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Xanthohumol + Olive Leaf Extract
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Olive Leaf Extract 125 mg
Fórmula mediterrânica de tripla ação contra o colesterol e os triglicéridos sanguíneos
  • Produzida naturalmente a partir das folhas de oliveira (Olea Europaea).
  • Teor excecional em oleuropeína (125 mg normalizado a 32%).
  • Efeitos provados clinicamente.
  • Contribui para baixar o colesterol LDL e o nível de triglicéridos.
  • Combate a oxidação lipídica nos vasos sanguíneos.
Xanthohumol

Um extrato de flores de lúpulo padronizado em xantohumol com propriedades quimiopreventivas inéditas:

  • Contém xantohumol, um composto antioxidante natural 200 vezes mais potente do que o resveratrol do vinho tinto.
  • Contribui para lutar contra o stress oxidativo e para manter a saúde ideal das células humanas.
  • Facilita o adormecer e acalma a irritabilidade (nervosismo, agitação, tensão).
  • Contribui para o equilíbrio hormonal (atenuação dos afrontamentos e dos desconfortos associados à menopausa).
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Olive Leaf Extract 125 mg

Olive Leaf Extract é uma fórmula natural produzida a partir das folhas de oliveira e destinada a controlar a lipidemia. É sustentada por três ensaios clínicos que demonstraram a sua capacidade de baixar o colesterol LDL e o índice de triglicéridos no sangue, fazer subir o índice de colesterol HDL e combater a oxidação lipídica.

Em que consiste Olive Leaf Extract?

Olive Leaf Extract é um complemento alimentar de origem natural produzido a partir de folhas de oliveira. Contém uma elevada quantidade de oleuropeína, um fitonutriente bioativo específico da oliveira, que lhe permite controlar os lípidos sanguíneos e evitar a reabsorção dos glúcidos.

Destina-se a todos os que desejam melhorar a sua saúde cardiovascular e preservar a integridade dos seus vasos sanguíneos. Porque apresentam fatores de risco, algumas pessoas são particularmente suscetíveis de estar interessadas neste produto:

  • as pessoas com excesso de peso;
  • as pessoas com diabetes de tipo 2;
  • as pessoas com propensão para problemas de circulação sanguínea;
  • as pessoas que sofrem de hipertensão;
  • as pessoas stressadas;
  • as pessoas em situação de hipercolesterolemia.

De que é composto o complemento alimentar Olive Leaf Extract?

Os efeitos benéficos da oliveira são atribuídos à sua riqueza excecional em compostos fenólicos, moléculas conhecidas pelas suas fortes propriedades antioxidantes. Na oliveira estes compostos estão envolvidos nos mecanismos de defesa contra a predação por insetos, as infeções, as agressões microbianas múltiplas e os raios UV (1-2), mas apresentam também atividades biológicas quando são ingeridos pelo ser humano. Sabe-se que diminuem o risco de um determinado número de patologias, opondo-se – nomeadamente – aos radicais livres e modificando favoravelmente os equilíbrios enzimáticos.

Na oliveira, a oleuropeína é o composto fenólico mais abundante (3) (cerca de 25% do extrato). É ele o responsável pelo sabor amargo característico do azeite virgem, mas existem muitos outros, que encontramos também em Olive Leaf Extract: apigenina, ácido cafeico, catequinas, ácido cumárico, diosmetina, ácido ferrúlico, ácido gálico, hesperidina, hidroxitirosol, luteolina, oleosida, quercetina, rutina, tirosol, vanilina, verbascosídeo…

Como o interesse terapêutico das folhas de oliveira foi correlacionado com o seu teor em oleuropeína, Olive Leaf Extract foi concebido para conter o máximo possível de oleuropeína.

Quais são os mecanismos de ação de Olive Leaf Extract?

Quais são os mecanismos de ação de Olive Leaf Extract?

As folhas de oliveira são empregadas em fitoterapia desde a antiguidade. Parece que os antigos já as usavam pelas suas propriedades anti-lipidémicas, além das suas virtudes anti-sépticas e antivirais.

