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Derma Relief + Super Omega3
Luta contra a inflamação Opiniões de clientes
61.51 €(68.06 US$) em stock
Descrição
Concentrado natural de ómega 3 (EPA e DHA)
  • Certificado Friend of the Sea® (Proveniente de pesca sustentável).
  • Contribui para a saúde ideal do sistema cardiovascular.
  • Ajuda a reduzir os níveis de triglicéridos no sangue e a tensão arterial.
  • Contribui para o bom funcionamento do cérebro (função cognitiva) e do coração.

A Fórmula Probiótica para acabar com os problemas de pele

  • Três mil milhões de probióticos por dose
  • Quatro estirpes seleccionadas pelo respectivo interesse que têm para a pele
  • Contém vitamina B2 que optimiza a saúde das mucosas e da pele
  • Contém vitamina C que ajuda a formação de colagénio e optimiza as funções da pele
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Derma Relief + Super Omega3 Derma Relief + Super Omega3
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Derma Relief

A quem se destina Derma Relief?

DermaRelief destina-se a todos os que desejam aliviar e melhorar naturalmente os seus problemas de pele e aos que não respondem aos tratamentos habituais.

Podemos citar alguns destes problemas de pele recalcitrantes:

  • acne;
  • dermatite atópica;
  • eczema;
  • impetigo;
  • vitiligo;
  • placas vermelhas;
  • pontos negros;
  • borbulhas, pontos negros ou micro quistos;
  • hiper seborreia (pele oleosa);
  • vermelhidões;
  • escamação;
  • comichões na pele.

O que é Derma Relief?

A fórmula de DermaRelief baseia-se numa teoria muito documentada no plano científico (1); ao tomar probióticos, está a criar um ambiente saudável para a sua flora intestinal e diminui a inflamação nas camadas da sua pele.

DermaRelief contém quatro estirpes de probióticos duplamente revestidas por uma camada protectora, que lhes permite chegar ao intestino em perfeitas condições. Estas estirpes, destinadas a colonizar o intestino, foram criteriosamente seleccionadas pelo interesse que têm relativamente à pele, ao sistema imunitário e à inflamação:

  • Lactobacillus casei;
  • Lactobacillus rhamnosus;
  • Lactobacillus plantarum;
  • Bifidobacterium lactis.

DermaRelief contém igualmente vários compostos que permitem o desenvolvimento destes probióticos ou que actuam em sinergia com eles:

  • Fruto-oligossacáridos e oligosacáridos. Estes elementos, naturalmente presentes nas sementes, frutos e nos órgãos subterrâneos das leguminosas, destinam-se a “alimentar” os probióticos e a contribuir para o seu desenvolvimento; são designados prebióticos.
  • Vvitamina C. A vitamina C optimiza as funções do sistema imunitário e contribui para a formação ideal do colagénio na pele.
  • Vitamina E (na forma de acetato de DL-alfa-tocoferil). Ao passar pelo organismo, os tocoferis transformam-se em tocoferóis e tornam-se activos: estão plenamente envolvidos na protecção das células da pele relativamente ao stress oxidativo. A vitamina E tem também propriedades anti-inflamatórias e de vasodilatação que não estão ligadas à sua actividade antioxidante.
  • Vitamina B2 (riboflavina). Contribui para manter a saúde das mucosas da pele (2).

Quais são os mecanismos de acção de DermaRelief que explicam os seus efeitos na pele?

Contrariamente ao que se pode pensar, os probióticos não se destinam exclusivamente a prevenir ou melhorar os problemas gastrointestinais. Sabemos agora que eles exercem efeitos sistémicos e que os seus efeitos podem ver-se na pele se as estirpes forem bem seleccionadas.

O doutor Meneghin e a sua equipa analisaram 37 ensaios clínicos que visavam o interesse dos probióticos orais no plano dermatológico; 13 em cada 17 mostraram a sua eficácia na prevenção, ao passo que 15 em cada 20 evidenciaram a sua eficácia em tratamento (3).

Pelo menos três mecanismos podem explicar os benefícios na pele conferidos pelos probióticos contidos em DermaRelief.

1) A preservação da integridade da barreira intestinal

Os probióticos contribuem para reforçar a impermeabilidade da barreira intestinal, nomeadamente aumentando a secreção de imunoglobulinas A (IgA). Estes anticorpos têm o papel de neutralizar as bactérias nefastas e as toxinas presentes no lúmen intestinal (4).

