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Sistema imunitário, Fadiga e Infecções Listas

10 medidas para não ficar doente este inverno

As constipações, a gripe ou a gastroenterite não são fatalidades! Podemos minimizar o risco seguindo à letra conselhos simples e eficazes.
Mulher a desfrutar da floresta no inverno
Mulher a desfrutar da floresta no inverno
Rédaction Supersmart.
2019-12-20Comentários (0)

As afeções do inverno podem tornar a nossa estação e a dos nossos entes queridos num inferno. Gripe, rinofaringite, gastroenterite, angina… Todas estas patologias que são, no mínimo, muito incomodativas, podem por vezes agravar-se e constituir riscos graves. O circuito completo das recomendações para limitar os problemas de saúde de inverno.

Deixamos os beijinhos de lado…

… e deixamos também o cumprimento com aperto de mão. O ideal é dizer bom dia evitando todos os contactos físicos! O contacto com as pessoas doentes é a primeira coisa a evitar, até porque muitas delas não tem consciência de que está contagioso! Por isso, evite os beijinhos.

Por outro lado, e para limitar ainda mais o contágio, tenha uma higiene irrepreensível. Lave cuidadosamente as mãos várias vezes por dia, pois estão regularmente em contacto com superfícies que podem estar contaminadas, começando pela maçanetas das portas. Sem esquecer a barra do metro, os corrimões de escada, os balcões, os menus nos restaurantes, os dispensadores automáticos… todos os equipamentos comuns, mais concretamente! Por outro lado, é também crucial limpar regularmente o nariz. A mucosa nasal é uma das primeiras barreiras aos agentes patogénicos respiratórios. Não devemos hesitar em limpar as nossas narinas com um spray adequado, com água do mar, por exemplo, diariamente.

Bebemos litros de tisana de gengibre/limão/mel

E se nos sentirmos um pouco mais aventureiros, juntamos-lhe alguns cravinhos-da-índia, pimenta ou até um pouco de curcuma. Uma mistura que deu provas da sua eficácia na prevenção das pequenas infeções da estação fria e que tem a vantagem de ser deliciosa (se não abusarmos no cravinho-da-índia amargo). Efeitos antissépticos e suavizantes que são utilizados há muitos anos para evitar as constipações. Raspe alguns centímetros de raiz de gengibre, esprema um limão e adicione uma colher de sopa de mel para uma tisana para um dia.

As infusões à base de tomilho têm igualmente virtudes preventivas e depurativas. A equinácea, por seu lado, atua nas constipações e nos estados gripais (1).

Fazemos o pleno dos nutrientes anti-constipações

E isso passa essencialmente por uma alimentação equilibrada e variada. O inverno oferece-nos uma gama muito rica de frutos e de legumes. Nomeadamente ricos em vitamina C, que limita o risco de apanhar constipações e reduz a duração dos sintomas caso já a tenha apanhado (2). Apostamos nos citrinos (laranja, limão, toranja, clementina…), nos kiwis, nas couves (couve-flor, brócolos, couve-de-bruxelas…) De uma forma mais geral, uma alimentação equilibrada deve fornecer nutrientes suficientes para reforças o sistema imunitário. Os ómega 3 são particularmente recomendados neste sentido; viramo-nos preferencialmente para os peixes gordos (salmão, atum, sardinha, cavala…).

Por outro lado, não nos esquecemos de nos hidratar: sopas caseiras, chá, tisanas… podem adicionar-se à água para manter um bom funcionamento do organismo.

Cuidamos do nosso sono

Dormir o suficiente e com um sono de qualidade é um dos elementos primordiais para limitar o risco de constipações! Além dos efeitos positivos bem conhecidos do sono reparador nas defesas imunitárias, um grupo de investigadores demonstrou um efeito específico na rinofaringite (3). Quando se dorme menos de 5 horas por noite, o risco de apanhar uma constipação quadruplica!

Tem muitas opções à escolha para melhorar o seu sono: relaxamento, meditação, tisanas (erva-príncipe, tília, camomila…), melatonina… Identifique o que mais lhe convém e proteja-se das constipações do inverno entregando-se mais facilmente nos braços de Morfeu.

Somos razoáveis no que toca a aquecimento

É tentador aumentar a temperatura do aquecimento quando as temperaturas baixam no exterior. Contudo, o calor excessivo numa divisão da casa aumenta o risco de proliferação dos micróbios. Por outro lado, o corpo arrefece naturalmente para a noite a fim de propiciar os mecanismos reparadores do organismo. Uma temperatura excessiva reduz esta atividade e, além disso, seca as mucosas, criando um terreno propício para as bactérias e outros vírus.

Por conseguinte, assegure-se de que a temperatura da sua casa não ultrapassa os 19 graus. Pode também utilizar humidificadores do ar caso a atmosfera esteja demasiado seca.

Vacinamo-nos contra a gripe

Antes do inverno, é recomendado vacinar-se contra a gripe. A vacinação protege-o(a) e protege também os seus entes queridos, entre eles as pessoas mais frágeis. De facto, se a gripe é a maior parte do tempo muito dolorosa e desconfortável, pode também acarretar complicações graves.

A vacina contra a gripe muda todos os anos, pois tem de se adaptar às estirpes do vírus Influenza que sofrem mutações ao mesmo ritmo. Não tem qualquer risco e protege contra as principais estirpes identificadas para a estação do ano. As pessoas mais em risco são os seniores com mais de 65 anos, as grávidas, os indivíduos obesos ou com doenças crónicas… Não hesite em informar-se junto do seu médico ou farmacêutico.