Desde então, os trabalhos científicos permitiram validar estas utilizações e identificar novas propriedades antioxidantes (11-12), anti-inflamatórias (15), anti-envelhecimento (18), antimicrobianas (4-5), antivirais (6), antifúngicas (7), gastro-protetoras (8), hipoglicemiantes (9), hipotensoras (10), anti-aterogénicas (13), hipolipidémicas (14), neuroprotetoras (16) e vasodilatadoras (17).

Três mecanismos de ação exatos explicam, no entanto, a maioria dos efeitos de Olive Leaf Extract no plano cardiovascular:

1) a ação anti-colesterol

Os polifenóis da oliveira, e em particular a oleuropeína, atuam sobre a excreção do colesterol (19). Propiciam a evacuação do excesso de colesterol pelas vias biliares, depois pela descarga duodenal e por último, pelas fezes.

2) a ação antioxidante

O potencial antioxidante da oleuropeína é excecional. Uma alimentação enriquecida em extrato de oleuropeína e seus derivados durante 6 semanas melhorou a capacidade antioxidante em idosos institucionalizados (20). Trata-se de uma solução natural para combater o stress oxidativo e inibir a oxidação dos LDL (21).

3) a ação na absorção dos açúcares

Ao fixar-se na sacarase e na maltase, duas enzimas envolvidas na digestão, a oleuropeína opõe-se à absorção dos açúcares, diminuindo, por conseguinte, o pico glucídico. Contribui igualmente para isso abrandando a atividade do veículo de transporte de açúcares, GLUT2.

É apoiado por estudos científicos?

A ação de Olive Leaf Extract foi medida diretamente em três ensaios clínicos realizados no ser humano (22).

1) Toma do suplemento durante um ano, 250 mg por dia

Após 12 meses de toma diária do suplemento por sujeitos que apresentavam índices de colesterol elevados no sangue, os investigadores registaram:

  • uma redução de 20% do colesterol LDL (mau);
  • uma subida de 13% do colesterol HDL (bom);
  • uma diminuição de 10% do colesterol total e de 5% dos triglicéridos.

2) Toma de suplemento de 4 semanas, 250 mg por dia

Nos sujeitos com excesso de peso, e por um período de 4 semanas, o rácio com caráter de previsão do risco coronário melhorou de forma notável relativamente ao placebo. Constatou-se uma diminuição clara dos triglicéridos.

3) Toma de suplemento de 8 semanas, 250 mg por dia

O terceiro estudo interessou-se pelo poder oxidativo de Olive Leaf Extract. Os resultados clínicos após a toma de um suplemento de 250 mg por dia mostraram que Olive Leaf Extract reduzia em mais de 30% os níveis de MDA (malondialdeído), um marcador do stress oxidativo encontrado na urina.

Porquê extratos de folhas e não extratos de azeitonas?

Trabalhos realizados indicam que as folhas são tão ricas em oleuropeína como os frutos (23), mas as folhas de oliveira são consideradas primordialmente como fontes naturais renováveis para a extração desta substância (24). Razão pela qual o Olive Leaf Extract, e o seu composto Olécol®, se apoiam sobretudo nas folhas de oliveira.

Cinco boas razões para escolher Olive Leaf Extract para a saúde dos seus vasos sanguíneos

1) A variedade, a maturidade e a conservação das azeitonas influenciam consideravelmente o seu conteúdo em antioxidantes. Por outro lado, longe das terras mediterrânicas, é difícil poder contar todo o ano com azeitonas para reforçar a saúde cardiovascular. Com um teor excecional e estável em polifenóis de oliveira, Olive Leaf Extract resolve este problema e oferece às pessoas do mundo inteiro a hipótese de usufruir plenamente das virtudes da dieta mediterrânica.

2) A adoção de uma alimentação mediterrânica está associada a uma redução do risco de mortalidade, independentemente das causas (25). Os trabalhos científicos atribuem maioritariamente efeitos protetores à oliveira (26).

