantidade por dose
Actilight® (fruto-oligossacáridos) 10 g
Outros ingredientes: maltodextrina.

Cada colher contém 5 g de Actilight®.
Actilight® - Syral, França.
adultos. Utilizar entre 1/2 colher a 2 colheres (2,5 g a 10 g) de fruto-oligossacáridos por dia para adoçar alimentos e bebidas.
As acções e benefícios dos probióticos alimentam as publicações científicas e médicas. Os seus benefícios para a saúde não cessam de suscitar novas esperanças…

¤ Os probióticos são microrganismos vivos que – quando consumidos em quantidades adequadas – produzem efeitos benéficos, tanto ao nível digestivo como sistémico. De entre as inúmeras estirpes de probióticos, um género bacteriano está particularmente bem representado – o dos lactobacilos que colonizam geralmente os intestinos e a vagina, com acções muito diversas e que têm, nomeadamente, a capacidade:
    • de aliviar o síndrome do cólon irritável;
    • de restabelecer o equilíbrio da microflora;
    • de diminuir as diarreias diversas;
    • de optimizar as funções imunitárias naturais do organismo;
    • de proteger contra o vírus da gripe;
    • ou ainda impedir a colonização da mucosa gástrica por Helicobacter pylori.


Lactobacillus gasseri, uma estirpe que se encontra naturalmente no leite materno humano, faz por isso parte destes microrganismos indispensáveis ao equilíbrio global. Uma descoberta recente vai permitir utilizá-lo muito para além destas indicações, num outro domínio muito diferente: o do controlo do peso.

¤ Com efeito, o Lactobacillus gasseri representa uma novidade de relevo num domínio onde se misturam e se entrecruzam causas genéticas, metabólicas, uma insuficiência do metabolismo energético, as doenças cardiovasculares ou ainda a diabetes de tipo 2.

¤ Na verdade, segundo alguns estudos, o consumo de Lactobacillus gasseri permite uma redução da adiposidade abdominal. Um estudo japonês realizado em dupla ocultação envolvendo 210 adultos portadores de adiposidade abdominal durante doze semanas permitiu evidenciar claramente que a toma de Lactobacillus gasseri diminui consideravelmente o IMC (índice de massa corporal), o perímetro da cintura, o perímetro das ancas e a massa gorda abdominal em 8,5%, ao passo que no grupo de controlo nenhum destes parâmetros sofreu qualquer diminuição significativa relativamente à situação de partida. Contudo, para que o efeito possa perdurar, é necessária uma toma regular.

¤ Uma descoberta, publicada na revista Nature em 2006, já tinha evidenciado que as populações microbianas do intestino são diferentes nas pessoas gordinhas e nas pessoas magras, e que quando os indivíduos obesos perdem peso a composição da sua microflora se torna idêntica à observada nos indivíduos que possuem um IMC normal, o que sugere que a obesidade poderá ter uma componente microbiana.

¤ Um outro estudo realizado com ratinhos demonstrou igualmente que o consumo de L. gasseri não só fez diminuir o peso e a gordura corporal, como também o nível de glicose em caso de diabetes tipo 2.

¤ Os ratinhos foram divididos em três grupos. Ao primeiro grupo foi dada uma alimentação normal, ao segundo uma dieta rica em sacarose e ao terceiro grupo a mesma dieta rica em sacarose e um suplemento em Lactobacillus gasseri, por um período de dez semanas.

¤ No final deste estudo ficou demonstrado que a administração de L. gasseri, por um lado reduziu consideravelmente o peso corporal e do tecido adiposo dos ratinhos que tomaram o suplemento e, por outro lado, permitiu revelar uma verdadeira actividade “anti-diabetes de tipo 2”.

¤ Os adipócitos sub-cutâneos são a principal fonte de leptina e de adiponectina. A leptina é uma hormona adipocitária que controla o peso através da regulação da ingestão alimentar e do gasto energético. A concentração em leptina está intimamente ligada à percentagem de gordura corporal, sendo os níveis séricos mais elevados sempre encontrados nos indivíduos obesos. Segundo este estudo, a administração de L. gasseri suprimiu a subida da leptina plasmática, o que sugere que a redução da massa gorda e do peso está associada a uma diminuição da leptina no soro. Efeitos semelhantes haviam já sido observados em outros estudos.

