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Digestão e Conforto oro-gastrointestinal Perguntas – Respostas

Os probióticos devem ser conservados no frigorífico? Sim ou não?

São cada vez mais os clientes que nos fazem esta pergunta. Os probióticos devem ser conservados no frigorífico para sobreviver? E, se sim, o envio desses mesmos probióticos por via postal pode ser fatal para eles?
Fotografia de uma pessoa à procura de algo no frigorífico
O frigorífico é um local fresco, mas húmido – será mesmo adequado para os probióticos?
Rédaction Supersmart.
2019-10-11Commentaires (0)

A pergunta é legítima. Como os microrganismos que se desenvolvem nos nossos intestinos evoluem num meio hostil, a uma temperatura de cerca de 38 °C, não compreendemos bem porque razão devem ser conservados no frigorífico. Para esclarecer tudo isso, voltemos um pouco atrás, até ao momento do fabrico de um complemento de probióticos.

Os efeitos gerais dos probióticos na comunidade microbiana

Com certeza já ouviu algures que um probiótico deve fornecer pelo menos 1 milhar de milhão de microrganismos vivos (fala-se de “CFU”) por cápsula. Um milhar de milhão parece um número astronómico, mas, na realidade, não é muito comparativamente aos 100 000 milhares de milhões de indivíduos que vivem no nosso tubo digestivo. Estes indivíduos formam uma comunidade microbiana muito complexa (1-2), que comunica permanentemente com o nosso organismo e com cada um dos membros que o compõem (3). Há os que habitam no cólon, outros preferem as zonas mais oxigenadas como o duodeno ou o íleo, ao passo que alguns irredutíveis preferem o estômago. Cada um tem as suas preferências. É preciso dizer que o trato gastrointestinal proporciona uma variedade espetacular de habitats para as bactérias que procuram calor, humidade e alimento.

A riqueza e a posição estratégica do nosso tubo digestivo permite albergar ecossistemas muito estáveis; numa pessoa saudável, a composição da flora intestinal não muda fundamentalmente ao longo do tempo. Mas podem verificar-se variações pontuais ou prolongadas, que podem desequilibrar o sistema; uma toma de antibióticos, um stress agudo ou crónico, uma alteração repentina da dieta alimentar, novos hábitos de vida, uma patologia específica (4) … Estes acontecimentos contrariam fortemente os ecossistemas existentes, dando oportunidade a microrganismos patogénicos de se aproveitarem da situação. Diariamente, chegam ao estômago cerca de 10 mil milhões de bactérias e de leveduras de origem alimentar. As que sobrevivem a este batismo de fogo são depois rapidamente varridas se as comunidades microbianas instaladas ao longo do intestino estiverem solidárias e saudáveis. Mas, se um desequilíbrio passageiro ou crónico as tiver fragilizado recentemente, a ocasião é ótima para o sobrevivente patogénico se instalar numa zona não ocupada… É nessa altura que os problemas intestinais podem surgir, e é nesse preciso momento que os probióticos são mais eficazes.

Um probiótico não se destina a colonizar a mucosa intestinal de forma duradoura . Algumas estirpes podem aí desenvolver-se durante algumas horas, outras durante algumas semanas (tudo depende da remanência da estirpe), mas, geralmente, os efeitos dos probióticos cessam pouco tempo depois de se deixar de tomar o complemento. Este tempo de ação é, no entanto, amplamente suficiente para exercer ações benéficas mensuráveis. Alguns deles vão segregar substâncias anti patogénicas (peróxido de hidrogénio, bacteriocinas, antibióticos naturais), outros vão reduzir a acidez do meio ou limitar a adesão dos intrusos às células epiteliais… Alguns vão mesmo interagir com células hospedeiras para induzir a secreção de muco ou aumentar a produção de determinadas imunoglobulinas (5) … Notam-se geralmente quatro grandes efeitos benéficos:

Os probióticos têm mesmo de estar “vivos” para induzir benefícios?