O reforço da barreira intestinal impede a passagem de diversos componentes para a circulação sanguínea, que podem acentuar a inflamação ao nível da pele.

2) A modulação do sistema imunitário da pele

Os probióticos e seus derivados modulam o sistema imunitário activando as células dendríticas (5-6), estimulando as células NK (7-8) e induzindo uma diferenciação dos linfócitos T.

Ora, as células dendríticas e os linfócitos T estão justamente envolvidos nas melhorias observadas ao nível da pele após um tratamento com probióticos. Esta influência no sistema imunitário origina efeitos anti-inflamatórios devido a um aumento da produção de interleucina 10 (IL10) (9-10) – uma citocina com um forte poder anti-inflamatório segregada pelo organismo em reacção a várias condições patológicas como o eczema ou a dermatite.

3) A modulação do eixo intestino-cérebro-pele

Este mecanismo repousa na capacidade de os estados emocionais (como a depressão ou a ansiedade) alterarem o microbiota intestinal, aumentarem a permeabilidade intestinal e contribuírem para a inflamação sistémica.

Os probióticos lácticos teriam a capacidade de reduzir a libertação de um neuropeptídeo (ou seja de um polipeptídeo com funções de neurotransmissor e de modulador), a substância P (11). Este neuropeptídeo é libertado pelo sistema nervoso em caso dor, stress, perturbações do humor e ansiedade, mas encontramo-lo também em abundância ao nível da pele em caso de problemas cutâneos como a dermatite atópica e o eczema (12). Ao reduzir a libertação deste composto, os probióticos contribuem portanto para uma diminuição das afecções da pele.

As perguntas frequentes dos internautas


Quais são as boas razões para experimentar DermaRelief?

Se ainda hesita em experimentar DermaRelief, eis seis argumentos que não o(a) irão deixar indiferente.

  1. Constata-se uma hiperactividade do sistema imunitário da pele (queratinócitos, células dendríticas e linfócitos T) em inúmeras afecções dermatológicas (13-16).
  2. Os problemas do trânsito intestinal e das patologias como a doença de Crohn e a síndrome do intestino irritável têm muitas vezes manifestações dermatológicas (17-18).
  3. Consomem-se alimentos fermentados (contendo portanto probióticos) na maioria das culturas do planeta há pelo menos 8000 anos.
  4. Mostrou que a alimentação contribuía para a protecção das células da pele por via interna com um aporte em tocoferóis e em vitamina C, nomeadamente.
  5. Os animais que não possuem flora intestinal caracterizam-se por um número mais baixo de linfócitos B e T, de células dendríticas, e de imunoglobulinas e por um aumento significativo da Inflamação; todas estas perturbações desaparecem após a toma de suplementos de probióticos (19).
  6. DermaRelief é constituído por quatro estirpes bacterianas Rigorosamente seleccionadas pelo seu poder probiótico e apenas contém um excipiente natural: farinha de milho.

Porque é que a nossa flora intestinal se degradou?

A flora intestinal permite produzir vitaminas que não conseguimos sintetizar, digerir moléculas complexas e até contribuir para a eficácia do sistema imunitário. A sua presença é o fruto de uma longa colaboração que desempenhou um papel crucial na evolução da espécie humana.

Hoje em dia, infelizmente, vários factores, como o consumo excessivo de produtos ultra-transformados e o excesso de agentes antimicrobianos contribuem para alterar profundamente a diversidade e a quantidade de bactérias benéficas que colonizam o nosso intestino. Esta alteração é dramática dado que as mulheres transmitem depois o seu microbiota aos filhos (20). Paralelamente, as alergias cutâneas e as afecções dermatológicas crónicas não cessam de aumentar, sobretudo nos países ocidentais.

A toma de suplementos de probióticos permite restabelecer um microbiota normal após perturbações como uma terapia com antibióticos (21).

Quais são as medidas a associar a DermaRelief?

Para acentuar a eficácia de DermaRelief, é aconselhável adoptar – em paralelo – um determinado número de medidas preventivas:

  • privilegiar um regime alimentar com um rácio de ómega 6/ómega 3 próximo de 1 ; isso reduziria os eicosanóides pró-inflamatórios e a hiperqueratinização do folículo pilo-sebáceo (22), dois mecanismos que encontramos no acne;
  • evitar os irritantes para a pele, como a lã, ou produtos químicos e os detergentes;
  • evitar coçar as zona da pele afectadas; isso exacerba a inflamação e a irritação. aplicar compressas húmidas sobre as zonas afectadas;
  • evitar vestuário muito quente e expor-se a temperaturas susceptíveis de fazer suar abundantemente;
  • adoptar medidas para reduzir o stress; o stress estimula as reacções alérgicas e agrava os surtos de eczema (23).