E por último, o GLUT4 é um dos principais veículos de transporte da glicose nos músculos esqueléticos e no tecido adiposo. Sabe-se que um aumento da expressão do gene GLUT4 no tecido adiposo melhora a resistência à insulina associada à diabetes de tipo 2. Neste estudo, o L. gasseri aumentou significativamente a expressão do gene GLUT4 no tecido adiposo. Por outro lado, o nível de insulina diminuiu de forma significativa. Sabendo que nos casos de pré-diabetes o aumento da glicose no sangue estimula a secreção de insulina e que a hiperinsulinemia é frequentemente acompanhada de obesidade, o consumo de L. gasseri permitiria reduzir a resistência à insulina e, consequentemente, melhorar os estados de pré-diabetes.

¤ Estes resultados sugerem, assim,que:
    • a acção anti-obesidade do L. gasseri pode ser atribuída ao bloqueio da leptina;
    • a actividade anti-diabética do L. gasseri pode ser atribuída à subida de GLUT4 e a níveis reduzidos de insulina.
¤ Em suma, o probiótico L. gasseri permite reduzir o peso corporal e a adiposidade baixando os níveis de leptina e de insulina, o que sugere que pode facilitar o tratamento da síndrome metabólica.

¤ A fácil administração e a total inocuidade desta nova substância torná-la-ão uma aliada incontornável, a tomar diariamente, tanto pelos seus efeitos no sistema digestivo como no equilíbrio do peso.

Como os probióticos são particularmente sensíveis aos ácidos gástricos, o Lactobacillus gasseri é acondicionado em DR Caps™ – cápsulas gastro-resistentes – para garantir o aporte ideal de seis mil milhões de microrganismos por dia.
Dose diária: 2 cápsulas
Número de doses por caixa: 30
Quantidade por dose
Lactobacillus gasseri (6 mil milhões de microrganismos) 200 mg
Outros ingredientes: Goma-arábica, farelo de arroz.
Adultos. Tomar 2 cápsulas por dia.
Cada cápsula contém 100 mg de Lactobacillus gasseri (3 mil milhões de microrganismos).

Probio Forte é uma mistura perfeitamente equilibrada de cinco espécies de probióticos contendo um total de 8 mil milhões de bactérias benéficas por cada cápsula.

Estas 5 espécies figuram entre os probióticos mais estudados pela comunidade científica: Bifidobacterium lactis BL 2211, Lactobacillus acidophilus NCFM BL 2027, Lactobacillus casei BL 2401, Lactobacillus plantarum BL 2203 e Lactobacillus lactis 2618.

Têm potencial para alterar inúmeros parâmetros fisiológicos e metabólicos como a maturação do sistema imunitário, o reforço da barreira intestinal, a otimização da digestão, a produção de neurotransmissores capazes de influenciar a saúde psicológica, a degradação de substâncias tóxicas e a exclusão das bactérias patogénicas por efeito da competição.

As escolhas feitas pela SuperSmart para fabricar este complemento alimentar de exceção permitem aos 8 mil milhões de probióticos:

  • manter-se viáveis e estáveis durante o período de conservação (liofilização em vez de atomização, adição de inulina durante o fabrico);
  • estar presentes em grande número (8 mil milhões de bactérias por dose);
  • chegar ao local de ação, o intestino, em concentração suficiente (utilização da alta tecnologia DR CapsTM).
O papel do infinitamente pequeno na natureza é infinitamente grande.” Louis Pasteur

A quem se destina o complemento alimentar Probio Forte ?