3) A biodisponibilidade da oleuropeína é muito elevada; fala-se de 55 a 60% no ser humano (27). A concentração plasmática máxima acontece duas horas após a administração oral. Outros trabalhos demonstraram também que a oleuropeína conseguia atravessar a barreira hemato-encefálica (28).

4) A dieta mediterrânica foi inscrita em 2010 no património mundial da Unesco na lista das heranças culturais intangíveis da humanidade.

5) As doenças cardiovasculares constituem a primeira causa de morte em todo o mundo: todos os anos, mais de 17 milhões de pessoas morrem devido a estas doenças.

O plano de acompanhamento para maximizar os benefícios de Olive Leaf Extract

Para otimizar a eficácia de Olive Leaf Extract, é possível aplicar o plano de ação seguinte durante todo o período de toma do suplemento:

  1. Aumente significativamente a quantidade de frutas e legumes, de frutos secos e de cereais integrais nos seus menus.
  2. Utilize o máximo de especiarias, de aromáticas, de alho e de cebola.
  3. Utilize única e exclusivamente azeite para temperar e óleo de colza para cozinhar.
  4. Consuma diariamente pelo menos um iogurte (idealmente de cabra).
  5. Limite os seus aportes de aves e de carnes vermelhas e dê preferência aos peixe e ao marisco, na medida do possível.
  6. Pratique uma atividade física diária (caminhadas após as refeições, atividade desportiva, exercícios…).
  7. Tome um complemento multivitaminado diariamente.

Estas medidas inscrevem-se no âmbito de uma dieta mediterrânica, inspirada nos hábitos alimentares que tinham tradicionalmente as populações da Bacia mediterrânica. Acompanha perfeitamente a toma diária de Olive Leaf Extract, mas não é indispensável à persistência dos efeitos benéficos do complemento alimentar.

Nota: este produto não deve substituir uma alimentação diversificada e equilibrada nem um modo de vida saudável. Respeitar os conselhos de utilização, a dose diária aconselhada e a data limite de utilização. Desaconselhado para grávidas ou mulheres a amamentar e para crianças com menos de 15 anos. Manter fora do alcance das crianças. Conservar em local seco e fresco.

