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Dermatite atópica – como aliviar e tratar esta inflamação?

A dermatite atópica, ou eczema atópico, é uma doença de pele muito incomodativa no quotidiano. De onde vem esta inflamação cutânea e quais são as melhores formas de a aliviar e de livrar dela?
Mulher com eczema atópico a coçar o braço
Mulher com dermatite atópica
Rédaction Supersmart.
2020-02-26Comentários (0)

Definição

A dermatite atópica é uma doença inflamatória crónica da pele.

Caracteriza-se por secura cutânea, associada a diversas lesões eczematosas (como vermelhidões ou pruridos).

Os sintomas da dermatite atópica

Pele seca, placas vermelhas, prurido...

Um eczema atópico dá geralmente origem:

Estes sintomas variados surgem e evoluem em surtos sucessivos.

Ressudação e espessamento da pele

Além disso, as pequenas vesículas existentes nas placas acabam por se partir, provocando uma ressudação, a formação de crostas e a descamação da pele, ou seja, a queda de fragmentos de epiderme.

O coçar regular e repetido das lesões, que origina múltiplas arranhadelas pequenas, pode também conduzir a uma liquenificação, ou seja um espessamento anormal da pele.

Problemas indiretos associados a esta doença da pele

Por outro lado, a sensação de desconforto inerente a esta dermatose (nome genérico que designa todas as doenças da pele) pode:

Debrucemo-nos agora sobre o que explica o seu surgimento.

Quais são as causas desta inflamação da pele?

Uma predisposição genética para pele seca

A dermatite atópica deriva, antes de tudo, de uma anomalia genética da barreira cutânea.

Esta anomalia está na origem de uma secura excessiva da pele: défice em filagrina, degradação dos lípidos... A mutação genética que seria a primeira responsável por esta modificação situar-se-ia no cromossoma 1q21 (1).

Um terreno alérgico

Esta doença, além disso, surge nas pessoas hipersensíveis aos alergénios, como certos alimentos, pólens, pelos de animais, etc.

É por esta razão que é qualificada como “atópica”; a atopia designa uma predisposição ao desenvolvimento de alergias múltiplas.

Ora, a alteração da pele facilita o acesso destes alergénios à epiderme...

… o que estimula o sistema imunitário e o impulsiona a reagir de forma exagerada para se defender produzindo uma quantidade excessiva de imunoglobulinas E (IgE), o que explica o surgimento do eczema e respetivas vermelhidões e comichões.

Mas também fatores ambientais

A dermatite atópica é igualmente propiciada por determinados fatores ambientais, como:

As pessoas em risco

O caso dos lactentes e das crianças

Os bebés (a partir dos 3 meses) e as crianças são os mais afetados por esta doença da pele. Em Portugal, estima-se que 10 a 15% dos lactentes são afetados. Fala-se por vezes de “dermite do lactente”.

A boa notícia: em 3 em cada 4 casos, a dermatite atópica acaba por se atenuar e desaparecer durante a adolescência (2).

Cerca de 10% dos adultos são atingidos

Esta dermatose pode, contudo, persistir ou mesmo surgir na adolescência ou na idade adulta.

Estima-se que 10% dos adultos sofrem desta doença (3).

Frequência, contágio e complicações

Uma doença cada vez mais comum

Muito corrente, a dermatite atópica está em aumento constante na população das sociedades industrializadas desde 1960.

Considera-se que este aumento está ligado aos fatores citados anteriormente (higiene demasiado agressiva, poluição, stress...)

A dermatite atópica é contagiosa?

Não. Embora seja hereditária, não é uma doença contagiosa.

Complicações possíveis

As lesões provocadas pela dermatite atópica podem constituir uma porta de entrada para o estafilococo áureo ou para o vírus do herpes.

Algumas dermatites podem também estar associadas a atrasos de crescimento ou a problemas oculares, como o descolamento da retina.

Diagnóstico

Quem consultar e quando em caso de eczema atópico?

Toda e qualquer inflamação da pele implica uma consulta num dermatologista.

Este poderá indicar-lhe se se trata de uma dermatite atópica (ou de outra inflamação cutânea) e prescrever-lhe um tratamento adequado.

Como é que o dermatologista vai identificar a dermatite atópica?

Esta doença de pele corresponde a critérios muito exatos.

Para concluir que um paciente apresenta esta anomalia, o dermatologista deverá:

Eventual avaliação alergológica

Por outro lado, esta inflamação da pele não deverá ser confundida com a dermatite seborreica nem com o eczema de contacto.

Se o lactente ou a criança responder mal ao tratamento e em caso de doença atópica complementar (rinite, alergia alimentar...), poderá considerar-se proceder a uma avaliação alergológica.

Tratamento do eczema atópico

Gestos de prevenção no quotidiano

Para prevenir esta doença, convém geralmente:

Pele atópica – tratamento dos surtos

Para travar e aliviar as lesões em caso de surto, o seu dermatologista ou médico de família pode prescrever-lhe:

Atenção! Embora estes medicamentos sejam eficazes, limitam-se a tratar sintomas e não resolvem o problema em profundidade.

