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Suplementos alimentares para a gestão da glicemia

Glicemia

Procura produtos naturais para baixar eficazmente a sua glicemia? Está no lugar certo. Descubra aqui a nossa seleção dos melhores suplementos alimentares para reduzir a glicemia.

Cada um destes suplementos inovadores utiliza um ou mais mecanismos de ação para baixar o seu nível de açúcar no sangue: desaceleração da absorção de carboidratos, estimulação da secreção de insulina, aumento da sensibilidade à insulina, melhoria da função metabólica, etc. Eles garantem efeitos eficazes e rápidos, sem efeitos secundários.

Entre os nossos suplementos alimentares, descubra especialmente Gymnema sylvestre e a indispensável Berberine, dois produtos estrela da medicina ayurvédica, cujos efeitos hipoglicémicos alegram os nossos clientes. Carbo Defense e extrato de banaba Glucofit™ também têm grande sucesso. Em caso de diabetes, não hesite em pedir conselho a um profissional de saúde para ajudá-lo a escolher as cápsulas mais adequadas ao seu perfil.

Descubra também os nossos suplementos alimentares anti-colesterol.

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Quais são os melhores suplementos alimentares para reduzir os níveis de açúcar no sangue?

Quais são os melhores complementos para baixar os níveis de açúcares no sangue (glicémia) nos indivíduos pré-diabéticos ou diabéticos?

Se há um domínio em que os complementos alimentares são muito eficazes, é este. Existem inúmeras moléculas (a maioria de origem natural) capazes de baixar a glicémia e melhorar o quotidiano dos diabéticos. No essencial, estes complementos contribuem para baixar o nível de açúcar no sangue por meio de 3 mecanismos diferentes:

  • Aumentar a secreção de insulina, o que contribui para fazer entrar mais facilmente os açúcares sanguíneos nas células.
  • Estimular a glicólise, um processo que degrada o açúcar para produzir energia.
  • Abrandar o ritmo da síntese de açúcar no fígado a partir de reservas não glucídicas (o que designamos por neoglucogénese).

A berberina – certamente a substância mais notável

A berberina é o principal composto de várias plantas medicinais tradicionais como a Rhizoma coptidis e a Berberis vulgaris (o espinheiro-vinhedo). É provavelmente o remédio natural mais eficaz para baixar a glicémia.

Consegue baixar a glicémia em jejum e a glicémia pós-prandrial (a que é medida após as refeições), o que é comprovado por análises ao sangue, infuenciando o peso de forma positiva.

Um estudo recente mostrou que a toma de 500 mg de berberina, duas vezes por dia durante 3 meses, provocava melhorias espetaculares nos níveis de açúcares no sangue em jejum e após as refeições, e nos níveis de Hba1c (o melhor reflexo da glicémia num determinado período). Um outro estudo mostrou que a berberina era pelo menos tão eficaz como a metformina – o medicamento mais receitado pelos médicos aos diabéticos.

Uma meta análise recente, ou seja, um “super estudo” que agrupa todos os estudos sérios publicados sobre o assunto, concluiu em fevereiro de 2015 a eficácia da berberina para “melhorar a diabetes de tipo 2”, “melhorar a hiperlipidemia” e “baixar a hipertensão” sem causar o mínimo efeito secundário! Este “super estudo” apoia-se em 27 ensaios clínicos, ou seja, em experiências realizadas diretamente no ser humano.

A dosagem certa: uma cápsula de berberina 500 mg imediatamente antes ou após as duas principais refeições do dia.

A vitamina D – uma substância incontornável a não negligenciar – sobretudo em caso de excesso de peso

Embora a vitamina D seja uma substância orgânica indispensável ao bom funcionamento do organismo, perto de 80% da população ocidental e a quase totalidade das pessoas com mais de 60 anos não atinge os aportes recomendados.

Além do seu papel crucial na absorção do cálcio, a vitamina D reduz, no entanto, o risco de resistência à insulina, um processo patológico que surge nos diabéticos e que agrava a doença. Este efeito benéfico seria mais acentuado em caso de excesso de peso; um estudo mostrou que os indivíduos obesos apresentavam um risco 12 vezes superior de desenvolver resistência à insulina em caso de níveis insuficientes de vitamina D.