Probio Forte é um complemento que se destina à população em geral, nomeadamente:

  • às pessoas que desejam cuidar do seu microbiota;
  • a quem sofre de problemas digestivos de todos os tipos, desconforto, intolerância à lactose, dores de barriga, inchaços, flatulência…);
  • às pessoas com mais de 50 anos cuja composição da flora intestinal tem tendência para se degradar (menos bifidobactérias, mas bacteroidetes patogénicas) (1-2);
  • às pessoas que seguem ou seguiram um tratamento com antibióticos (3);
  • às pessoas frágeis (4);
  • às pessoas com problemas do foro imunitário ou que desejam aumentar a qualidade das suas respostas imunitárias;
  • a quem deseja simplesmente melhorar o seu bem-estar no quotidiano.

Quais são os benefícios de Probio Forte?

Os efeitos benéficos de Probio Forte explicam-se pela atividade enzimática de cada uma das espécies de probióticos, pela sua interação com as outras espécies que compõem o microbioma, pelos efeitos que tem na barreira intestinal e pela sua capacidade de comunicar com o sistema nervoso central por intermédio do nervo pneumogástrico (5). Constata-se nomeadamente:

  • uma melhoria da qualidade da resposta imunitária;
  • um alívio dos desconfortos gastrointestinais e dos sintomas digestivos (dores abdominais, borborigmos, flatulências, aerofagias…) (6);
  • uma contribuição para reduzir a síndrome do cólon irritável, a intolerância à lactose e a obstipação (7-8);
  • um encurtamento do tempo de trânsito intestinal (9);
  • uma contribuição para o bem-estar gastrointestinal, mesmo nos indivíduos saudáveis (10);
  • uma modulação da atividade do cérebro (11);
  • efeitos positivos no estado de humor e na saúde psicológica (12);
  • uma redução da inflamação sistémica;
  • uma competição direta com bactérias responsáveis por infecções (como a Helicobacter pylori (13)).

De que é composto Probio Forte?

A fórmula Probio Forte contém 5 estirpes de probióticos diferentes que figuram entre as espécies mais estudadas pela investigação científica.

Bifidobacterium lactis (BL 2211).

As espécies do género Bifidobacterium são utilizadas há muitas décadas como complementos alimentares (14) e oferecem uma segurança de utilização perfeita. A Bifidobacterium lactis é reputada pela sua contribuição para o sistema imunitário (15): vários estudos demonstraram a sua capacidade para baixar o nível de várias citocinas envolvidas na inflamação sistémica (fator de necrose tumoral, interleucina 10) (16) e também para melhorar a capacidade fagocitária e a atividade das células Natural Killers (NK) (17).

As espécies do género Lactobacillus: acidophilus (NCFM BL 2027), casei (BL 2401), plantarum (BL 2203) e lactis (BL 2618).

Estas espécies gozam de uma grande popularidade na comunidade científica. Encontramo-las, aliás, em alimentos fermentados como os iogurtes ou o kefir. O Lactobacillus acidophilus NCFM é uma estirpe estudada cientificamente há mais de 40 anos; foi isolada em 1975 em laboratórios da Carolina do Sul pelo professor M. Gilliland e sua equipa, a partir de uma estirpe humana (18). Estas quatro espécies exercem todas os efeitos que podemos esperar dos probióticos, mas apresentam, em particular, efeitos antimicrobianos relevantes, nomeadamente graças à capacidade que têm de segregar ácidos orgânicos e diferentes péptidos bacteriostáticos.

O que é que torna Probio Forte verdadeiramente excecional?

1) O seu acondicionamento ultra inovador

Probio Forte é acondicionado de uma forma extremamente inovadora que maximiza a sobrevivência dos probióticos nele contidos: as cápsulas DRCaps™. Trata-se de cápsulas que protegem os probióticos da acidez do estômago e contribuem igualmente para maximizar a sua sobrevivência durante todo o tempo de conservação, preservando-os da humidade.

Certificadas como veganas, sem OGM, halal e kasher, receberam o grande prémio na categoria “Novo equipamento, procedimento e tecnologia” atribuído pela célebre Nutraceutical Business and Technology (NBT) Magazine.

Como funciona? Um estudo realizado in vivo baseado numa cintigrafia (19), mostrou que a libertação do seu conteúdo começava, em média, 52 minutos após ter sido ingerida. Esta libertação retardada permite aos probióticos estarem protegidos quando atravessam o meio ácido do estômago. Sem esta inovação tecnológica, a maioria dos probióticos não chega viva ao intestino e, por conseguinte, não consegue desenvolver-se nele.

