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Regresso do frio: alerta de prevenção!
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Regresso do frio: alerta de prevenção!

2018-11-29
À medida que a estação de inverno avança e que as temperaturas descem, os profissionais de saúde apelam a uma maior prevenção contra as infeções. Porque é que o risco de infeção aumenta durante o inverno? Como proteger-se? Dizemos-lhe tudo o que precisa de saber para não ficar doente neste inverno.

Cuidado com as ideias preconcebidas!

Certamente que já ouviu dizer que "o frio mata os micróbios". É difícil de acreditar neste aforismo, uma vez que os surtos de gripe e de gastroenterite ocorrem durante a estação mais fria do ano. Numerosos estudos já contradisseram igualmente esta crença: um grande número de agentes infecciosos suporta muito bem o frio. Alguns têm mesmo tendência a ser mais resistentes durante o inverno. Uma queda muito significativa das temperaturas vai, na melhor das hipóteses, tornar os micróbios um pouco mais passivos durante algum tempo, mas não, de forma alguma, matá-los. Eles não terão nenhuma dificuldade em se reativar e infetar o organismo. Mantido a 37 °C, este oferece condições ideais para o desenvolvimento a grande velocidade de agentes infecciosos. Para matar os micróbios e evitar ficar doente, uma das melhores soluções é a aromaterapia, isto é, o uso de óleos essenciais anti-infecciosos.

Condições propícias à transmissão dos micróbios

O regresso do frio não mata os micróbios. Tem até tendência a favorecer a transmissão dos agentes infecciosos. A primeira explicação é o confinamento aquando da queda das temperaturas. O frio favorece a concentração e a aproximação em espaços fechados. O risco de contágio é, assim, facilitado. Este também é favorecido pelo aquecimento dos espaços sociais que seca o nariz e impede o muco nasal de parar os agentes infecciosos. Os espaços sociais também são frequentemente menos arejados com o regresso do frio, o que promove a acumulação de micróbios. Para evitar ficar doente neste inverno, deve lavar as mãos regularmente, não superaquecer os espaços sociais e renovar o ar do interior.

Um sistema imunitário debilitado

Já foi demonstrado várias vezes que o regresso do frio altera o funcionamento do sistema imunitário. As células de defesa do organismo movem-se com menos rapidez, dando aos micróbios tempo para se estabelecerem e começarem o seu desenvolvimento. Uma diminuição de tónus relacionada com a mudança de estação pode também promover o enfraquecimento do organismo. É, aliás, por isso que muitas vezes é aconselhável fazer uma cura de vitaminas para se proteger das infeções invernais. As multivitaminas são populares porque fornecem numa única cápsula um concentrado de vitaminas, minerais, antioxidantes e fitonutrientes benéficos para o funcionamento do organismo. Os cientistas também identificaram potentes agentes imunoestimulantes para estimular as defesas do organismo e evitar ficar doente. Conheça, por exemplo, o suplemento de colostro e os seus benefícios para combater as infeções invernais.

Um risco infeccioso acrescido pela poluição

Há cada vez mais estudos que mostram que a poluição do ar aumenta o risco de infeções. Ora, o inverno é uma estação que é particularmente propícia aos picos de poluição do ar interior e exterior. O aquecimento dos espaços sociais pode aumentar a emissão de partículas finas. As baixas temperaturas e a ausência de vento também são condições que podem impedir a dispersão de poluentes na atmosfera e, assim, levar a exceder os limites regulamentares. Para proteção individual e coletiva contra as infeções invernais, é necessário, assim, que cada um de nós aja ao seu nível a fim de reduzirmos as nossas emissões de partículas finas. É também possível ajudar o organismo a lutar contra a agressão dos poluentes atmosféricos graças aos antioxidantes. Presentes nalguns frutos e legumes de inverno, estes agentes de proteção naturais também estão disponíveis sob a forma de um poderoso complexo: o AntiOxidant Synergy. Este suplemento alimentar reúne numa só cápsula uma seleção dos melhores antioxidantes naturais: a curcumina da curcuma, os polifenóis da uva, o EGCG do chá verde…

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