Posso tomar DermaRelief junto com outros suplementos nutricionais?

DermaRelief associa-se muito bem a outros suplementos destinados a reforçar o sistema imunitário, como o AHCC ou aos suplementos que visam preservar a estrutura dos tecidos cutâneos, como Polypodium leucotomos, um extracto de feto muito apreciado pela medicina tradicional sul americana. Para conseguir constituir uma dieta alimentar com um rácio de ómega 6/ómega 3 próximo de 1, é também desejável recorrer a suplementos de ómega 3.

Como tomar DermaRelief?

O produto acabado é apresentado na forma de doses de 2 g, contendo 3 mil milhões de bactérias lácticas a conservar no frigorífico. Trata-se de uma dose suficiente para uma utilização única diária.

Para tomar, basta verter o conteúdo da dose num copo de água ou directamente na boca.

Referências

  1. Adrián D. Friedrich, Mariela L. Paz et al. Message in a Bottle: Dialog between Intestine and Skin Modulated by Probiotics, Int J Mol Sci. 2017 Jun; 18(6): 1067.
  2. Meneghin F., Fabiano V., Mameli C., Zuccotti G.V. Probiotics and atopic dermatitis in children. Pharmaceuticals. 2012;5:727–744. doi: 10.3390/ph5070727
  3. Kaila M, Isolauri E, Soppi E, Virtanen E, Laine S, Arvilommi H. Enhancement of the circulating antibody secreting cell response in human diarrhea by a human Lactobacillus strain. Pediatric Research. 1992;32(2):141–144
  4. Sivan A., Corrales L., Hubert N., Williams J.B., Aquino-Michaels K., Earley Z.M., Benyamin F.W., Lei Y.M., Jabri B., Alegre M.L., et al. Commensal Bifidobacterium promotes antitumor immunity and facilitates anti-PD-L1 efficacy. Science. 2015;350:1084–1089. doi: 10.1126/science.aac4255.
  5. Peguet-Navarro J., Dezutter-Dambuyant C., Buetler T., Leclaire J., Smola H., Blum S., Bastien P., Breton L., Gueniche A. Supplementation with oral probiotic bacteria protects human cutaneous immune homeostasis after UV exposure-double blind, randomized, placebo controlled clinical trial. Eur. J. Dermatol. 2008;18:504–511.
  6. Bouilly-Gauthier D., Jeannes C., Maubert Y., Duteil L., Queille-Roussel C., Piccardi N., Montastier C., Manissier P., Piérard G., Ortonne J.P. Clinical evidence of benefits of a dietary supplement containing probiotic and carotenoids on ultraviolet-induced skin damage. Br. J. Dermatol. 2010;163:536–543. doi: 10.1111/j.1365-2133.2010.09888.x.
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  20. Engelbrektson A., Korzenik J.R., Pittler A., Sanders M.E., Klaenhammer T.R., Leyer G., Kitts C.L. Probiotics to minimize the disruption of faecal microbiota in healthy subjects undergoing antibiotic therapy. J. Med. Microbiol. 2009;58:663–670. doi: 10.1099/jmm.0.47615-0.
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  22. Kimata H. Enhancement of allergic skin wheal responses in patients with atopic eczema/dermatitis syndrome by playing video games or by a frequently ringing mobile phone. Eur J Clin Invest. 2003 Jun;33(6):513-7.
ComposiçãoDerma Relief
Dose diária: 1 dose
Número de doses por caixa: 30

Quantidade
por dose

Lactobacillus casei CBT LC5 1,2 mil milhões de CFU
Lactobacillus rhamnosus CBT LR5 0,6 mil milhões de CFU
Lactobacillus plantarum CBT LP3 0,6 mil milhões de CFU
Bifidobacterium lactis CBT BL3 0,6 mil milhões de CFU
Dextrose 700 mg
Polidextrose 630 mg
Fruto-oligossacáridos 450 mg
Galacto-oligossacáridos 100 mg
Riboflavina 0,45 mg
Vitamina C 25 mg
Acetato de DL-alfa-tocoferol 8 mg
Cloreto de tiamina 0,45 mg
Piridoxamina 0,45 mg
Outros ingredientes: Farinha de milho.
Conselhos de utilizaçãoDerma Relief
Tomar uma dose por dia diluída num copo de água. Conservar no frigorífico.
Super Omega 3 - 500 mg

