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Descrição
Um extrato de flores de lúpulo normalizado em xantohumol com propriedades quimiopreventivas inéditas
  • Contém xantohumol, um composto antioxidante natural 200 vezes mais potente do que o resveratrol do vinho tinto.
  • Contribui para lutar contra o stress oxidativo e para manter a saúde ideal das células humanas.
  • Facilita o adormecer e acalma a irritabilidade (nervosismo, agitação, tensão).
  • Contribui para o equilíbrio hormonal (atenuação dos afrontamentos e dos desconfortos associados à menopausa).
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Xanthohumol

Xanthohumol

Xanthohumol é um complemento alimentar de flores de lúpulo que contém um flavonóide antioxidante excecional: o xantohumol. Trata-se de um composto fenólico 200 vezes mais potente do que o resveratrol extraído do vinho tinto e cujas propriedades de reforço celular são verdadeiramente fantásticas. A cerveja é o único alimento no mundo que contém xantohumol, mas as quantidades são muito reduzidas.

Xanthohumol, o antioxidante da cerveja que rivaliza com o resveratrol do vinho tinto

Os amantes de vinho apreciam a sua suavidade e refinamento, mas sabem também que se trata de um alimento excecionalmente rico em antioxidantes. Um desses antioxidantes é mesmo a substância anti-envelhecimento mais estudada de todos os tempos: o resveratrol. No entanto, investigações recentes mostram que a cerveja não fica nada atrás do seu grande rival. Ela é o único alimento no mundo que contém xantohumol – um antioxidante citoprotetor natural 200 vezes mais potente do que o resveratrol do vinho tinto!

Foi Hildegarde de Bingen, uma religiosa beneditina e farmacóloga do século XII que esteve na origem da introdução do lúpulo na cerveja. Até essa altura, os monges utilizavam sobretudo coentros, genciana ou salva para aromatizar e conservar o seu precioso néctar, proposto aos peregrinos nos mosteiros e nas abadias. De imediato, o lúpulo impôs-se como evidência: as suas virtudes de conservação e os seus efeitos benéficos vão torná-lo um ingrediente incontornável da receita. Será utilizado por gerações e gerações de cervejeiros ao longo dos séculos seguintes e, mesmo, até hoje. Esta ascensão fulgurante deriva incontestavelmente da sua riqueza em compostos fenólicos – e nomeadamente, do xantohumol – mesmo que, como é evidente, os monges o ignorassem. O problema é que estes compostos, que provêm das flores do lúpulo, são muito frágeis e têm tendência para tornar a cerveja um pouco turva. A maioria dos grandes produtores de cerveja modernos utilizam por isso uma substância química para o fazer desaparecer (o pVPP) e evitar assim a formação de depósitos na garrafa. Para tirar partido dos benefícios do xantohumol é preciso, por isso, selecionar cervejas artesanais, se possível com forte teor de lúpulo (por exemplo o tipo IPA).

Mas a melhor solução para usufruir deste composto citoprotetor (do qual ainda iremos continuar a ouvir falar) é tomar diariamente um extrato de flores de lúpulo normalizado em xantohumol. Trata-se de uma solução ultra-moderna (a extração do xantohumol a partir das inflorescências do lúpulo é uma verdadeira conquista tecnológica) que se apoia numa utilização muito antiga e que permite evitar os efeitos oxidantes do álcool.

Quais são os benefícios do complemento alimentar Xanthohumol?

O extrato de flores de lúpulo normalizado em xantohumol apresenta quatro benefícios principais apoiados pela literatura científica:

  • A contribuição para uma saúde celular ideal e a luta contra o stress oxidativo. O xantohumol e os compostos fenólicos contidos nos cachos de lúpulo são os antioxidantes naturais mais eficazes do reino vegetal. Em 2014 o professor Wang e a sua equipa mostraram que, numa concentração ideal, eles possuíam uma atividade antioxidante mais elevada do que os antioxidantes do chá verde. Inúmeros estudos evidenciaram, por outro lado, as propriedades quimioprotetoras de largo espectro do xantohumol no plano celular (1-3): indução das enzimas de desintoxicação, inibição da angiogénese e dos sinais inflamatórios, efeitos citoprotectores, indução da apoptose, inibição dos radicais livres e das substâncias pró-carcinogénicas… (4).
  • Uma redução dos índices de colesterol no sangue. Em 2017 um grupo de investigadores descobriu que o xantohumol propiciava os índices de colesterol HDL sanguíneo, contribuindo para limpar as artérias e os tecidos do colesterol oxidado e levá-lo para o fígado, onde é degradado (5). Além disso, os outros compostos naturais que conferem ao lúpulo as suas características, interferem com os mecanismos moleculares responsáveis pela inicialização, avanço e rutura das placas de aterosclerose, que estão na origem dos acidentes cardiovasculares.
  • Uma ajuda preciosa contra os problemas do sono e agitação nervosa. Sabia que na Bélgica – onde o lúpulo é cultivado em abundância – se aconselha colocar cachos de lúpulo secos dentro da almofada para dormir melhor? A investigação demonstrou-o: os compostos do lúpulo provocam efeitos semelhantes à melatonina e podem regularizar o ritmo circadiano (6). Vários estudos confirmaram que a combinação valeriana - flores de lúpulo se revelava tão eficaz para melhorar o sono como os soníferos sintéticos (as famosas benzodiazepinas) sem os efeitos secundários que são associados a estas últimas (7).
  • Os problemas ligados à menopausa e à pré-menopausa. As flores de lúpulo contêm o fito-estrogénio mais potente isolado até hoje: a 8-prenilnaringenina (8-11). Este atua como modulador seletivo dos recetores dos estrogénios, contribuindo para diminuir os desconfortos associados à menopausa (12-13), como os afrontamentos. Por outro lado, o xantohumol é um potente inibidor da reabsorção óssea que está na origem da osteoporose.

Outros estudos evidenciaram a sua capacidade para regular o metabolismo das gorduras (influenciando de maneira favorável os parâmetros lipídicos) e para reforçar o tónus do organismo. Esta lista, longe de ser exaustiva, confere ao xantohumol um interessa capital de proteção e de contribuição ativa face a fatores que influenciam a cura.

De onde vem o xantohumol?

O xantohumol é extraído dos cachos de flores de lúpulo, uma planta trepadora que é adicionada à cerveja para melhorar o sabor, o aroma, o amargo, a textura e a conservação (14). Trata-se de um flavonóide antioxidante, do tipo chalcona, único no mundo, dado que apenas se encontra nas flores do lúpulo. A cerveja também o contém, mas em quantidades muito reduzidas; sob o efeito da alta temperatura inerente ao processo de fabrico da cerveja, é convertido num outro composto menos potente, o isoxantohumol. Algumas cervejas com alto teor e lúpulo (como as cervejas IPA) (15) contêm uma maior quantidade dado que os fabricantes adicionam lúpulo após o fabrico.

O lúpulo é considerado uma planta medicinal há vários séculos (16-17). Era utilizada pelas suas propriedades farmacológicas nos conventos e nos mosteiros desde o século VIII na Europa (18), nomeadamente para tratar a ansiedade e os problemas ligados ao sono, pelos seus efeitos no sistema endócrino e pelas suas propriedades antitumorais.

Quais são os mecanismos de ação Xanthohumol?

Os mecanismos de ação de Xanthohumol explicam-se pela sua riqueza em compostos fenólicos fora do comum. Estudos recentes mostram que um consumo regular de compostos fenólicos pode reduzir, a longo prazo, o risco de inúmeras doenças crónicas, como as doenças cardiovasculares (19). Os compostos fenólicos e a fortiori o xantohumol, exercem ações moduladoras na célula, interagindo com uma ampla gama de alvos moleculares das vias de sinalização (proteína quinase mitogene ativada, proteína quinase C, enzimas antioxidantes desintoxicantes…) (20). Estas ações traduzem-se pelo aumento da expressão de certos genes cito-protetores, pela regulação do ciclo celular normal, pela inibição do crescimento, pelo aumento da apoptose, pela inibição da angiogénese, mas também pela luta contra o stress oxidativo, um estado de desequilíbrio que afeta a integridade estrutural e funcional das membranas celulares (21). O envolvimento do stress oxidativo no avanço das doenças crónicas está hoje em dia muito bem documentado no plano científico (22). Os compostos fenólicos podem igualmente influenciar a composição do microbiota intestinal e restabelecer a função da barreira do intestino, modulando assim a inflamação crónica associada às patologias metabólicas (23).