Referências

  1. Lo Scalzo, R., Scarpati, M.L., Verzebgnassi, B., Vita, G., (1994). Olea europaea chemical repellent to Dacis oleae females. J. Chem. Ecol., 20, 1813-1923.
  2. Uccella, N., (2001). Olive biophenols : biomolecular characterization, distribution and phytolexin histochemical localization in the drupes. Trends Food Science and Technology. 11, 315-327.
  3. Benavente-Garcia, O., Castillo, J., Lorente, J., Ortuno, A., Del Rio, J. A., (2000). Antioxidant activity of phenolics extracted from Olea europaea L-leaves. Food Chemistry, 68(4), 457-462.
  4. Sudjana, A.N., D’Orazio, C., Ryan, V., Rasool, N., Ng, J., Islam, N., Rileya, T.V. Hammera, K.A., (2009). Antimicrobial activity of commercial Olea europaea (olive) leaf extract. International Journal of Antimicrobial Agents, 33, 461-463.
  5. Pereira, A. P., Ferreira, I.C.F.R., Marcelino, F., Valentão, P., Andrade, P.B., Seabra, R., Estevinho, L., Bento, A., Pereira, J.A., (2007). Phenolic Compounds and Antimicrobial Activity of Olive (Olea europaea L. Cv. Cobrançosa) Leaves. Molecules, 12, 1153-1162.
  6. Micol, V., Caturla, N., Pérez-Fons, L., Más, V., Pérez, L., Estepa, A., (2005). The olive leaf extract exhibits antiviral activity against viral haemorrhagic septicaemia rhabdovirus (VHSV). Antiviral Res., 66(2-3):129-36.
  7. Korukluoglu, M., Sahan, Y., Yigit, A., (2008), Antifungal properties of olive leaf extracts and their phenolic compounds. Journal of Food Safety, 28 (1), 76-87.
  8. Dekanski, D., Janicijevic-Hudomal, S., Tadic, V., Markovic, G., Arsic, I., Mitrovic, D. M., (2009). Phytochemical analysis and gastroprotective activity of an olive leaf extract. Journal of the Serbian chemical society, 74 (4), 367-377.
  9. Takeshi, Y., Hiroshi, S., Gustavo, S., Naohide, K., Shuichi, M., (2007). Food containing olive leaf extract and -lipoic acid and prevention of diseases due to accumulation of advanced glycation end products with the food. Patent written in Japanese. JP 2006-167353 20060616. 7 pp.
  10. Susalit, E., Agus, N., Effendi, I., Tjandrawinata, R.R., Nofiarny, D., Perrinjaquet-Moccetti, T., Verbruggen, M., (2011). Olive (Olea europaea) leaf extract effective inpatients with stage-1 hypertension: Comparison with Captopril. Phytomedicine, 18(4), 251-258.
  11. Altiok, E., Baycin, D., Bayraktar, O., Ulku, S., (2008). Isolation of polyphenols from the extracts of olive leaves (Olea europaea L.) by adsorption on silk fibroin. Sep. Purif. Technol., 62(2), 342-348.
  12. Lee, O.H., Lee, B.Y., (2010). Antioxidant and antimicrobial activities of individual and combined phenolics in Olea europaea leaf extract. Bioresource Technology, 101(10), 3751-3754.
  13. Somova, L.I., Shode, F.O., Ramnanan, P., Nadar, A., (2003). Antihypertensive, antiatherosclerotic and antioxidant activity of triterpenoids isolated from Olea europaea, subspecies africana leaves. Journal of Ethnopharmacology, 84(2-3), 299-305.
  14. Jemai, H., Bouaziza, M., Fki, I., El Feki, A., Sayadi, S., (2008). Hypolipidimic and antioxidant activities of oleuropein and its hydrolysis derivative-rich extracts from Chemlali olive leaves. Chemico-Biological Interactions 176, 88–98
  15. Miljkovic, D., Dekanski, D., Miljkovic, E., Momcilovic, M., Mostarica-Stojkovic, M., (2009). Dry olive leaf extract ameliorates experimental autoimmune encephalomyelitis. Clinical Nutrition, 28, 346-350.
  16. Mohagheghi, F., Bigdeli, M. R., Rasoulian, B., Hashemi, P., Rashidi, M.P., (2011). The neuroprotective effect of olive leaf extract is related to improved blood–brain barrier permeability and brain edema in rat with experimental focal cerebral ischemia Phytomedicine, 18 (2-3), 170-175.
  17. Zarzuelo, A., Duarte, J., Jiménez, J., Gonzalez, M., Utrilla, M.P., (1991). Vasodilator effect of olive leaf. Planta Medica, 57(5), 417-419.
  18. Julián Castillo, J., Alcaraz, M., Benavente-García, O., (2010). Antioxidant and Radioprotective Effects of Olive Leaf Extract. Olives and Olive Oil in Health and Disease Prevention, 951-958.
  19. Coni E, Di Benedetto R, Di Pasquale M, et al. 2000. Protective effect of oleuropein, an olive oil biophenol, on low density lipoprotein oxidizability in rabbits. Lipids 35 : 45–54.
  20. Oliveras-López MJ, Molina JJ, Mir MV, Rey EF, Martín F, de la Serrana HL. 2013. Extra virgin olive oil (EVOO) consumption and antioxidant status in healthy institutionalized elderly humans. Arch. Gerontol. Geriatr. 57 : 234–242.
  21. Visioli F, Caruso D, Galli C, Sala A. 2000. Olive oils rich in natural catecholic phenols decrease isoprostane excretion in humans. Biochem Biophys. Res. Commun. 278 : 797–799.
  22. The Effect of Olive Leaf Extract Administration on Cardiovascular Health, Avril 2017, https://ichgcp.net/clinical-trials-registry/NCT02990637] Consulté le 15 octobre 2018.
  23. Briante, R., La Cara, F., Febbraio, F., Patumi, M., Nucci, R., (2002). Bioactive derivatives from oleuropein by a biotransformation on Olea europaea leaf extracts. Journal of Biotechnology, 93, 109– 119.
  24. Bouaziz, M., Sayadi, S., (2005). Isolation and evaluation of antioxidants from leaves of a Tunisian cultivar olive tree. Eur. J. Lipid Sci. Technol., 107, 497-504.
  25. Perez-Lopez FR, Chedraui P, Haya J, Cuadros. JL. 2009. Effects of the Mediterranean diet on longevity and age-related morbid conditions. Maturitas 64 : 67–79.
  26. Keys A. 1995. Mediterranean diet and public health : personal reflexions. Am. J. Clin. Nutr. 61 : 1321S–1323S.
  27. Vissers MN, Zock PL, Roodenburg AJ, Leemen R, Katan MB. 2002. Apparent absorption of olive oil phenols in humans. J. Nutr. 132 : 409–417.
  28. Serra A, Rubió L, Borràs X, Macià A, Romero MP, Motilva MJ. Distribution of olive oil phenolic compounds in rat tissues after administration of a phenolic extract from olive cake, Mol Nutr Food Res. 2012 Mar;56(3):486-96. doi: 10.1002/mnfr.201100436. Epub 2011 Dec 20.
ComposiçãoOlive Leaf Extract 125 mg
Dose: 2 cápsulas
Número de doses por embalagem: 30
Quantidade por dose
Olecol®, extraído de folha de oliveira Olea Europaea normalizado a 32% Oleuropeína 250 mg
Outros ingredientes: goma de acácia, farelo de arroz.
Olecol®, Bioactor, Países Baixos.
Conselhos de utilizaçãoOlive Leaf Extract 125 mg
Adultos. Tomar 2 cápsulas por dia. Cada cápsula contém 125 mg de Olecol®.
Xanthohumol

