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COVID-19 coronavírus: quem é realmente?

Toda a gente fala disso... Mas qual é o verdadeiro significado do vírus COVID-19, responsável por uma pandemia internacional? A SuperSmart oferece-lhe um dossier claro e preciso sobre esta questão escaldante.
Coronavírus ou vírus da COVID-19 no organismo
Este coronavírus é responsável por uma nova doença respiratória – a COVID-19.
Rédaction Supersmart.
2020-03-16Comentários (0)

Coronavírus – o que é?

Um vírus encapsulado

Lembremos que um vírus é uma partícula microscópica infeciosa, que precisa de uma célula hospedeira para se desenvolver.

Os coronavírus constituem um grupo específico de vírus com envelope, que estão na origem de várias patologias nos mamíferos e nos pássaros. No ser humano, seriam responsáveis por 10 a 30% das infeções respiratórias das vias aéreas superiores e por uma grande parte das constipações.

O responsável por uma doença infeciosa respiratória: a COVID-19

O coronavírus descoberto há alguns meses, que faz tremer todo o planeta, designa-se SRAS-CoV-2. (1)

É responsável por uma nova doença infeciosa respiratória: a COVID-19 (abreviatura da “Coronavirus Disease 2019”).

Histórico resumido deste coronavírus

Uma epidemia de origem animal, surgida na China

Esta epidemia emergiu, como todos sabem, no início de dezembro de 2019 em Wuhan (China), num mercado local onde eram vendidos animais selvagens.

A contaminação teria sido de origem animal. Suspeita-se que o pangolim seria o hospedeiro intermediário da transmissão deste coronavírus ao ser humano.

A OMS fala agora em pandemia

Milhares de casos foram rapidamente declarados na China e depois no resto do mundo – tendo a doença sido transmitida por viajantes portadores do vírus. Depressa surgiram casos em Itália, na Coreia do Sul, no Irão, em França, nos Estados Unidos...

A 9 de janeiro de 2020 as autoridades sanitárias chinesas e a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciaram oficialmente a descoberta do SRAS-CoV-2.

Os Estados tentam organizar-se, à medida que a situação evolui, para conter a expansão do coronavírus; pessoas ou cidades em quarentena, cancelamento de manifestações desportivas e culturais, fecho das escolas... A situação afeta também duramente a economia mundial.

A 11 de março de 2020 a OMS classificou pela primeira vez a epidemia de COVID-19 de pandemia (o que significa que ela afeta uma parte significativa da população mundial). (2)

Alguns números relativos a esta pandemia

Número de contaminações e de mortes do coronavírus

O coronavírus em causa espalhou-se pelos 5 continentes e por, pelo menos, 110 países.

A 12 de março de 2020, contavam-se 130 000 pessoas infetadas pelo vírus em todo o mundo. 4700 dessas pessoas morreram.

Em Portugal, a 17 de março de 2020, contavam-se 448 casos confirmados e 1 pacientes mortos de COVID-19. Algumas pessoas infetadas curaram-se, outras continuam internadas até hoje.

Taxa de mortalidade superior à da gripe

A COVID-19 mata cerca de 3,5% dos doentes diagnosticados. A título comparativo, a gripe sazonal mata apenas 0,1% das pessoas infetadas.

Pode, no entanto, dar-se o caso de a taxa de mortalidade associada ao novo coronavírus ser mais baixa do que o valor anunciado, pois os casos benignos podem não ser forçosamente detetados.

Estima-se que esta pneumonia seja benigna em 4 casos em cada 5. 20% dos pacientes necessitam, contudo, de hospitalização, e 5% requerem admissão nos cuidados intensivos.

Sintomas do coronavírus – como saber se estou infetado(a)?

Primeiros sintomas da COVID-19

Nos pacientes de coronavírus, observa-se geralmente um ou vários destes sintomas:

Os sinais secundários desta infeção respiratória

Dois ou três dias depois, manifestam-se por vezes sinais secundários mais significativos:

Fala-se também de pneumonia, um termo que designa a infeção aguda das vias aéreas inferiores. De notar, contudo, que os sintomas do coronavírus são muito semelhantes aos da gripe e da constipação.

Em caso de dúvida, ligue para a Saúde 24 ou para o seu médico de família

Atenção: se evidencia alguns destes sinais de infeção respiratória, não vá ao seu centro de saúde nem ao hospital para não difundir ainda mais a doença na população.

Contacte a linha telefónica Saúde 24 ou ligue para o seu médico de família, que lhe indicará o procedimento a seguir para despistar a doença. O teste consiste, regra geral, em recolher células nasais usando um cotonete para confirmar ou não a presença de um filamento de ARN específico deste coronavírus.

Para questões relacionadas com o coronavírus, ligue o número 808 24 24 24 (24h/dia, em Portugal).

Contágio e transmissão do vírus da COVID-19

Um vírus contagioso

Com o coronavírus, um indivíduo infetado torna-se contagioso desde o início dos sintomas – e, por vezes, até antes de ter sintomas.

Sem a aplicação de medidas de prevenção, estima-se que cada doente possa infetar, regra geral, 2 a 3 pessoas.