Optamos por complementos alimentares de inverno

Os complementos alimentares podem potenciar as suas defesas imunitárias e limitar o risco de pequenos males habituais nesta estação do ano. A andrographis é uma planta reconhecida pelos seus efeitos benéficos nas pequenas infeções respiratórias (4). Os probióticos permitir-lhe-ão reforçar o seu microbiota intestinal, o ecossistema de milhares de bactérias benéficas para o organismo. Este ecossistema, quando funciona bem, é um formidável promotor da imunidade; uma cura de probióticos exercerá uma proteção real contra as bactérias patogénicas.

Por último, uma cura de zinco reduz de forma significativa a duração das constipações. Tem até uma ação preventiva; estudos realizados mostraram que ao tomar zinco se limitava o risco de apanhar uma constipação (5). Para otimizar os seus efeitos, escolha a forma que garante a biodisponibilidade máxima:L OptiZinc.

Confiamos nas abelhas

Conhecemos o papel polinizador crucial das abelhas, mas iremos debruçar-nos aqui sobre a sua produção e respetivos benefícios na saúde, no inverno. Além da sua suavidade na garganta, o mel apresenta uma ação antisséptica potente, e pode ser consumido regularmente assim que o tempo começa a ficar mais fresco. Se não gosta do mel com sabor muito forte (abeto, castanheiro…), opte pelo mel de acácia ou de lavanda, mais doce, ou para o mel de primavera com uma textura mais untuosa. Privilegie também o mel extraído a frio, que conserva as suas qualidades intactas.

A geleia real, ou “leite das abelhas”, destina-se principalmente a alimentar as larvas de abelhas, bem como a abelha-mestra da colmeia. É uma substância muito rica nutritivamente, que reforça o sistema imunitário e, por conseguinte, as defesas do organismo face aos agentes patogénicos do inverno. Recomenda-se fazer uma cura de Organic Royal Jelly imediatamente antes do inverno.

Por último, a própolis é um produto das abelhas extraído inicialmente da seiva das árvores. Evidencia efeitos antissépticos e imuno-estimulantes particularmente interessantes para lutar contra as constipações, a gripe e a bronquite… (6) Aconselhamos também uma cura assim que começa o frio! Para maximizar os seus benefícios, escolha as melhores variedades: a própolis verde do Brasil, normalizada em artepilina C, ou a própolis vermelha, a mais rara e mais selvagem.

Atacamos os ninhos de micróbios da casa

O domicílio é um dos principais vetores dos germes do inverno… O bom senso diz-nos para não partilharmos a escova de dentes, os talheres ou os copos, por exemplo. Menos comum é saber que o telefone (fixo ou portátil), os comandos e os interruptores figuram entre os mais formidáveis reservatórios de micróbios, por exemplo. É importante desinfectá-los de tempos a tempos. O mesmo é válido para os peluches, os panos de limpeza, as echarpes e até mesmo as mantinhas; é necessário lavá-los com regularidade.

Por último, aconselha-se vivamente arejar diariamente a casa, pelo menos dez minutos, para limitar uma proliferação adicional dos agentes patogénicos que poderiam aí encontrar-se.

Fazemos desporto

A atividade física praticada regularmente reforça as defesas naturais e diminui claramente o risco de apanhar uma constipação. E, quando se apanha uma constipação, os seus sintomas não são tão graves (7). Atenção: o desporto demasiado intensivo pode ter o efeito inverso e tornar a pessoa mais vulnerável aos vírus. Recomenda-se, por isso, uma atividade moderada, até porque apresenta inúmeros outros benefícios: um sono melhorado, menos stress e, globalmente, uma boa forma!

Conclusão

Ao seguir as nossas recomendações, mune-se de todas as armas possíveis para limitar o risco de apanhar uma constipação ou outra das afeções clássicas do inverno. E passar uma estação do ano tranquila!

Referências

  1. Hudson, James. (2010). The multiple actions of the phytomedicine Echinacea in the treatment of colds and flu. Journal of Medicinal Plants Research December Special Review. 425. 2746-2752.
  2. Anderson TW, Beaton GH, Corey P, Spero L. Winter illness and vitamin C: the effect of relatively low doses. Can Med Assoc J. 1975;112(7):823–826.
  3. Aric A. Prather, Denise Janicki-Deverts, Martica H. Hall, Sheldon Cohen, Behaviorally Assessed Sleep and Susceptibility to the Common Cold, Sleep, Volume 38, Issue 9, September 2015, Pages 1353–1359. 
  4. J. Melchior, S. Palm, G. Wikman, Controlled clinical study of standardized Andrographis paniculata extract in common cold — a pilot trial, Phytomedicine, Volume 3, Issue 4, 1997, Pages 315-318. 
  5. Singh M, Das RR. Zinc for the common cold. Cochrane Database Syst Rev. 2011, Feb 16;(2).
  6. J.M. Sforcin, Propolis and the immune system: a review, Journal of Ethnopharmacology, Volume 113, Issue 1, 2007, Pages 1-14.
  7. Nieman DC, Henson DA, Austin MD, Sha W. Upper respiratory tract infection is reduced in physically fit and active adults. Br J Sports Med. 2011, Sep;45(12):987-92.
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