Xanthohumol é um suplemento alimentar de flores de lúpulo, que contém um flavonoide antioxidante excecional: o xantohumol. Trata-se de um composto fenólico 200 vezes mais potente do que o resveratrol extraído do vinho tinto e cujas propriedades de reforço celular são verdadeiramente fantásticas. A cerveja é o único alimento no mundo que contém xantohumol, mas as quantidades são muito reduzidas.

Xantohumol, o antioxidante da cerveja que rivaliza com o resveratrol do vinho tinto

Os amantes de vinho apreciam a sua suavidade e refinamento, mas sabem também que se trata de um alimento excecionalmente rico em antioxidantes. Um desses antioxidantes é mesmo a substância antienvelhecimento mais estudada de todos os tempos: o resveratrol. No entanto, investigações recentes mostram que a cerveja não fica nada atrás do seu grande rival. Ela é o único alimento no mundo que contém xantohumol – um antioxidante citoprotetor natural 200 vezes mais potente do que o resveratrol do vinho tinto!

Foi Hildegarde de Bingen, uma religiosa beneditina e farmacóloga do século XII, que esteve na origem da introdução do lúpulo na cerveja. Até essa altura, os monges utilizavam sobretudo coentros, genciana ou salva para aromatizar e conservar o seu precioso néctar, proposto aos peregrinos nos mosteiros e nas abadias. De imediato, o lúpulo impôs-se como evidência: as suas virtudes de conservação e os seus efeitos benéficos vão torná-lo um ingrediente incontornável da receita. Será utilizado por gerações e gerações de cervejeiros ao longo dos séculos seguintes e, mesmo, até hoje. Esta ascensão fulgurante deriva incontestavelmente da sua riqueza em compostos fenólicos – nomeadamente, o xantohumol – mesmo que, como é evidente, os monges o ignorassem. O problema é que estes compostos, que provêm das flores do lúpulo, são muito frágeis e têm tendência para tornar a cerveja um pouco turva. A maioria dos grandes produtores de cerveja modernos utiliza, por isso, uma substância química para eliminá-lo (o pVPP), evitando assim a formação de depósitos na garrafa. Para tirar partido dos benefícios do xantohumol é preciso, por isso, selecionar cervejas artesanais, se possível com forte teor de lúpulo (por exemplo, o tipo IPA - India Pale Ale).