Após a sua ingestão, os compostos fenólicos como o xantohumol são absorvidos, distribuídos pelos vários tecidos e, depois, metabolizados pelo fígado. Uma parte deles sofre uma transformação parcial pela microflora intestinal (24).

Como tomar Xanthohumol?

Recomenda-se tomar duas cápsulas por dia, às refeições.

Caso deseje potenciar os seus efeitos no sono, saiba que o lúpulo atua em sinergia com a valeriana (que encontra na fórmula natural Advanced Sleep Formula). Para usufruir dos seus efeitos no equilíbrio hormonal é preferível associá-lo a um extrato de sementes de abóbora.

Glossário

Reforço celular
Técnica que permite aumentar as defesas naturais das nossas células contra os agentes agressores.
Angiogénese
Processo de crescimento de novos vasos sanguíneos a partir de vasos sanguíneos já existentes.
Apoptose
Processo fisiológico de morte celular programada.
Radicais livres
Moléculas instáveis que procuram ligar-se a outros átomos e provocam reações em cadeia.
Pró-carcinogénico
Cancerígeno, que pode provocar, agravar ou sensibilizar um cancro ou o seu aparecimento.

Referências

  1. Ceh, B., Kac, M., Kosir, I.J., Abram, V., 2007. Relationships between xanthohumol and polyphenol content in hop leaves and hop cones with regard to water supply and cultivar. International Journal of Molecular Sciences 8, 989-1000.
  2. Magalhaes, P.J., Guido, L.F., Cruz, J.M., Barros, A.A., 2007. Analysis of xanthohumol and isoxanthohumol in different hop products by liquid chromatography-diode array detection-electrospray ionization tandem mass spectrometry. Journal of Chromatography A 1150, 295-301.
  3. Miranda, C.L., Stevens, J.F., Helmrich, A., Henderson, M.C., Rodriguez, R.J., Yang, Y.H., Deinzer, M.L., Barnes, D.W., Buhler, D.R., 1999. Antiproliferative and cytotoxic effects of prenylated flavonoids from hops (Humulus lupulus) in human cancer cell lines. Food and Chemical Toxicology 37, 271-285.
  4. Stevens, J.F., Page, J.E., 2004. Xanthohumol and related prenylflavonoids from hops and beer: to your good health! Phytochemistry 65, 1317-1330.
  5. J Nutr Biochem. 2017 Sep;47:29-34. doi: 10.1016/j.jnutbio.2017.04.011. Epub 2017 Apr 22. Xanthohumol, a hop-derived prenylated flavonoid, promotes macrophage reverse cholesterol transport. Hirata H, Uto-Kondo H, Ogura M, Ayaori M, Shiotani K, Ota A, Tsuchiya Y, Ikewaki K.
  6. Koetter, U., Schrader, E., Kaufeler, R., Brattstrom, A., 2007. A randomized, double blind, placebo-controlled, prospective clinical study to demonstrate clinical efficacy of a fixed valerian hops extract combination (Ze 91019) in patients suffering from non-organic sleep disorder. Phytotherapy Research 21, 847-851.
  7. Morin CM, Koetter U, et al. Valerian-hops combination and diphenhydramine for treating insomnia: a randomized placebo-controlled clinical trial. Sleep. 2005 Nov 1;28(11):1465-71.
  8. Milligan SR, Kalita JC, Pocock V, et al. The endocrine activities of 8-prenylnaringenin and related hop (Humulus lupulus L.) flavonoids.J Clin Endocrinol Metab 2000 Dec;85(12):4912-5.
  9. Milligan SR, Kalita JC, et al. Identification of a potent phytoestrogen in hops (Humulus lupulus L.) and beer.J Clin Endocrinol Metab 1999 Jun;84(6):2249-52.
  10. Bowe J, Li XF, et al. The hop phytoestrogen, 8-prenylnaringenin, reverses the ovariectomy-induced rise in skin temperature in an animal model of menopausal hot flushes. J Endocrinol. 2006 Nov;191(2):399-405.