2) O seu método de fabrico

Para conservar por mais tempo os probióticos, é indispensável mergulhá-los num estado de “dormência”, desidratando-os. Para o conseguir, existem duas principais técnicas possíveis: a atomização e a liofilização.
A atomização é uma técnica que consiste em fazer passar o líquido que contém as estirpes por um fluxo de ar quente para o reduzir a um pó. É o método mais barato e mais rápido, mas sujeita os probióticos a condições muito rudes (20) (temperaturas muito altas, stress osmótico, stress oxidativo (21), desintegração das membranas lipídicas (22), etc.) que matam inexoravelmente uma parte dos probióticos (23). Usando tal procedimento, é impossível garantir que o número de bactérias viáveis corresponde ao indicado na caixa do complemento.
Foi por esta razão que a SuperSmart optou por recorrer à liofilização, um tratamento mais longo e mais caro, mas que garante uma estabilidade ideal dos probióticos (24). Consiste em secar por sublimação os probióticos previamente congelados.

Atenção: apesar de as bactérias não vivas poderem exercer efeitos na imunidade, foi reconhecido cientificamente que a quantidade de bactérias que chegam vivas ao intestino é o critério de qualidade mais importante numa fórmula probiótica.

3) As junções de ingredientes naturais para maximizar a sobrevivência dos probióticos

Não satisfeita com o facto de ter optado pela liofilização para fabricar os seus suplementos, a SuperSmart pensou também em juntar ingredientes naturais protetores dos probióticos, seguindo as mais recentes recomendações científicas (25).

Assim, Probio Forte contém inulina, extraída de forma natural da raiz de chicória, um glúcido não digerível que serve para estimular o crescimento das bifidobactérias (26) e maximizar a viabilidade dos probióticos durante o fabrico e o armazenamento. Na verdade, estes polissacáridos naturais atuam como lioprotetores reduzindo a formação dos cristais de gelo durante o processo de fabrico e diminuindo os danos celulares infligidos aos probióticos aquando da conservação.

Como otimizar a eficácia de Probio Forte?

Probio Forte deve ser conservado no frigorífico?

Recomenda-se manter o produto em condições de temperatura baixa e pouca humidade para manter a maior quantidade possível de bactérias “viáveis”. É por essa razão que a SuperSmart conserva todo o stock de Probio Forte em locais refrigerados.

Contudo, a conservação à temperatura ambiente conduz apenas a uma ligeira diminuição do número de bactérias viáveis, desde que não ultrapasse algumas semanas. Isto foi possível graças à junção de ingredientes naturais que permitem especificamente aumentar a sobrevivência dos probióticos a temperaturas inadequadas.

Que acontece aos probióticos de Probio Forte após a sua ingestão?

Uma vez ingeridos, os probióticos são libertados no intestino, onde são imediatamente re-hidratados. Saem então do seu estado de dormência e começam a multiplicar-se, entrando em competição com outras bactérias para aderir às paredes intestinais.

A sobrevivência e o crescimento dos probióticos no tracto gastrointestinal é crucial para influenciar as populações microbianas e exercer as suas atividades benéficas. Os estudos realizados mostram que a toma de probióticos deve ser repetida e regular para que este crescimento seja duradouro e os efeitos sejam mensuráveis.

Apesar de os probióticos estarem protegidos do meio ácido estomacal pela DR Cap™, aconselha-se tomar Probio Forte em jejum e com um copo de água para reduzir ao máximo essa acidez e garantir uma melhor esperança de sobrevivência possível às bactérias que tenham sido libertadas demasiado cedo.

É preciso adaptar a nossa alimentação quando se toma Probio Forte?

Recomenda-se aumentar de forma progressiva os seus aportes em fibras alimentares (frutas, legumes, cereais integrais), de forma a fornecer aos probióticos os materiais necessários para o seu desenvolvimento. Estas fibras são, de facto, consideradas como sendo “prebióticos”.


