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Cuidado das articulações, dos ossos e dos músculos Opiniões de clientes
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Descrição
A fórmula 100% natural para reequilibrar a renovação óssea e erradicar as perdas ósseas
  • Contribui para manter a integridade estrutural e a qualidade biomecânica dos ossos.
  • Sustenta a fase de reconstrução óssea e ajuda a reduzir a fase de reabsorção.
  • Contribui para equilibrar o metabolismo ósseo.
  • Contém ingredientes naturais (fitoestrogénios) que imitam a ação dos estrogénios.
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Bone Health

Complemento alimentar para apoiar a função óssea

Bone Health é um complemento alimentar 100% natural destinado ao reforço ósseo. Contém quatro extratos de plantas utilizadas tradicionalmente para combater as perdas ósseas: a raiz de Astragalus membranaceus, as sementes de Cuscuta chinensis, as folhas de Eucommia ulmoides e a raiz de Rehmannia glutinosa normalizada a 2% de flavonóides.

A investigação científica demonstrou que estas quatro plantas contribuíam para diminuir naturalmente a atividade dos osteoclastos (fase de reabsorção óssea) e para apoiar a ação dos osteoblastos (fase de reconstrução óssea).

Bone Health complementa na perfeição a ação de Super Bone formula, uma fórmula de apoio à função óssea que contém minerais e vitaminas.

A quem se destina o complemento alimentar Bone Health?

Bone Health é recomendado para todas as categorias de pessoas seguintes:

  • As pessoas com mais de 40 anos (é nesta idade que a massa óssea tende a diminuir, 1 a 2% por ano).
  • As mulheres menopáusicas (nos dez anos a seguir ao aparecimento da menopausa, a perda óssea acelera-se 2 a 3% por ano devido à redução na produção de estrogénios).
  • As pessoas com antecedentes familiares de fraturas causadas pela osteoporose.
  • As mulheres que não praticam ou praticam pouco exercício físico.
  • As pessoas que sofrem de doenças inflamatórias intestinais (tipo Crohn).

Como explicar as perdas ósseas?

A osteoporose é um processo natural, a maior parte do tempo ligado ao envelhecimento, caracterizado por uma redução da massa e da densidade óssea. Torna os ossos mais “porosos” e mais suscetíveis a fraturas em caso de quedas banais. Como esta perda óssea não acarreta geralmente qualquer sintoma até à fratura, a osteoporose é conhecida como “o mal silencioso”. Mas de onde vêm estas perdas ósseas?

Os ossos do corpo humano são remodelados ao longo de toda a vida através de um processo duplo:

  • Uma fase de reabsorção ao longo da qual células especializadas, denominadas “osteoclastos”, consomem as estruturas ósseas existentes. Este “petiscar” leva ao surgimento recorrente de furos (a que chamamos as “lacunas de Howship”) no osso.
  • Uma fase de reconstrução ao longo da qual outras células especializadas, os “osteoblastos”, fabricam novas estruturas ósseas para compensar os “furos” e voltar a formar ossos perfeitamente saudáveis. De seguida, acumulam-se minerais na nova matriz para otimizar a resistência mecânica dos ossos.

Este processo duplo permite ao ser humano estar sempre em linha com o seu ambiente. Assim, os ossos danificados são rapidamente reconstruídos e o organismo pode até construir ossos mais sólidos caso as limitações ambientais tenham mudado (nova atividade física por exemplo). No entanto, é preciso que este processo duplo se mantenha equilibrado. Se a fase de reabsorção do osso assumir a liderança, os “furos” nunca serão preenchidos e os ossos fragilizam-se perigosamente. É precisamente isso que acontece no caso da osteoporose.