Quais os tratamentos naturais para aliviar a dor?

Os ácidos gordos essenciais

Os ácidos gordos essenciais, como os ómega 3, são reconhecidos cientificamente pela respetiva capacidade de reduzir as reações anti-inflamatórias. De facto, impedem que o organismo fabrique uma quantidade demasiado elevada de interleucinas 1 e 6 – citocinas pró-inflamatórias.

Um estudo realizado na Universidade de Berlim mostrou que o aporte de ómega 3 tinha o efeito de aliviar as pessoas afetadas por eczema (4) e de forma totalmente natural.

Assimilará estes ácidos gordos essenciais consumindo:

Onde encontrar ómega 3 em quantidade ideal?

Atenção! Os ómega 3 não estão presentes em quantidades suficientes nos alimentos comuns. Por outro lado, ingerir demasiado peixe pode ter repercussões nocivas na sua saúde (teor elevado de mercúrio, ligado à poluição).

Para ter a certeza de que beneficia de um aporte coerente em ómega 3, a solução mais eficaz é, por conseguinte, fazer uma cura com um complemento alimentar, como o Artic Plankton Oil. Esta fórmula concentra EPA, DHA e SDA com origem no zooplâncton, ácidos gordos da família dos ómega 3, que se revelam muito eficazes para aliviar as inflamações.

O Super Omega 3, como o nome indica, é igualmente rico em ómega 3 e, por conseguinte, ajuda a aliviar de forma duradoura as inflamações crónicas.

Sem esquecer o zinco e a vitamina D

Mas outros nutrientes podem igualmente ajudá-lo(a) a recuperar uma pele saudável:

Os seus aliados em caso de dermatite atópica – os probióticos

O ecossistema intestinal tem influência no estado da pele

Sabemo-lo:

Um desequilíbrio do microbiota intestinal pode provocar consequências em outras partes do organismo, como a pele, originando inflamações descontroladas (7).

É por esta razão que alguns probióticos – estas bactérias favoráveis ao bom funcionamento da nossa flora intestinal – se revelam uma grande ajuda para reforçar a nossa epiderme.

A presença de determinadas estirpes de probióticos propicia, de facto, a secreção de imunoglobulinas A, conhecidas por reforçar as barreiras e as mucosas. Um estudo americano mostrou que a toma de probióticos conduz a uma melhoria significativa das peles eczematosas (8).

Probióticos para restabelecer a pele atópica

Certos produtos à base de probióticos são mesmo especialmente concebidos para ter como alvo os problemas de pele (acne, eczema, vermelhidões... e dermatite atópica). É, por exemplo, o caso de Derma Relief, que associa quatro estirpes de probióticos diferentes: os Lactobacillus casei, os Lactobacillus rhamnosus, os Lactobacillus plantarum e os Bifidobacterium lactis.

Estes últimos são duplamente revestidos para chegarem vivos ao centro do intestino por forma a aí libertarem a totalidade dos seus princípios ativos, em sinergia com outras vitaminas (C e B2) selecionadas pela sua capacidade de cuidar e regenerar a pele.

Referências

  1. Cookson WO, Ubhi B, Lawrence R, et als Genetic linkage of childhood atopic dermatitis to psoriasis susceptibility loci [archive], Nat Genet, 2001;27:372-373.
  2. Bieber T, Atopic Dermatitis [archive], N eng J Med, 2008;358:1483-1494.
  3. Ellis CN, Mancini AJ, Paller AS, Simpson EL, Eichenfield LF. Understanding and managing atopic dermatitis in adult patients. Semin Cutan Med Surg. 2012 Sep;31(3 Suppl):S18-22.
  4. C. Koch, S. Dölle, M. Metzger, C. Rasche, H. Jungclas, R. Rühl, H. Renz, M. Worm, "Docosahexaenoic acid (DHA) supplementation in atopic eczema: a randomized, double-blind, controlled trial", British Journal of Dermatology Volume 158, Issue 4, Page 786-792.
  5. Hair zinc levels and the efficacy of oral zinc supplementation in patient with atopic dermatitis. Kim Je Acta Derm Venerol 2014 Sep;94(5):558
  6. Amestejani M, Salehi BS, Vasigh M, Sobhkhiz A, Karami M, Alinia H, Kamrava SK, Shamspour N, Ghalehbaghi B, Behzadi AH. Vitamin d supplementation in the treatment of atopic dermatitis: a clinical trial study. J Drugs Dermatol. 2012 Mar 1;11(3):327-30.
  7. New insights into the impact of the intestinal microbiota on health and disease: a symposium report, Thomas LV Br J Nutr. 2012 Jan;107Suppl 1:S1-13.
  8. Efficacy of probiotics in the treatment of pediatric atopic dermatitis: a meta-analysis of randomized controlled trials Michail SK1, Ann AllergyAsthmaImmunol. 2008 Nov;101(5):508-16.
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