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As medicinas tradicionais do mundo (ayurvédica, chinesa, africana…)

Praticadas há vários milénios, as medicinas tradicionais são sempre muito ricas em ensinamentos. Descubra os princípios, as aplicações e ingredientes chave das grandes medicinas ancestrais.
Mulher a desfrutar de uma massagem ayurvédica
As medicinas tradicionais visam prevenir as doenças e acalmar as mentes.
Rédaction Supersmart.
2021-04-20Comentários (0)

A medicina tradicional chinesa

A medicina chinesa – a medicina tradicional mais conhecida – é rica em muitas práticas positivas para o corpo, mas também para a mente.

História

A medicina tradicional chinesa assenta nas noções de equilíbrio, de harmonia e de energia. Devemos o respetivo desenvolvimento a 3 imperadores chineses: Fuxi, Shennong e Huang Di. Os primeiros escritos desta medicina datam de 1700 a 1500 A.C..

Princípios-chave

De acordo com a medicina chinesa, o corpo possui aquilo que se chama “energia vital” – o Qi – que deve poder circular livremente no corpo para que este continue saudável. O Qi é constituído pelo yin, frio, e pelo yang, quente e ativo, que devem estar equilibrados ao máximo.

O ambiente é um constituinte essencial da medicina chinesa. Por isso, ela tem em conta o clima, a estação do ano, a localização, mas também o ambiente familiar e a hereditariedade. Quando surge um desequilíbrio, o corpo tem a capacidade de recuperar o equilíbrio e pode curar-se de forma automática e natural. Assim, a medicina chinesa procura prevenir as doenças em vez de as curar, e incentivar esta capacidade de auto-cura que todos possuímos/p>

Os cuidados praticados

Na medicina chinesa é possível recorrer a inúmeras práticas e cuidados específicos, que serão personalizados consoante as necessidades, mas também conforme o nível de “energia vital” do indivíduo. Podemos, por exemplo, praticar sessões de acupunctura em pontos exatos do corpo (designados meridianos), para facilitar a circulação do Qi. Utiliza-se muito a acupunctura para aliviar problemas de otorrino, as tensões ou os problemas digestivos.

A massagem Tui Na representa um outro constituinte essencial da medicina tradicional chinesa. Este tipo de massagem utiliza igualmente os pontos de acupunctura, associados à aplicação na pele de pomadas e bálsamos escolhidos consoante as necessidades.

Por último, além da alimentação que visará privilegiar determinados alimentos yin ou yang, a prática de desportos ligeiros como o Qi-gong ou o Tai-Chi é também muito comum para acalmar a parte mental e melhorar a gestão das emoções!

As plantas e ativos mais utilizados

A China possui imensas plantas medicinais, utilizadas tradicionalmente para prevenir e combater inúmeras doenças. Entre estas plantas importantes figura, nomeadamente, o ginseng, que contribui para apoiar o sistema imunitário, a cognição e a vitalidade (1). Encontramo-lo hoje em dia na forma de suplemento alimentar (como Ginseng 30 %, com um elevado teor de ginsenosídeos).

Citemos também o ginkgo biloba, a árvore cultivada na China há vários milénios. As sementes e folhas desta árvore são utilizadas na medicina chinesa devido à respetiva riqueza em flavonóides. Os suplementos de ginkgo contribuem para conservar uma boa circulação sanguínea, uma boa memória e um bom equilíbrio mental (opte, por exemplo, por Ginkgo biloba) (2).

A medicina tradicional indiana

A ayurveda inspira-se na natureza e nos elementos terra, água, ar e fogo para determinar a constituição de cada pessoa, caracterizada em 3 categorias: Vata, Pitta e Kapha.

História

Contração dos termos de sanscrito -ayur (que significa a vida) e -veda (que significa a ciência), “ayurveda” é o termo comum usado para definir a medicina tradicional indiana ou ayurvédica. À semelhança da medicina tradicional chinesa, a ayurveda não data de ontem; as seus primeiros indícios datam de há mais de 5000 anos!

Princípios-chave da ayurveda

A medicina ayurvédica começa sempre por fazer um balanço-diagnóstico, com vista a determinar o tipo de constituição da pessoa, por forma a adaptar depois o tratamento consoante as necessidades para reequilibrar o corpo caso existam problemas.

Segundo a ayurveda, todas as doenças são, de facto, geradas por um desequilíbrio dos “doshas”, causado pelo modo de vida ou por uma alimentação desadequada. A ayurveda tem também especialmente em conta as estações do ano e as necessidades específicas do organismo em cada período do ano.

Os cuidados praticados

Tal como a medicina tradicional chinesa, a medicina ayurvédica inclui inúmeras práticas que visam reequilibrar o organismo. Na Índia, a ayurveda é um verdadeiro modo de vida, que atua tanto no corpo como na mente. Ou seja, na ayurveda podemos recomendar uma alimentação específica, cuidados corporais e massagens, a utilização de especiarias ou de suplementos alimentares, mas também exercício físico como o ioga, associados a sessões de meditação e de relaxamento.

As plantas e ativos mais utilizados

A natureza ocupa um lugar crucial na medicina ayurvédica! As plantas e os óleos essenciais fazem parte de inúmeros protocolos que visam restabelecer o equilíbrio em caso de perturbações.