O período de incubação (que corresponde ao tempo que decorre entre a contaminação e o surgimentos dos sintomas) é de 5 dias, em média. No geral, dura pelo menos 2 dias e não ultrapassa os 12, daí o facto de as quarentenas definidas serem de 14 dias. Fala-se por isso de “catorzenas”.

Várias vias de transmissão conhecidas

Existem várias formas de contrair um coronavírus, a saber:

De notar que o vírus consegue sobreviver algumas horas num ambiente exterior (menos tempo nas superfícies secas do que nas superfícies húmidas). Pode mesmo sobreviver até 9 dias em metal, vidro ou plástico.

O caso dos animais de companhia

Até à data, os animais de companhia – como gatos e cães – não parecem propagar o vírus nem contrair a doença.

Coronavírus – quais são as pessoas em risco?

Os idosos

Os idosos com mais de 65 anos correm um maior risco de sofrer as consequências de uma infeção pelo coronavírus SRAS-CoV-2. Além dos 80 anos, a taxa de mortalidade ultrapassa os 14,8%.

Os imunodeprimidos ou que sofram de doença crónica

O coronavírus pode ter igualmente efeitos mais graves nas pessoas imunodeprimidas ou que sofrem de doença crónica (cancro, diabetes...)

Os gestos de prevenção a reter

Lavar as mãos, desinfetar o chão, evitar ajuntamentos...

Lembremos rapidamente os gestos simples que deve fazer para se proteger:

Usar máscara, ficar em casa para não propagar a doença...

Os tratamentos médicos existentes contra o vírus da COVID-19

Não existe qualquer tratamento validado oficialmente

Até ao momento não existe qualquer tratamento existente que esteja validado pelas autoridades médicas. No entanto, são considerados alguns produtos, testados e até administrados no caso de certas doenças: o Remdesivir (anti-Ébola), o Ritonavir (anti-VIH), a cloroquina (anti-paludismo)... A respetiva eficácia ainda não foi demonstrada.

Acima de tudo, evite tomar anti-inflamatórios não esteróides (como ibuprofeno, nurofeno, naproxeno, diclofenaco ou Voltaren) e corticosteróides (Cortancyl, prednisolona ou Celesene) que podem agravar a doença.

Inexistência de vacina

Também ainda não existe uma vacina para prevenir esta doença. O Instituto Pasteur, em Paris, informou que estão a ser realizados os primeiros testes em ratinhos desde 11 de março de 2020. Na opinião de alguns especialistas, será preciso esperar até ao outono de 2021 para que surja uma vacina.

Alguns lembretes essenciais

A importância do sistema imunitário na prevenção de infecções

Para além das medidas preventivas que acabámos de repetir, vejamos, por um momento, as nossas defesas imunitárias.

Como disse Dr. Damien Mascret sobre a melhor forma de combater o coronavírus: "O que funciona melhor é o nosso sistema imunitário" (France Info, 26 de Janeiro de 2020). (4)

Dieta, actividade desportiva, sono...

Como podemos reforçar as nossas defesas naturais? A receita é bem conhecida, e a SuperSmart está sempre a professá-la. O que tem de fazer é:

Substâncias naturais benéficas para o organismo

Vamos também enumerar alguns produtos da natureza que são bons para a saúde em geral:

Referências

  1. Cascella M, Rajnik M, Cuomo A, et al. Features, Evaluation and Treatment Coronavirus (COVID-19) [Updated 2020 Mar 8]. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2020 Jan-.
  2. https://www.who.int/fr/dg/speeches/detail/who-director-general-s-opening-remarks-at-the-media-briefing-on-covid-19---11-march-2020
  3. https://www.gouvernement.fr/info-coronavirus#xtor=SEC-3-GOO-[{adgroup}]-[425080454110]-search-[coronavirus]
  4. https://www.francetvinfo.fr/sante/maladie/coronavirus/ce-qui-fonctionne-le-mieux-c-est-notre-systeme-immunitaire-pour-l-heure-aucun-traitement-ne-s-est-revele-efficace-contre-le-covid-19_3842271.html
  5. Carr AC, Maggini S. Vitamin C and Immune Function. Nutrients. 2017;9(11):1211. Published 2017 Nov 3.
  6. Cantorna MT, Snyder L, Lin YD, Yang L. Vitamin D and 1,25(OH)2D regulation of T cells. Nutrients. 2015;7(4):3011–3021. Published 2015 Apr 22.
  7. Ochoa TJ, Sizonenko SV. Lactoferrin and prematurity: a promising milk protein?. Biochem Cell Biol. 2017;95(1):22–30.
  8. Oh NS, Joung JY, Lee JY, Kim Y. Probiotic and anti-inflammatory potential of Lactobacillus rhamnosus 4B15 and Lactobacillus gasseri 4M13 isolated from infant feces. PLoS One. 2018;13(2):e0192021. Published 2018 Feb 14.
  9. Smith JA, Mathew L, Gaikwad A, et al. From Bench to Bedside: Evaluation of AHCC Supplementation to Modulate the Host Immunity to Clear High-Risk Human Papillomavirus Infections. Front Oncol. 2019;9:173. Published 2019 Mar 20.
  10. Maares M, Haase H. Zinc and immunity: An essential interrelation. Arch Biochem Biophys. 2016;611:58–65.
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