Super Omega 3 foi formulado para oferecerum aporte ideal de ácidos gordos ómega 3 de origem marinha. Estes lípidos naturais têm efeitos cientificamente demonstrados na composição das membranas celulares e em inúmeros processos bioquímicos e fisiológicos: regulação da tensão arterial, reações anti-inflamatórias, agregação das plaquetas, secreção de neurotransmissores envolvidos nos estados de humor, atividade neuronal…

A quem se destina Super Omega 3?

Super Omega 3 destina-se a todas as camadas da população.

A Organização Mundial da Saúde, bem como todos os países ocidentais, recomendam um aporte mínimo de 500 mg por dia de EPA+DHA para manter uma saúde ideal (1), em particular para apoiar o desenvolvimento e o funcionamento cerebral.

Ora, inúmeros estudos mostraram que estes aportes estão muito longe de ser atingidos nas populações americanas e europeias (os aportes são 2 a 8 vezes inferiores ao aportes diários recomendados).

Estas recomendações são válidas para as pessoas saudáveis, mas tudo indica que determinadas categorias da população têm necessidades ainda mais elevadas (até 1000 mg/dia (2)):

  • os indivíduos com mais de 50 anos (para se protegerem do declínio cognitivo);
  • os indivíduos que sofrem de inflamação crónica;
  • quem tem um perímetro abdominal elevado (excesso de gorduras adiposas);
  • os indivíduos que sofrem de hipertensão, de hipertrigliceridemia, de hipercolesterolemia ou de hiperglicemia;
  • os indivíduos que sofrem de fadiga ou humor depressivo;
  • os indivíduos com risco de problemas cardiovasculares.

Porquê tomar ómega 3 de origem marinha?

Teoricamente, o nosso organismo consegue fabricar EPA e DHA a partir de ácidos gordos ómega 3 de origem vegetal, mas esses aportes diminuíram consideravelmente com o passar das décadas, devido à agricultura moderna e às alterações na nossa dieta (3).

Além disso, o índice de sucesso dessa transformação tornou-se bastante baixo devido ao nosso consumo – totalmente desadequado – de ómega 6 (4). Os ómega 6 são ácidos gordos menos benéficos para o organismo, que encontramos em todo o lado nos alimentos industriais modernos e que mobilizam todas as enzimas (elongases e desaturases) indispensáveis à conversão dos ómega 3 vegetais em DHA e EPA.

Uma pessoa que decidisse aumentar os seus aportes de ácidos gordos ómega 3 de origem vegetal não sentiria qualquer diferença a não ser que reduzisse, em simultâneo e de forma considerável, os seus aportes de ómega 6. Ou seja, devemos consumir tanto ómega 3 de origem vegetal como ómega 6. No entanto, a realidade é muito diferente desta situação ideal, dado que consumimos entre 15 a 50 vezes mais ómega 6 do que ómega 3 de origem vegetal.

Em número superior, os ómega 6 suplantam os ómega 3 e invadem as membranas celulares em seu lugar, conduzindo à formação de milhares de milhões de moléculas pró-inflamatórias (5-6), que se suspeita desempenharem um papel determinante no desenvolvimento e na exacerbação das doenças crónicas.

Esta constatação espantosa poderia ser corrigida através do consumo diário de peixes gordos ricos em EPA e em DHA. Infelizmente, a contaminação deste tipo de peixes com poluentes e a sua baixa acessibilidade não permitem o seu consumo diário… Os nossos aportes reais em ómega 3 de origem marinha, EPA e ADH, estão muito longe dos aportes mínimos recomendados, e ainda mais longe dos aportes ideais.

A toma de um suplemento de EPA e DHA é a solução mais simples e mais eficaz para recuperar membranas saudáveis o mais rapidamente possível.

Quais são os benefícios confirmados do EPA e do DHA?

O EPA e o DHA são moléculas que se imiscuem nas camadas lipídicas (de gordura) que delimitam as células do nosso corpo, denominadas membranas celulares. É a partir deste espaço estratégico que eles atuam em funções muito diversas do organismo.

Uma ação certa contra a inflamação crónica e os problemas metabólicos.