  11. Nikolic D, Li Y, et al. Metabolism of 8-prenylnaringenin, a potent phytoestrogen from hops (Humulus lupulus), by human liver microsomes. Drug Metab Dispos. 2004 Feb;32(2):272-9. Texte intégral : http://dmd.aspetjournals.org
  12. Heyerick A, Vervarcke S, et al. A first prospective, randomized, double-blind, placebo-controlled study on the use of a standardized hop extract to alleviate menopausal discomforts. Maturitas. 2006 May 20;54(2):164-75.
  13. A randomized, double-blind, placebo-controlled, cross-over pilot study on the use of a standardized hop extract to alleviate menopausal discomforts. Erkkola R, Vervarcke S, et al. Phytomedicine. 2010 May;17(6):389-96.
  14. Haseleu, G., Intelmann, D., Hofmann, T., 2009. Structure determination and sensory evaluation of novel bitter compounds formed from beta-acids of hop (Humulus lupulus L.) upon wort boiling. Food Chemistry 116, 71-81.
  15. Gerhauser, C., 2005a. Beer constituents as potential cancer chemopreventive agents. European Journal of Cancer 41, 1941-1954.
  16. Callemien, D., Jerkovic, V., Rozenberg, R., Collin, S., 2005. Hop as an interesting source of resveratrol for brewers: Optimization of the extraction and quantitative study by liquid chromatography/atmospheric pressure chemical ionization tandem mass spectrometry. Journal of Agricultural and Food Chemistry 53, 424-429.
  17. Nagasako-Akazome, Y., Honma, D., Tagashira, M., Kanda, T., Yasue, M., Ohtake, Y., 2007. Safety evaluation of polyphenols extracted from hop bracts. Food and Chemical Toxicology 45, 1383-1392.
  18. Larson, A.E., Yu, R.R.Y., Lee, O.A., Price, S., Haas, G.J., Johnson, E.A., 1996. Antimicrobial activity of hop extracts against Listeria monocytogenes in media and in food. International Journal of Food Microbiology 33, 195-207
  19. Crozier, A., Jaganath, I.B., Clifford, M.N., 2009. Dietary phenolics: chemistry, bioavailability and effects on health. Natural Product Reports 26, 1001-1043.
  20. Hou, Z., Lambert, J.D., Chin, K.V., Yang, C.S., 2004. Effects of tea polyphenols on signal transduction pathways related to cancer chemoprevention. Mutation ResearchFundamental and Molecular Mechanisms of Mutagenesis 555, 3-19.
  21. Makena, P.S., Chung, K.T., 2007. Effects of various plant polyphenols on bladder carcinogen benzidine-induced mutagenicity. Food and Chemical Toxicology 45, 1899- 1909.
  22. Soobrattee, M.A., Neergheen, V.S., Luximon-Ramma, A., Aruoma, O.I., Bahorun, T., 2005. Phenolics as potential antioxidant therapeutic agents: Mechanism and actions. Mutation Research-Fundamental and Molecular Mechanisms of Mutagenesis 579, 200-213.
  23. Anhe, F.F., Roy, D., Pilon, G., Dudonne, S., Matamoros, S., Varin, T.V., Garofalo, C., Moine, Q., Desjardins, Y., Levy, E., Marette, A., 2015. A polyphenol-rich cranberry extract protects from diet-induced obesity, insulin resistance and intestinal inflammation in association with increased Akkermansia spp. population in the gut microbiota of mice. Gut 64, 872-883.
  24. Khanal, R., Howard, L.R., Prior, R.L., 2014. Urinary excretion of phenolic acids in rats fed cranberry, blueberry, or black raspberry powder. Journal of Agricultural and Food Chemistry 62, 3987-3996
Composição
Dose diária: 3 cápsulas
Número de doses por caixa: 30

Quantidade por dose

Extrato de flor de lúpulo normalizado a 10% de xantohumol 150 mg
Outros ingredientes: goma de acácia, farinha de arroz branco.
Conselhos de utilização
Adultos. Tomar 3 cápsulas por dia.
Cada cápsula contém 50 mg de extrato de flores de lúpulo normalizado a 10% de xantohumol.

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