São vários os fatores que influenciam o equilíbrio desta renovação óssea (1):

  • As hormonas sexuais. Os estrogénios são os principais reguladores da renovação do tecido ósseo. Definem como alvo os osteoblastos e são fortes inibidores da reabsorção óssea pelos osteoclastos. A privação destes estrogénios na menopausa leva a um desequilíbrio duradouro da renovação óssea: as perdas ósseas são agora superiores aos ganhos e a osteoporose surge muito rapidamente.
  • As limitações mecânicas. O osso consegue adaptar-se em função do nível de limitação física que sofre. Quando uma pessoa deixa de praticar subitamente a sua atividade física, na sequência de um ferimento, por exemplo, as estimulações físicas desaparecem, o que aumenta a fase de reabsorção e reduz a fase de reconstrução. A longo prazo, a inatividade física provoca por isso também a osteoporose.
  • As Bone Morphogenetic Proteins (BMPs) ; São proteínas que propiciam a fase de reconstrução óssea.
  • Os Insulin Growth Factors (IGFs), fatores de crescimento que estimulam a atividade dos osteoblastos.
  • Os Transforming Growth Factors (TGF), uma família de mensageiros que influenciam de forma considerável as duas fases da renovação óssea.
  • A vitamina D. Desempenha um papel crucial na renovação do osso; estimulação da absorção intestinal do cálcio e do fosfato (que vão servir para a mineralização do osso novo) e inibição da paratormona, uma proteína que estimula a reabsorção óssea.

O que contém o complemento Bone Health? Em que é que ele é pertinente para apoiar a renovação óssea?

Bone Health contém uma mistura de quatro extratos de plantas utilizadas tradicionalmente para combater as perdas ósseas.

Folhas de Eucommia umoides

É um dos tratamentos naturais mais prescritos na China para o tratamento da osteoporose (2-3). Segundo a teoria da medicina tradicional chinesa, a Eucommia umoides (também chamada Du-Zhong na Ásia) otimiza a saúde dos rins, que alimentam e apoiam o tecido ósseo.

Embora a ciência moderna tenha demonstrado as propriedades anti osteoporose da Eucommia umoides, o mecanismo de ação avançado é diferente. Vários estudos mostraram que os lignanos polifenólicos não esteróides (4) contidos na planta atuavam da mesma forma que os estrogénios. Estes “fito-estrogénios” ligar-se-iam da mesma forma aos “recetores α dos estrogénios” (5-7), o que regularizaria, por cima, a atividade de vários genes decisivos para o funcionamento dos osteoblastos (8).

Seria este o mecanismo que explicaria a sua capacidade de estimular a fase de reconstrução óssea pelos osteoblastos (9) e de aumentar assim a densidade mineral óssea do osso sem provocar o mínimo efeito secundário (10).

Raiz de Astragalo

Conhecemos bem o Astragalo pelas suas propriedades adaptogénicas, mas esta planta de utilização tradicional tem outros atributos. Graças ao seu elevado teor em flavonóides, nomeadamente em isoflavonas (11), é utilizada há vários milénios para combater a osteoporose (12).

Estudos realizados mostraram que ela atuaria em dois fatores envolvidos na renovação óssea (13-14):

  • Aumenta os níveis de TGF-β1, um fator de crescimento que sustenta ativamente a formação óssea. De facto, este fator permite o recrutamento, a diferenciação e a proliferação dos osteoblastos necessários para a reconstrução óssea (15-16).
  • Pelo contrário, diminui os níveis de TGF-α, um outro fator de crescimento que desempenha um papel importante na reabsorção óssea e incentiva vivamente a destruição do osso pelos osteoclastos. Depois da menopausa, os níveis de TGF-β1 caem a pique (17), o que contribui para o desequilíbrio da renovação óssea.

Os investigadores pensam que as isoflavonas do Astragalo interagem igualmente com os recetores estrogénicos. Tal como os estrogénios, aumentam a absorção do cálcio, decisivo na remineralização do osso.

As sementes de Cuscuta chinensis

A Cuscuta chinensis é uma planta parasita utilizada na medicina tradicional há milhares de anos para apoiar a função óssea. É também conhecida como Dodder e Tu-Si-Zi. O seu mecanismo de ação parece muito semelhante ao do Astragalo: a Cuscuta chinensis contém igualmente inúmeros flavonóides (18) sendo os mais ativos o canferol, a quercetina, o hiperósido, a astragalina e os lignanos (19).