A incorporação do EPA e do DHA nas membranas celulares confere-lhes uma melhor fluidez e uma permeabilidade ótima. Trata-se de um fator muito importante, pois uma membrana pouco fluida reduz as trocas membranares e propicia um estado de inflamação crónica.

Além disso, em caso de inflamação sistémica, o organismo pode recorrer a este stock de ómega 3 e transformá-los em moléculas anti-inflamatórias. Com os ómega 6 verifica-se o contrário, dado que estes se transformam em compostos pró-inflamatórios propícios ao desenvolvimento de disfunções metabólicas tais como a insulinoresistência e a síndrome metabólica.

Uma diminuição do risco de problemas cardiovasculares

Nos últimos anos, 12 estudos evidenciaram o interesse da toma de um suplemento de ómega 3 na prevenção da síndrome coronária e de outros problemas cardiovasculares (7).

Estes efeitos explicam-se por vários mecanismos. A toma de um suplemento de ómega 3 contribui em primeiro lugar para uma diminuição da concentração dos ómega 6 nas membranas e, por efeito dominó, para uma redução da transformação destes últimos em derivados pró-inflamatórios (8). Atua igualmente na placa de ateroma, que está na origem dos problemas cardiovasculares; os ómega 3 ajudam a baixar a tensão arterial e os triglicéridos (9), cujo nível elevado é um fator de risco reconhecido, diminuindo a produção hepática de triglicéridos e aumentando a sua depuração por meio dos veículos de transporte LDL. Estabilizam igualmente a placa de ateroma diminuindo a produção de citocinas inflamatórias e impedindo a adesão dos monócitos às paredes vasculares (10-11). Por último, os ómega 3 são também reguladores de um grande número de genes, em particular os que estão envolvidos no metabolismo lipídico.

Uma otimização da função cognitiva

Vários estudos, entre eles um muito célebre publicado em 2002, mostram que a toma de um suplemento de EPA durante várias semanas leva a uma forte diminuição dos problemas depressivos numa boa parte das pessoas que sofrem de depressão grave (12-13).

Aliás, a depressão pós-parto poderia ter origem justamente numa diminuição dos níveis de EPA e de DHA nas células da grávida, que podem atingir stocks muito reduzidos no final da gravidez (14). Os investigadores descobriram que seria preciso cerca de um ano para reconstituir os níveis de stocks iniciais necessários para o bom funcionamento dos sistemas serotoninérgicos e colinérgicos (o DHA representa, em situações normais, 10 a 20% da composição em ácidos gordos do cérebro (15)). Níveis baixos de DHA nas membranas celulares do cérebro não conduzem apenas à depressão. Levam também a défices de dopamina nas zonas corticais, o que contribui para o declínio cognitivo e prejudica o crescimento e o desenvolvimento do sistema nervoso.

Integrado na membrana, o DHA permite uma melhor flexibilidade desta, influenciando as velocidades de transdução e de neurotransmissão. Tem igualmente uma ação no desenvolvimento dos prolongamentos neuronais, no estabelecimento das sinapses, na neuroplasticidade, na maturação dos neurónios e sua posterior migração para as zonas-alvo, desempenhando um papel considerável nas capacidades motoras, sensoriais e cognitivas (16). Carlson e a sua equipa mostraram assim a influência positiva de uma alimentação rica em ómega 3 nas capacidades de aprendizagem.

Uma proteção da função visual

O DHA representa mais de 30% dos ácidos gordos totais da retina (17). É um dos compostos mais importantes que constituem as membranas dos segmentos externos dos fotorrecetores (18). Ora, a renovação constante destes compostos celulares exige um aporte regular e elevado de DHA ou dos respetivos precursores. O DHA propicia também uma etapa fundamental do mecanismo de fototransdução (19), que permite a conversão da energia luminosa em mensagem nervosa (20). Não é, por isso, surpreendente ficar a saber que as deficiências em DHA estão correlacionadas com várias disfunções do sistema visual, como a DMLA (21-23).

O que é que torna Super Omega 3 verdadeiramente excecional?


1) É um complemento 100% natural com uma biodisponibilidade ideal

Como todos os nossos suplementos de ómega 3 (Super EPA e Super DHA), Super Omega 3 apresenta os ácidos gordos EPA e DHA na sua forma natural (triglicéridos). Trata-se de uma forma mais cara do que o seu equivalente sintético (estéres etílicos), mas os estudos revelam que seria mais fácil de digerir (sem libertação de etanol) e duas vezes mais biodisponível.

