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Candida albicans, amiga ou inimiga?

Que fungo é este? Quais são os riscos? Como evitar uma infeção? Como livrar-se dela? Façamos o ponto da situação para saber tudo sobre a Candida albicans.
Rédaction Supersmart.
2017-06-01 (blog.publication: 2017-05-06)Commentaires (0)

O que é a Candida albicans ?

A Candida albicans é um fungo do tipo fermento que faz parte do género Candida. Entre as 200 espécies deste tipo de fermento, a Candida albicans é a estirpe mais conhecida. Presente naturalmente no nosso organismo, esta estirpe encontra-se em particular nas mucosas digestivas e genitais. Em casos mais raros, a Candida albicans pode igualmente estar presente na pele. Este fungo é chamado comensal, ou seja, não patogénico. Alguns estudos sugerem que pode mesmo desempenhar um papel benéfico no organismo. No entanto, este fungo pode virar-se contra nós e tornar-se patogénico. Ao desenvolver-se, pode causar uma infeção fúngica. Fala-se então do aparecimento e do desenvolvimento de uma candidíase.

Em que casos é que a Candida albicans se tornaperigosa?

Embora possa manter-se inofensiva, a Candida albicans pode tornar-se perigosa desenvolvendo-se no organismo. Determinadas condições são particularmente propícias a este desenvolvimento infeccioso. É, por exemplo, o caso aquando de alterações a nível do pH, do nível de hidratação ou das concentrações de nutrimentos. Entre as causas de uma candidíase, também se podem encontrar alterações ao nível dos microbiotas do organismo. Estes são conhecidos por reunir milhares de microrganismos com efeitos muito diferentes. Numerosos estudos demonstraram que um desequilíbrio a nível destes microbiotas pode estar na origem de distúrbios ou doenças.

Quem corre o risco de contrair uma candidíase?

A Candida albicans está presente na maioria de nós. Se as condições no organismo se tornarem propícias, esta pode desenvolver-se e causar uma candidíase. Embora toda a gente a possa contrair, determinadas pessoas apresentam um maior risco de desenvolver uma infeção fúngica por Candida albicans. É particularmente o caso das pessoas cujo sistema imunitário se encontra fragilizado, como os recém-nascidos, os idosos, os doentes sob tratamento antibiótico de largo espetro ou as pessoas imunodeprimidas. Estas últimas designam nomeadamente os pacientes submetidos a quimioterapia, as pessoas com sida e as pessoas que foram submetidas a um transplante de órgãos.

Quais são os sintomas de uma infeção por Candida albicans ?

Placas esbranquiçadas na boca, vermelhidão e comichão na pele, inflamação a nível dos órgãos genitais... são os diferentes sintomas que podem ocorrer durante uma infeção por candidíase. Esta infeção fúngica pode manifestar-se tanto a nível da pele como noutras partes do corpo, como a boca, o esófago, o intestino ou a vagina. Consoante as zonas infetadas pela Candida albicans, os sintomas podem ser muito diferentes.

Quais são as diferentes formas de candidíase?

Como já percebeu, uma candidíase pode ocorrer de formas diferentes. A maior parte das vezes, esta infeção fúngica mantém-se muito localizada. Pode ser de origem cutânea. Neste caso, a infeção ocorre geralmente ao nível das zonas de transpiração, tais como as axilas e as zonas esfoladas ou queimadas. Também se pode desenvolver uma candidíase em algumas mucosas, entre as quais as do esófago, do estômago, do cólon, da cavidade oral, ou do trato genital. A candidíase vulvovaginal é um caso comum de infeção fúngica. Constitui, de resto, uma das infeções ginecológicas mais frequentes. Ocorrendo principalmente durante a gravidez ou após a menopausa, esta candidíase manifesta-se através de prurido e de grandes queimaduras vulvares.

Existem riscos de complicações quando ocorrem infeções por Candida albicans ?

Na maioria dos casos, as candidíases são superficiais ou benignas, isto é, sem qualquer perigo para a saúde. No entanto, elas podem tornar-se graves quando se infiltram no fluxo sanguíneo. Fala-se então de candidíase sistémica ou candidémia. Neste caso, são infetadas várias zonas do corpo. O paciente apresenta febre irregular, associada a uma deterioração do estado geral. Estes sintomas são difíceis de diagnosticar, atrasando e tornando o seu tratamento mais complicado. Nos últimos anos, verificou-se um aumento dos casos de candidíase sistémica. Foram avançados dois motivos para explicar este aumento alarmante: uma primeira infeção e as infeções nosocomiais que podem ocorrer durante uma hospitalização.

Como prevenir a infeção por Candida albicans ?

Embora a prevenção das candidíases passe essencialmente por um regime alimentar saudável e uma boa higiene corporal, há outras soluções que podem ser benéficas. É, por exemplo, o caso dos probióticos, que são microrganismos que controlam determinadas condições propícias ao desenvolvimento da Candida albicans. Os probióticos da estirpe Saccharomyces boulardii contribuem, por exemplo, para evitar desequilíbrios ao nível dos microbiotas do organismo.

O que fazer em caso de candidíase?

Para combater as infeções causadas pela Candida albicans, foram desenvolvidos tratamentos locais e orais à base de antifúngicos. Embora estas soluções utilizem frequentemente moléculas sintéticas, existem também princípios ativos naturais eficazes em caso de candidíase. Disponível sem receita médica, o ácido caprílico possui propriedades antifúngicas para matar os fungos. Este composto está naturalmente presente no leite materno, bem como em alguns óleos vegetais, como o óleo de coco. Outros suplementos alimentares podem igualmente ajudá-lo(a) a livrar-se da candidíase. Pode, por exemplo, apostar na atividade anti-infecciosa de largo espetro do óleo de orégãos.

Como evitar as recidivas?

Após uma primeira candidíase, as recidivas são bastante frequentes. É por esse motivo que é frequentemente aconselhável prevenir o desenvolvimento da Candida albicans, tal como foi referido anteriormente. Pode também ajudar o seu organismo a defender-se da candidíase graças à atividade imunoestimulante dos princípios ativos do fungo shiitake ou da lactoferrina. Esta é uma glicoproteína que apresenta igualmente uma atividade antimicrobiana.

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