Estudos realizados mostram que ela apoia a diferenciação e a proliferação dos osteoblastos, inibindo em simultâneo a ação dos osteoclastos (20-21).

Um extrato de raiz de Rehmannia

A Rehmannia glutinosa é uma planta comestível vulgarmente denominada Dihuang e utilizada há, pelo menos, 3000 anos na medicina tradicional. A investigação moderna realçou a presença de inúmeros compostos bioativos, entre os quais flavonóides e monoterpenóides (22). De entre estes últimos, o catalpol parece ser o mais eficaz (23) para apoiar a função óssea, mas o mecanismo exato subjacente continua por esclarecer.

Cinco boas razões para apostar em Bone Health

  1. A maioria dos medicamentos utilizados para tratar a osteoporose (bifosfanatos, calcitonina, estrogénios, fluoreto, etc.) provocam efeitos secundários problemáticos a longo prazo (osteonecrose dos maxilares, aumento do risco de certos cancros e vários problemas cardiovasculares) (24-28). Existe portanto uma forte procura por produtos naturais sem efeitos secundários.
  2. Os quatro extratos de plantas são utilizados tradicionalmente para apoiar a função óssea e a investigação moderna mostrou que não se trata de um acaso. São todos ricos em fito-estrogénios, moléculas capazes de imitar a ação dos estrogénios e modular, por essa via, fatores envolvidos na renovação óssea.
  3. A mistura, de marca registada, foi objeto de um estudo in vitro e dois estudos in vivo. Nos três casos, constatou-se um aumento significativo dos biomarcadores da formação óssea bem como uma melhor resistência às fraturas.
  4. Bone Health atua de forma sinérgica com as vitaminas e minerais reconhecidos cientificamente como sendo úteis para a saúde óssea. Se estas substâncias são os materiais necessários para a remineralização do osso, Bone Health permite ao organismo escolher o “caderno de encargos” correto e está envolvido na sua implementação.
  5. Contém unicamente agentes de textura naturais e perfeitamente seguros, farinha de arroz e fibras de acácia.

Como e de que forma se deve tomar Bone Health?

Para obter efeitos significativos a longo prazo, o tratamento deverá prolongar-se por um período de vários meses, à razão de uma toma de 2 cápsulas por dia.

Podem associar-se várias medidas à toma do suplemento:

  • a toma de um suplemento de vitamina D, de cálcio, ou de outras substâncias com interesse (ácido ortosilícico, BMPs…).
  • exposições frequentes à luz solar;
  • uma diminuição do consumo de bebidas com cafeína (pois propiciam as perdas de cálcio por conseguinte as fases de reabsorção óssea);
  • a continuação ou retomar da prática de uma atividade física regular (adaptada à sua condição física).

A mistura desfruta de uma tolerância perfeita e uma isenção total de toxicidade.

Atualização: fevereiro de 2018.

Notas

Este produto não deve substituir uma alimentação diversificada e equilibrada nem um modo de vida saudável. Respeitar os conselhos de utilização, a dose diária aconselhada e a data limite de utilização. Desaconselhado para grávidas ou mulheres a amamentar e para crianças com menos de 15 anos. Manter fora do alcance das crianças. Conservar em local seco e fresco.