Referências

  1. Biagi E., Candela M., Turroni S., Garagnani P., Franceschi C., Brigidi P. Ageing and gut microbes: Perspectives for health maintenance and longevity. Pharmacol. Res. 2013;69:11–20. doi: 10.1016/j.phrs.2012.10.005.
  2. Biagi E., Candela M., Franceschi C., Brigidi P. The aging gut microbiota: New perspectives. Ageing Res. Rev. 2011;10:428–429. doi: 10.1016/j.arr.2011.03.004.
  3. O’Sullivan O., Coakley M., Lakshminarayanan B., Conde S., Claesson M.J., Cusack S., Fitzgerald A.P., O’Toole P.W., Stanton C., Ross R.P. Alterations in intestinal microbiota of elderly Irish subjects post-antibiotic therapy. J. Antimicrob. Chemother. 2012 doi: 10.1093/jac/dks348
  4. Van Tongeren S.P., Slaets J.P., Harmsen H.J., Welling G.W. Fecal microbiota composition and frailty. Appl. Environ. Microbiol. 2005;71:6438–6442. doi: 10.1128/AEM.71.10.6438-6442.2005.
  5. Theodorou V., Ait Belgnaoui A., Agostini S., Eutamene H. (2014) Effect of commensals and probiotics on visceral sensitivity and pain in irritable bowel syndrome. Gut Microbes 5: 430–436.
  6. Van Kerkhoven L., Eikendal T., Laheij R., van Oijen M., Jansen J. (2008) Gastrointestinal symptoms are still common in a general western population. Neth J Med 66: 18–22.
  7. Ford A., Quigley E., Lacy B., Lembo A., Saito Y., Schiller L., et al. (2014) Efficacy of prebiotics, probiotics, and synbiotics in irritable bowel syndrome and chronic idiopathic constipation: systematic review and meta-analysis. Am J Gastroenterol 109: 1547–1561 plus quiz.
  8. Moayyedi P., Ford A., Talley N., Cremonini F., Foxx-Orenstein A., Brandt L., et al. (2010) The efficacy of probiotics in the treatment of irritable bowel syndrome: a systematic review. Gut 59: 325–332.
  9. Miller L., Ouwehand A. (2013) Probiotic supplementation decreases intestinal transit time: meta-analysis of randomized controlled trials. World J Gastroenterol 19: 4718–4725.
  10. Marteau P., Guyonnet D., Lafaye de, Micheaux P., Gelu S. (2013) A randomized, double-blind, controlled study and pooled analysis of two identical trials of fermented milk containing probiotic Bifidobacterium lactis CNCM I-2494 in healthy women reporting minor digestive symptoms. Neurogastroenterol Motil 25: 331–e252.
  11. Tillisch K., Labus J., Kilpatrick L., Jiang Z., Stains J., Ebrat B., et al. (2013) Consumption of fermented milk product with probiotic modulates brain activity. Gastroenterology 144: 1394–1401, e1–e4.
  12. Dinan T. G., Cryan J. F. (2017). The microbiome-gut-brain axis in health and disease. Gastroenterol. Clin. North Am. 46 77–89. 10.1016/j.gtc.2016.09.007
  13. Tytgat H. L., Douillard F. P., Reunanen J., Rasinkangas P., Hendrickx A. P., Laine P. K., et al. (2016). Lactobacillus rhamnosus Gg outcompetes Enterococcus faecium via mucus-binding pili: evidence for a novel and heterospecific probiotic mechanism. Appl. Environ. Microbiol. 82 5756–5762. 10.1128/AEM.01243-16
  14. Borriello SP, Hammes WP, Holzapfel W, et al. Safety of probiotics that contain lactobacilli or bifidobacteria. Clin Infect Dis. 2003;36: 775–780.
  15. Perez Martinez G., Bauerl C., Collado M.C. Understanding gut microbiota in elderly’s health will enable intervention through probiotics. Benef. Microbes. 2014;5:235–246. doi: 10.3920/BM2013.0079.