Por outro lado, contrariamente a muitos laboratórios, optámos por elaborar o nosso produto a partir de óleo de peixes selvagens. De facto, vários estudos mostram que os peixes de aquicultura contêm menos ómega 3 e mais ómega 6 (24). Esta anomalia é explicada pela inadequação da alimentação de aquicultura; os peixes selvagens alimentam-se de pequenos peixes, de crustáceos e de microalgas, muito ricas em ómega 3, ao passo que os peixes de aquicultura são frequentemente alimentados com cereais e óleos vegetais ricos em ómega 6. Além disso, são criados em condições sanitárias precárias, muitas vezes desumanas, e a utilização de antibióticos e de antifúngicos é muito comum.

2) A sua produção respeita o ambiente

Para garantir uma qualidade ideal, o produto Super Omega 3 é produzido a partir de um óleo de peixe de primeira qualidade, proveniente de zonas de pesca isentas de qualquer influência industrial. Pescadas ao largo das costas do Peru e do Chile, as espécies de peixes (sardinhas, cavalas e anchovas) são escolhidas pelo seu teor naturalmente elevado em ácidos gordos ómega 3. Os óleos produzidos desta forma são certificados Friend of the Sea®, o que quer dizer que são provenientes de pesca sustentável, que respeita critérios de conformidade exigentes e cuja gestão das quotas de pesca está assegurada. Dá-se preferência aos peixes gordos de tamanho pequeno pois os maiores têm um tempo de vida mais longo e acumulam resíduos: mercúrio, dioxinas e até pesticidas.

3) Apresenta um perfil de segurança máximo

Para garantir a total ausência de contaminantes (PCB, metais pesados, dioxinas) a SuperSmart recorre a uma tecnologia de purificação patenteada. Utilizamos depois um processo natural designado hidrólise enzimática, que permite obter a concentração mais elevada de EPA e DHA num óleo 100% puro.

Além disso, como os ácidos gordos ómega 3 são compostos muito sensíveis à oxidação, juntamos ingredientes naturais para maximizar a sua preservação. Com efeito, quando oxidam, os ómega 3 transformam-se em ácidos gordos trans e perdem todo e qualquer interesse benéfico para o organismo. É portanto indispensável protegê-los com antioxidantes para que conservem os seus benefícios ao longo do tempo. Foi por esta razão que a SuperSmart optou por juntar tocoferóis (vitamina E) a esta fórmula de exceção. É também por esta razão que é aconselhado conservar o seu boião em local seco, fresco e resguardado da luz.

O que acontece aos ómega 3 depois de serem ingeridos?

Após a ingestão e absorção, o EPA e o DHA são incorporados nas membranas celulares com os fosfolípidos. Esta incorporação é um processo lento , por isso é necessário tomar Super Omega 3 diariamente durante várias semanas, ou mesmo meses, para constatar plenamente os seus benefícios.

No final da toma do suplemento, os aportes em ómega 3 refletem-se na composição dos fosfolípidos membranares. O estudo NAT-2 mostrou que o consumo de ómega 3 induzia um aumento significativo dos níveis membranares de ómega 3 (podendo atingir 70%). Para o conseguir, aconselha-se reduzir os aportes de ómega 6 durante toda a duração da toma do suplemento.

Está confirmado que o EPA e o DHA chegam ao cérebro?

Sim. Estes dois compostos atravessam a barreira hemato-encefálica com a ajuda de proteínas de transporte específicas com ácidos gordos poli-insaturados de cadeias longas. Vários ensaios realizados no ser humano mostraram de forma inequívoca que a toma de ómega 3 por via oral originava a sua acumulação nos tecidos do sistema nervoso central (25-26).


Nota: este produto não deve substituir uma alimentação diversificada e equilibrada nem um modo de vida saudável. Respeitar os conselhos de utilização, a dose diária aconselhada e a data limite de utilização. Desaconselhado para grávidas ou mulheres a amamentar e para crianças com menos de 15 anos. Manter fora do alcance das crianças. Conservar em local seco e fresco.

Referências

  1. Food and Nutrition Board (FNB), Institute of Medicine (IOM). Dietary reference intakes for Energy, Carbohydrates, Fiber, Fats, Protein and Amino Acids (Macronutrients), The National Academies Press, 2005, Executive summary, page 11.
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