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Risco de AVC – 10 fatores identificados

Um grupo de investigadores conseguiu quantificar a importância dos fatores de risco potencialmente modificáveis para o acidente vascular cerebral em diferentes regiões do mundo. Um acidente que causa muito medo e com razão. Eis a lista bem como uma informação não mencionada no estudo.
Vaso sanguíneo que rebenta no cérebro
Circuito vascular cerebral
Rédaction Supersmart.
2022-11-16Comentários (0)
Um grupo de investigadores conseguiu quantificar a importância dos fatores de risco potencialmente modificáveis para o acidente vascular cerebral em diferentes regiões do mundo. Um acidente que causa muito medo e com razão. Eis a lista, bem como uma informação não mencionada no estudo.

Sem verdadeira surpresa, a hipertensão, o consumo de tabaco, a falta de atividade física e o excesso de peso são fatores de risco particularmente presentes nas populações ocidentais. Sem seguir qualquer ordem, eis os 10 fatores identificados pelos investigadores, que constituem perto de 90% dos AVC registados no mundo (1):

Bastam alguns minutos

Um acidente vascular cerebral, também conhecido como AVC, consiste numa falha na circulação do sangue, que afeta uma parte do cérebro. Verifica-se quando um vaso sanguíneo rebenta ou fica subitamente obstruído por um coágulo sanguíneo. Milhares de células ficam então privadas de oxigénio e de elementos nutritivos essenciais ao seu funcionamento. Bastam alguns minutos de privação para que morram: não se regeneram. Quanto maior for a região do cérebro privada de oxigénio, maior o risco de as sequelas serem graves. Isto explica porque é que as pessoas vítimas de AVC têm dificuldades em falar, problemas de memória ou paralisia mais ou menos acentuada. Apenas 1 indivíduo em cada 10 recupera completamente.

Felizmente, o cérebro – do qual ainda não conhecemos todos os segredos – possui uma determinada capacidade de adaptação. Células nervosas conseguem por vezes assumir as funções das células asfixiadas quando são suficientemente estimuladas.

A prevenção acima de tudo

As dificuldades em recuperar a totalidade das funções anteriores ao AVC explicam porque razão é crucial apostar tudo na prevenção. O problema é que a sua sobrevida é totalmente imprevisível. Na verdade, não existe qualquer sintoma que o anuncie, por isso é preciso jogar com os 10 fatores de risco identificados pelos investigadores do estudo Interstroke. Deixar de fumar, retomar a atividade física, reaprender a comer de forma saudável, eliminar o seu nível de stress diário: tantas recomendações evidentes repetidas à exaustão em campanhas publicitárias que não são ouvidas. Por vezes é preciso um pequeno aviso para que a pessoas tome consciência da urgência de uma mudança no modo de vida: fala-se então de mini AVC. Infelizmente, é frequente o AVC surgir sem qualquer aviso. A hipertensão – fator de risco importante mas que não ocasiona qualquer sintoma visível – é frequentemente o responsável insidioso pelo acidente cerebral...

O papel chave do magnésio na circulação

Existe um outro meio de prevenção, menos conhecido, para evitar o acidente vascular cerebral. A literatura científica mostrou que uma alimentação rica em magnésio e, sobretudo, em potássio, baixava a tensão arterial e contribuía para prevenir os AVC (2,3). Infelizmente, este último está sobretudo presente nos frutos secos, nos grãos, na leguminosas e nos legumes de folhas verdes escuras que são consumidos cada vez em menor quantidade… Razão pela qual a toma de um suplemento em potássio poderia ser uma boa ideia de prevenção. Segundo a literatura existente, uma dose de cerca de 75 mEq (ou seja cerca de 3,5 g) por dia poderia ser a ideal para reduzir o risco (4). A título informativo, as necessidades de um adulto normal situam-se, segundo as fontes, entre os 40 e 80 mEq.

A maioria das pessoas próximas de uma vítima de AVC afirmam não ter medo de morrer de um. Pelo contrário, temem sobreviver a um ficando com sequelas graves. Será então preciso ser confrontado, direta ou indiretamente, com um AVC para compreender a importância da prevenção?

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Referências

  1. O’Donnell MJ, Chin SL, Rangarajan S, et al. Global and regional effects of potentially modifiable risk factors associated with acute stroke in 32 countries (INTERSTROKE): a case-control study. The Lancet, 2016. Doi: 10.1016/S0140-6736(16)30506-2.
  2. Ding EL, Mozaffarian D. Optimal dietary habits for the prevention of stroke. Semin Neurol. 2006 Feb;26(1):11-23. Review.
  3. McCarron DA, Reusser ME. Are low intakes of calcium and potassium important causes of cardiovascular disease? Am J Hypertens 2001;14:206S-12S.
  4. Gennaro A. Remington: The Science and Practice of Pharmacy. 19th ed. Lippincott: Williams & Wilkins, 1996
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