Mas este efeito é igualmente visível nas pessoas “saudáveis”; a toma de vitamina D3 por indivíduos saudáveis (420 UI por dia durante um ano) permitiu aumentar os níveis de vitamina D no sangue (de 13 ng/ml para 24 ng/mL), baixar a glicémia em jejum (de 88,3 mg/dL para 85,3 mg/dL) e melhorar significativamente a resistência à insulina (de 1,17 para 0,84). Um outro estudo mostrou que a toma diária de, pelo menos, 500 UI de vitamina D diminuía o risco de diabetes de tipo II em 10 a 40%, em função dos níveis iniciais de vitamina D circulante.

A dosagem certa: um comprimido por dia de vitamina D3 1000 UI durante pelo menos 3 meses, idealmente no inverno para compensar a falta de exposição solar.

O ginseng – um tonificante que também baixa a glicémia

A redução da glicémia não é o principal efeito benéfico do ginseng; retemos mais a sua capacidade de tonificar o organismo e de estimular o sistema imunitário das pessoas que sofrem de fadiga ou que estão enfraquecidas.

Mas esta é uma propriedade salientada por ensaios clínicos; um estudo realizado com idosos que sofrem de diabetes de tipo 2 mostrou que a toma diária de um extrato normalizado a 10% de ginsenósidos (3 vezes 1 g por dia durante 2 meses, 40 minutos antes de cada refeição) reduzia a glicémia em jejum (- 0,71 mmol/L) e o nível de HbA1c (-0,3 %). Um outro estudo mostrou que o ginseng normalizado podia igualmente baixar a glicémia após a refeição sem alterar a secreção de insulina e sem provocar o mínimo efeito secundário.

A dosagem certa: 3 a 4 cápsulas de Ginseng normalizado a 30% de ginsenósidos (os princípios ativos) um pouco antes da refeição.

O crómio – um minerais que potencia a ação da insulina

O crómio é um oligoelemento indispensável ao bom funcionamento do organismo. Uma das suas particularidades consiste em potenciar a sensibilidade dos tecidos à insulina, o que contribui de forma natural para baixar os níveis de açúcar e de insulina no sangue. Infelizmente, a agricultura intensiva e o refinamento moderno baixam o teor em crómio dos alimentos… Além disso, estudos epidemiológicos mostram que os índices de crómio baixam com a idade e que esta situação está associada ao desenvolvimento de diabetes de tipo 2.

Uma meta análise de 41 ensaios clínicos relativos à toma de suplementos de crómio (para doses de 1 a 1000 µg e períodos compreendidos entre 3 e 8 meses) concluiu pela eficácia deste para reduzir a glicémia em jejum e os índices de HbA1c nos diabéticos.

A dosagem certa: 2 cápsulas de Crominex® 3+ (ou seja 2 x 400 µg) após as duas principais refeições do dia.

O ácido alfa-lipóico – o super antioxidante universal para quem sofre da doença há vários anos

Presente em todas as células do organismo, o ácido alfa-lipóico (AAL) destina-se essencialmente a “limitar os danos” nos diabéticos atingidos pela doença há vários anos.

A sua administração oral reduz principalmente os sintomas das neuropatias provocadas pela diabetes, como as dores, inchaços e picadas nas pernas. Mas um estudo recente mostrou que quantidades que variavam entre 300 a 1200 mg por dia melhoravam também a sensibilidade à insulina e permitiam baixar os níveis de açúcar no sangue nos indivíduos com diabetes de tipo 2.

A dosagem certa: 3 cápsulas de Ácido R-lipóico (3 x 100 mg) espaçadas ao longo do dia durante vários meses.

Em menor grau, são também eficazes para baixar a glicémia: a curcumina, as fibras alimentares, os extratos de Gymnema sylvestre, a silimarina.

Para baixar a glicémia deve evitar-se: a niacina, as enzimas digestivas, o CLA (ácido linoleico conjugado), o óleo de krill e a vitamina C.

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