Entre as plantas indianas mais utilizadas, citemos nomeadamente o manjericão (também chamado tulsi). Rico em cânfora, tem a reputação de contribuir para acalmar as três doshas e para apoiar a vitalidade, o sistema imunitário e a resistência ao stress (encontra-o na fórmula sinérgica Adaptogenic Potion) (3).

Na medicina ayurvédica, entre as plantas em pó, encontramos muitas vezes o “sidr”, o “brahmi” e, sobretudo, o ashwagandha. Esta planta adaptogénica é apreciada há muitos anos pelas suas inúmeras virtudes para a saúde mental, o relaxamento e a saúde cardiovascular (4). Encontramo-la na forma de suplemento normalizado em witanolidas, os ingredientes mais ativos da planta (como Super Ashwagandha).

A medicina ancestral de África

Atualmente estima-se que 60 a 80% dos africanos recorram a remédios tradicionais para combater as doenças comuns e benignas. A medicina tradicional africana, apesar de agora complementada por tratamentos médicos convencionais, continua ainda a ser muito praticada e rica, com muitos benefícios.

História

Considerada frequentemente como sendo mágica no passado, a medicina tradicional africana sofreu um rude golpe com a chegada em grande escala da Sida, face à qual os curandeiros e adivinhos não encontravam qualquer solução. Se, do ponto de vista do Ocidente, este tipo de medicina parece obscuro dado que está muito longe da medicina convencional, a verdade é que não lhe faltam vantagens.

Princípios-chave da medicina tradicional africana

A medicina ancestral de África define-se como um conjunto de práticas muito espirituais e muito fitoterapêuticas para combater as doenças. Por isso, encontramos muitos curandeiros, que continuam ainda hoje a praticar encantamentos ou a deitar a sorte para atuar de forma específica nos problemas encontrados. A medicina africana caracteriza-se por uma abordagem complementar entre o corpo e a mente e as várias respetivas interações.

Os cuidados praticados

Os cuidados praticados na medicina africana são muito variados. Para tratar a dor de garganta ou as dores de cabeça fazem-se cataplasmas à base de plantas e de pomadas. A febre combate-se recorrendo a banhos de vapor e curas de jejum ou massagens são igualmente prescritas conforme os problemas.

As plantas e ativos mais utilizados

De entre as plantas mais utilizadas na medicina africana podemos citar a griffonia, da qual são extraídas as sementes pela sua riqueza em vitaminas, em minerais e em hidroxitriptofano (5-HTP), um precursor da serotonina (5). Por esta razão, a griffonia está disponível na forma de suplemento alimentar destinado a contribuir para o bom funcionamento do sistema nervoso (como 5-HTP).

O desmodium , por seu lado, é privilegiado por desintoxicar o organismo. Esta planta herbácea originária da África equatorial é, de facto, servida na forma de decocção pelos curandeiros, em virtude dos seus benefícios para a saúde do fígado (6). Está disponível na forma de extrato líquido (opte, por exemplo, por Desmo Forte™).

Outras grandes medicinas tradicionais do mundo

Como é óbvio, haveria ainda muito a dizer sobre a medicina tradicional dos índios da América, dos Inuits, do “savoir-faire” dos herboristas medievais, etc. E muitos outros!

Utilizadas juntamente com a medicina alopática atual, as várias medicinas tradicionais do mundo estão repletas de práticas e de ativos extraídos da natureza para nos ajudar a reequilibrar tanto o corpo como a mente.

Referências

  1. Kang S, Min H. Ginseng, the 'Immunity Boost': The Effects of Panax ginseng on Immune System. J Ginseng Res. 2012 Oct;36(4):354-68. doi: 10.5142/jgr.2012.36.4.354. PMID: 23717137; PMCID: PMC3659612.
  2. Silberstein RB, Pipingas A, Song J, Camfield DA, Nathan PJ, Stough C. Examining brain-cognition effects of ginkgo biloba extract: brain activation in the left temporal and left prefrontal cortex in an object working memory task. Evid Based Complement Alternat Med. 2011;2011:164139. doi:10.1155/2011/164139
  3. Jamshidi N, Cohen MM. The Clinical Efficacy and Safety of Tulsi in Humans: A Systematic Review of the Literature. Evid Based Complement Alternat Med. 2017;2017:9217567. doi:10.1155/2017/9217567
  4. Salve J, Pate S, Debnath K, Langade D. Adaptogenic and Anxiolytic Effects of Ashwagandha Root Extract in Healthy Adults: A Double-blind, Randomized, Placebo-controlled Clinical Study. Cureus. 2019;11(12):e6466. Published 2019 Dec 25. doi:10.7759/cureus.6466
  5. Birdsall TC. 5-Hydroxytryptophan: a clinically-effective serotonin precursor. Altern Med Rev. 1998 Aug;3(4):271-80. PMID: 9727088.
  6. Kalyani GA, Ramesh CK, Krishna V. Hepatoprotective and Antioxidant Activities of Desmodium Triquetrum DC. Indian J Pharm Sci. 2011;73(4):463-466. doi:10.4103/0250-474X.95652
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