  16. Ouwehand A.C., Bergsma N., Parhiala R., Lahtinen S., Gueimonde M., Finne-Soveri H., Strandberg T., Pitkala K., Salminen S. Bifidobacterium microbiota and parameters of immune function in elderly subjects. FEMS Immunol. Med. Microbiol. 2008;53:18–25. doi: 10.1111/j.1574-695X.2008.00392.x.
  17. Larry E. Miller, Liisa Lehtoranta, and Markus J. Lehtinen. The Effect of Bifidobacterium animalis ssp. lactis HN019 on Cellular Immune Function in Healthy Elderly Subjects: Systematic Review and Meta-Analysis, Nutrients. 2017 Mar; 9(3): 191.
  18. Sanders ME, Klaenhammer TR. Invited review: the scientific basis of Lactobacillus acidophilus NCFM functionality as a probiotic. J Dairy Sci. 2001 Feb;84(2):319-31.
  19. Capsugel’s Scintigraphic in vivo study of DRCAPS [https://www.capsugel.com/news/capsugels-scintigraphic-in-vivo-study-of-drcapstm-capsules-visually-tracks-]
  20. Broeckx G., Vandenheuvel D., Claes I. J. J., Lebeer S., Kiekens F. (2016). Drying techniques of probiotic bacteria as an important step towards the development of novel pharmabiotics. Int. J. Pharm. 505 303–318. 10.1016/j.ijpharm.2016.04.002
  21. Ghandi, A., Powell, I.B., Howes, T., Chen, X.D., Adhikari, B., 2012. Effect of shear rate and oxygen stresses on the survival of Lactococcus lactis during the atomization and drying stages of spray drying: a laboratory and pilot scale study. J. Food Eng. 113, 194–200. doi:http://dx.doi.org/10.1016/j.jfoodeng.2012.06.005
  22. Santivarangkna, C., Kulozik, U., Foerst, P., 2008b. Inactivation mechanisms of lactic acid starter cultures preserved by drying processes. J. Appl. Microbiol. 105,1–13. doi:http://dx.doi.org/10.1111/j.1365-2672.2008.03744.x.
  23. Perdana, J., Bereschenko, L., Fox, M.B., Kuperus, J.H., Kleerebezem, M., Boom, R.M., Schutyser, M.A.I., 2013. Dehydration and thermal inactivation of Lactobacillus plantarum WCFS1: Comparing single droplet drying to spray and freeze drying. Food Res. Int. 54, 1351–1359. doi:http://dx.doi.org/10.1016/j. foodres.2013.09.043.
  24. Broeckx, G., Vandenheuvel, D., Claes, I. J. J., Lebeer, S., & Kiekens, F. (2016). Drying techniques of probiotic bacteria as an important step towards the development of novel pharmabiotics. International Journal of Pharmaceutics, 505(1-2), 303–318. doi:10.1016/j.ijpharm.2016.04.002
  25. Broeckx, G., Vandenheuvel, D., Claes, I. J. J., Lebeer, S., & Kiekens, F. (2016). Drying techniques of probiotic bacteria as an important step towards the development of novel pharmabiotics. International Journal of Pharmaceutics, 505(1-2), 303–318. doi:10.1016/j.ijpharm.2016.04.002
  26. Prebiotic capacity of inulin-type fructans. Kolida S, Gibson GR. J Nutr. 2007 Nov;137(11 Suppl):2503S-2506S. Review.
Dose diária: 1 DR Caps™
Número de doses por caixa: 60
Quantidade por dose
Bifidobacterium lactis BL 2211 1.6x109 CFU
Lactobacillus acidophilus NCFM BL 2027 1.6x109 CFU
Lactobacillus casei BL 2401 1.6x109 CFU
Lactobacillus plantarum BL 2203 1.6x109 CFU
Lactobacillus lactis 2618 1.6x109 CFU
Outros ingredientes: amido de milho, inulina de chicória, estearato de magnésio.

Cada cápsula vegetal contém 8 mil milhões de microrganismos.
Tomar uma DR Caps™ por dia, de preferência com o estômago vazio. Embora Probio Forte seja estável a uma temperatura ambiente de 20 °C, depois de aberto é aconselhável guardá-lo no frigorífico.
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