Mas a melhor solução para usufruir deste composto citoprotetor (do qual ainda iremos continuar a ouvir falar) é tomar diariamente um extrato de flores de lúpulo padronizado em xantohumol. Trata-se de uma solução ultramoderna (a extração do xantohumol a partir das inflorescências do lúpulo é uma verdadeira conquista tecnológica), que se apoia numa utilização muito antiga e que permite evitar os efeitos oxidantes do álcool.

Quais os benefícios do suplemento alimentar Xanthohumol?

O extrato de flores de lúpulo padronizado em xantohumol apresenta quatro benefícios principais apoiados por literatura científica:

  • Contribuição para uma saúde celular ideal e luta contra o stress oxidativo. O xantohumol e os compostos fenólicos contidos nos cachos de lúpulo são os antioxidantes naturais mais eficazes do reino vegetal. Em 2014, o professor Wang e a sua equipa mostraram que, numa concentração ideal, eles possuíam uma atividade antioxidante mais elevada do que os antioxidantes do chá verde. Inúmeros estudos evidenciaram, por outro lado, as propriedades quimioprotetoras de largo espectro do xantohumol no plano celular (1-3): indução das enzimas de desintoxicação, inibição da angiogénese e dos sinais inflamatórios, efeitos citoprotectores, indução da apoptose, inibição dos radicais livres e das substâncias pró-carcinogénicas (4).
  • Redução dos índices de colesterol no sangue. Em 2017, um grupo de investigadores descobriu que o xantohumol propiciava os índices de colesterol HDL sanguíneo, contribuindo para limpar as artérias e os tecidos do colesterol oxidado e levá-lo para o fígado, onde é degradado (5). Além disso, os outros compostos naturais que conferem ao lúpulo as suas características interferem com os mecanismos moleculares responsáveis pela inicialização, avanço e rutura das placas de aterosclerose, que estão na origem dos acidentes cardiovasculares.
  • Preciosa ajuda contra problemas do sono e agitação nervosa. Sabia que na Bélgica – onde o lúpulo é cultivado em abundância – se aconselha colocar cachos de lúpulo secos dentro da almofada para dormir melhor? A investigação demonstrou-o: os compostos do lúpulo provocam efeitos semelhantes à melatonina e podem regularizar o ritmo circadiano (6). Vários estudos confirmaram que a combinação valeriana - flores de lúpulo se revelava tão eficaz para melhorar o sono como os soníferos sintéticos (as famosas benzodiazepinas) sem os efeitos secundários associados a estas últimas (7).
  • Redução de problemas ligados à menopausa e à pré-menopausa. As flores de lúpulo contêm o fito-estrogénio mais potente isolado até hoje: a 8-prenilnaringenina (8-11). Este atua como modulador seletivo dos recetores dos estrogénios, contribuindo para diminuir os desconfortos associados à menopausa (12-13), como os afrontamentos. Por outro lado, o xantohumol é um potente inibidor da reabsorção óssea que está na origem da osteoporose.

Outros estudos evidenciaram a sua capacidade para regular o metabolismo das gorduras (influenciando de maneira favorável os parâmetros lipídicos) e para reforçar o tónus do organismo. Esta lista, longe de ser exaustiva, confere ao xantohumol um grande interesse no que toca à proteção e à contribuição ativa face a fatores que influenciam a cura.

De onde vem o xantohumol?