Referências

  1. Thomas T., Martin A., Lafage-Proust M.-H. Physiologie du tissu osseux. EMC (Elsevier Masson SAS, Paris), Appareil locomoteur, 14-002-B-10, 2008.
  2. Kawasaki, T., Uezono, K., Nakazawa, Y., 2000. Antihypertensive mechanism of food for specified health use. “Eucommia leaf glycoside” and its clinical application. Journal of Health Science 22, 29–36.
  3. Deyama, T., Nishibe, S., Nakazawa, Y., 2001. Constituents and pharmacological effects of Eucommia and Siberian ginseng. Acta Pharmacologica Sinica 22, 1057–1070
  4. Deyama, T., Nishibe, S., Nakazawa, Y., 2001. Constituents and pharmacological effects of Eucommia and Siberian ginseng. Acta Pharmacologica Sinica 22, 1057–1070
  5. Zhang, R., Pan, Y.-L., Hu, S.-J., Kong, X.-H., Juan, W., & Mei, Q.-B. (2014). Effects of total lignans from Eucommia ulmoides barks prevent bone loss in vivo and in vitro. Journal of Ethnopharmacology, 155(1), 104–112. doi:10.1016/j.jep.2014.04.031
  6. Yang, X.J., Wo, M.S., Wang, N.L., Chan, S.C., Yao, X.S., 2007. Lignans from the stems of Sambucus williamsii and their effects on osteoblastic UMR106 cells. Journal of Asian Natural Products Research 9, 583–591.
  7. Jiang, M.M., Gao, H., Dai, Y., Zhang, X., Wang, N.L., Yao, X.S., 2009. Phenylpropanoid and lignan derivatives from Antiaris toxicaria and their effects on proliferation and differentiation of an osteoblast-like cell line. Planta Medica 75, 340–345.
  8. Riggs, B.L., Hodgson, S.F., O'Fallon, W.M., Chao, E.Y., Wahner, H.W., Muhs, J.M., Cedel, S.L., Melton III, L.J., 1990. Effect of fluoride treatment on the fracture rate in postmenopausal women with osteoporosis. New England Journal of Medicine 322, 802–809.
  9. Ha, H., Ho, J., Shin, S., Kim, H., Koo, S., Kim, I.H., Kim, C., 2003. Effects of Eucommiae cortex on osteoblast-like cell proliferation and osteoclast inhibition. Archives of Pharmacal Research 26, 929–936
  10. Zhang, R., Pan, Y.-L., Hu, S.-J., Kong, X.-H., Juan, W., & Mei, Q.-B. (2014). Effects of total lignans from Eucommia ulmoides barks prevent bone loss in vivo and in vitro. Journal of Ethnopharmacology, 155(1), 104–112. doi:10.1016/j.jep.2014.04.031
  11. Zheng Z, Liu D, Song C, Cheng C, Hu Z (1998) Studies on chemical constituents and immunological function activity of hairy root of Astragalus membranaceus. Chin J Biotechnol 14:93–97
  12. Kim, C., Ha, H., Lee, J.H., Kim, J.S., Song, K., and Park, S.W. (2003). Herbal extract prevents bone loss in ovariectomized rats. Arch Pharm Res. 26:917-24.
  13. Qu, Z.H., Yang, Z.C., Chen, L., Lv, Z.D., Yi, M.J., Ran, N. (2012). Inhibition airway remodeling and transforming growth factor-β1/Smad signaling pathway by astragalus extract in asthmatic mice. Int J Mol Med. 2012:564-8
  14. Jung, Koo H., Sohn, E.H., Kim, Y.J., Jang, S.A., Namkoong, S., Chan Kang, S. (2013). Effect of the combinatory mixture of Rubus coreanus Miquel and Astragalus membranaceus Bunge extracts on ovariectomy-induced osteoporosis in mice and anti-RANK signaling effect. J Ethnopharmacol. 2014:951-9.
  15. Wergedal, J.E., Matsuyama, T., and Strone, D.D. (1992). Differentiation of normal human bone cells by transforming growth factor-βand 1,25(OH)2 Vitamin D3. Metabolism. 41:42-48.
  16. Ingram, R.T., Bonde, S.K., Riggs, B.L., and Fitzpatrick, L.A. (1994). Effects of transforming grouth factor beta(TGF beta ) and 1,25 dihydroxyvitamin D3 on the function, cytochemistry and morphology of normal human osteoblast-like cells. Differentiation. 55:153-163.