O xantohumol é extraído dos cachos de flores de lúpulo, uma planta trepadora que é adicionada à cerveja para melhorar o sabor, o aroma, o amargo, a textura e a conservação (14). Trata-se de um flavonoide antioxidante, do tipo chalcona, único no mundo, dado que apenas se encontra nas flores do lúpulo. A cerveja também o contém, mas em quantidades muito reduzidas: sob o efeito da alta temperatura inerente ao processo de fabrico da cerveja, é convertido num outro composto menos potente, o isoxantohumol. Algumas cervejas com alto teor de lúpulo (como as cervejas IPA) (15) contêm uma maior quantidade, dado que os fabricantes adicionam lúpulo após o fabrico.

O lúpulo é considerado uma planta medicinal há vários séculos (16-17). Era utilizada pelas suas propriedades farmacológicas nos conventos e nos mosteiros desde o século VIII na Europa (18), nomeadamente para tratar a ansiedade e os problemas ligados ao sono, pelos seus efeitos no sistema endócrino e pelas suas propriedades antitumorais.

Quais os mecanismos de ação de Xanthohumol?

Os mecanismos de ação de Xanthohumol explicam-se pela sua extraordinária riqueza em compostos fenólicos. Estudos recentes demonstram que um consumo regular de compostos fenólicos pode reduzir, a longo prazo, o risco de inúmeras doenças crónicas, como as doenças cardiovasculares (19). Os compostos fenólicos e, em particular, o xantohumol, exercem ações moduladoras na célula, interagindo com uma ampla gama de alvos moleculares das vias de sinalização (proteína quinase ativada por mitógeno, proteína quinase C, enzimas antioxidantes desintoxicantes…)(20). Estas ações traduzem-se pelo aumento da expressão de certos genes citoprotetores, pela regulação do ciclo celular normal, pela inibição do crescimento, pelo aumento da apoptose, pela inibição da angiogénese, mas também pela luta contra o stress oxidativo, um estado de desequilíbrio que afeta a integridade estrutural e funcional das membranas celulares (21). O envolvimento do stress oxidativo no avanço das doenças crónicas está hoje em dia muito bem documentado no plano científico (22). Os compostos fenólicos podem igualmente influenciar a composição da microbiota intestinal e restabelecer a função da barreira do intestino, modulando assim a inflamação crónica associada às patologias metabólicas (23).

Após a sua ingestão, os compostos fenólicos, como o xantohumol, são absorvidos, distribuídos pelos vários tecidos e, depois, metabolizados pelo fígado. Uma parte deles sofre uma transformação parcial pela microflora intestinal (24).

Como tomar Xanthohumol?

Recomenda-se tomar duas cápsulas por dia, às refeições.

Caso deseje potenciar os seus efeitos no sono, saiba que o lúpulo atua em sinergia com a valeriana (que encontra na fórmula natural Advanced Sleep Formula). Para usufruir dos seus efeitos no equilíbrio hormonal é preferível associá-lo a um extrato de sementes de abóbora.

Glossário

Reforço celular

Técnica que permite aumentar as defesas naturais das nossas células contra agentes agressores.

Angiogénese

Processo de crescimento de novos vasos sanguíneos a partir de vasos sanguíneos já existentes.

Apoptose

Processo fisiológico de morte celular programada.

Radicais livres

Moléculas instáveis que procuram ligar-se a outros átomos e provocam reações em cadeia.

Pró-carcinogénico

Cancerígeno, que pode provocar, agravar ou sensibilizar um cancro ou o seu aparecimento.

ComposiçãoXanthohumol
Dose diária: 3 cápsulas
Número de doses por caixa: 30

Quantidade por dose

Extrato de flor de lúpulo padronizado a 10% de xantohumol 150 mg
Outros ingredientes: goma de acácia, farinha de arroz branco.
Conselhos de utilizaçãoXanthohumol
Adultos. Tomar 3 cápsulas por dia.
Cada cápsula contém 50 mg de extrato de flores de lúpulo normalizado a 10% de xantohumol.

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