  17. Ikeda, T., Shigeno, C., Kasai, R., Kohno, H., Ohta, S., Okumura, H., Konishi, J., and Yamamuro, T. (1993). Ovariectomy decreases the mRNA levels of transforming growth factor-beta 1 and increases the mRNA levels of osteocalcin in rat bone in vivo. Biochem Biophys Res Commun. 194:1228-1233
  18. Hou, D.Y., Li, T.C., Yu, B., 2003. Comparative study of volatile oil on Cuscuta 2 species. Journal of Chinese Mass Spectrometry Society 24, 343–345.
  19. Williamson, G., Barron, D., Shimoi, K., Terao, J., 2005. In vitro biological properties of flavonoid conjugates found in vivo. Free Radical Research 39, 457–469.
  20. Yao, C.H., Tsai, H.M., Chen, Y.S., Liu, B.S., 2005. Fabrication and evaluation of a new composite composed of tricalcium phosphate, gelatin, and Chinese medicine as a bone substitute. Journal of Biomedical Material Research part B Apply Biomaterial 75, 277–288
  21. Yang, L., Chen, Q., Wang, F., Zhang, G., 2011. Antiosteoporotic compounds from seed of Cuscuta chinensis. Journal of Ethnopharmacology 135, 553–560.
  22. Fu, G., Du, X., 2015. Research advance on chemical constituents and pharmacological activities of Rehmannia glutinosa China Medicine and Pharmacy 5, 21-23.
  23. Lai, N., Zhang, J., Ma, X., Wang, B., Miao, X., Wang, Z., Guo, Y., Wang, L., Yao, C., Li, X., Jiang, G., 2015. Regulatory Effect of Catalpol on Th1/Th2 cells in Mice with Bone Loss Induced by Estrogen Deficiency. American journal of reproductive immunology 74, 487-498.
  24. Stevenson, J.C., 2005. Justification for the use of HRT in the long-term prevention of osteoporosis. Maturitas 51, 113–126
  25. Foidart, J.M., Desreux, J., Pintiaux, A., Gompel, A., 2007. Hormone therapy and breast cancer risk. Climacteric 2, 54–61.
  26. Mørch, L.S., Løkkegaard, E., Andreasen, A.H., Krüger-Kjaer, S., Lidegaard, O., 2009. Hormone therapy and ovarian cancer. The Journal of the American Medical Association 302, 298–305.
  27. Khosla, S., Burr, D., Cauley, J., Dempster, D.W., Ebeling, P.R., Felsenberg, D., Gagel, R.F., Gilsanz, V., Guise, T., Koka, S., McCauley, L.K., McGowan, J., McKee, M.D., Mohla, S., Pendrys, D.G., Raisz, L.G., Ruggiero, S.L., Shafer, D.M., Shum, L., Silverman, S.L., Van Poznak, C.H., Watts, N., Woo, S.B., Shane, E., American Society for Bone and Mineral Research, 2007. Bisphosphonate-associated osteonecrosis of the jaw: report of a task force of the American Society for Bone and Mineral Research. Journal of Bone and Mineral Research 22, 1479–1491.
  28. O'Ryan, F.S., Lo, J.C., 2012. Bisphosphonate-related osteonecrosis of the jaw in patients with oral bisphosphonate exposure: clinical course and outcomes. International Journal of Oral and Maxillofacial Surgery 70, 1844–1853.
Composição
Dose diária: 2 cápsulas vegetais
Número de doses por boião: 30
Quantidade por dose
Osteosine™, uma mistura proprietária de extratos de raiz de Astragalus membranaceus, de sementes de Cuscuta chinensis, de folhas de Eucommia ulmoides e de raiz de Rehmannia glutinosa normalizada a 2% de flavonóides 250 mg
Farinha de arroz branco, goma de acácia.
Osteosine™, NuLIV science, EUA
Conselhos de utilização
Adultos. Tomar 2 cápsulas por dia. Cada cápsula contém 125 mg de Osteosine™.

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