O mais frequente – e são os resultados da investigação que nos dizem isso – os microrganismos probióticos têm de estar vivos para exercer estas ações.

“O mais frequente” apenas, pois em determinados casos, a administração de probióticos não vivos é suficiente para gerar efeitos benéficos. Por exemplo, quando consome probióticos não vivos de tipo L. rhamnosus, ingere o conjunto dos constituintes celulares da bactéria. Esta não tem qualquer hipótese de segregar novas substâncias nem de se reproduzir no seu tubo digestivo, mas alguns dos seus constituintes podem atuar, mesmo assim! Assim, a lactase que ela contém naturalmente pode contribuir para a hidrólise da lactose (6) e, por conseguinte, ajudá-lo(a) a digerir melhor o leite e, em simultâneo, reduzir as sensações de desconforto digestivo. O ADN da bactéria, uma estrutura muito resistente, pode igualmente influenciar as suas vias de sinalização celular suscetíveis de combater a inflamação do intestino. A estirpe de Lactobacillus reuteri contida em H. Pylori Fight tem tendência para se agregar à bactéria tóxica a Helicobacter pylori no estômago, o que permite neutralizá-la e reduzir a respetiva carga. Não precisa de estar viva para o conseguir fazer.

Contudo, “o mais frequente” é terem de estar vivas para exercer ações benéficas. E mais exatamente, têm de estar vivas no momento em que entram nas vias intestinais . Isso implica que sobrevivam aos movimentos de esvaziamento do estômago, às secreções de ácidos, às enzimas mais agressivas, à violência do esfíncter pilórico, ao contacto com a bílis (7)… Mas também ao processo de fabrico, ao acondicionamento em cápsulas e ao armazenamento!

A qualidade da desidratação dos probióticos influencia consideravelmente a sua viabilidade

O facto de os probióticos terem de chegar “vivos” ao intestino não é um mar de rosas para os laboratórios. Aquando da recolha, após o processo de fermentação, os probióticos estão de perfeita saúde, mas como os manter vivos até ao consumidor? Como os enviar para todo o mundo sem que estes vão desta para melhor? Não é expectável manter vivos probióticos dentro de um frasco; longe do seu ambiente natural e sem alimento, não iriam longe. Na verdade, só existe uma solução realista: é preciso desidratá-los. A água é um limite à estabilização a longo prazo das células; é ela que mantém as reações bioquímicas necessárias à vida (8). Sem água, o tempo para. As bactérias deixam momentaneamente de viver, as necessidades de oxigénio e de açúcares cessam, elas são “inativadas” até ao momento em que voltam a ser rehidratadas.

A desidratação é uma ideia de ouro mas a operação é delicada; a água constitui 70% do volume das células! Para a conseguir, conhecemos duas técnicas principais: a atomização e a liofilização. A primeira opção é a menos dispendiosa. Faz-se passar as células probióticas num fluxo de ar muito quente e globalmente, está feito. Contudo, é também a opção menos interessante dado que o ar quente vai degradar consideravelmente as membranas, as proteínas e o ADN dos nossos probióticos (9), de tal modo que, quando são rehidratados, não terão praticamente qualquer hipótese de funcionar normalmente. A segunda solução é mais dispendiosa, mas é a que preserva melhor as células (10). É uma técnica que permite desidratar os probióticos a baixa temperatura e a baixa pressão. Congela-se primeiro a água, depois ela é sublimada (ou seja, faz-se com que passe instantaneamente do estado sólido ao estado gasoso), o que permite eliminar a quase totalidade da água sem expor as células a temperaturas inconsideradas. Pois, é preciso não esquecer que o objetivo não é apenas desidratar os nossos probióticos; é preciso igualmente assegurar que estes conseguem retomar a vida normal quando forem rehidratados. Esta condição depende enormemente do tipo de desidratação escolhido pelo fabricante, mas depende também muito da qualidade da sua conservação!

O perigo do oxigénio durante o período de conservação

Depois de as células probióticas estarem desidratadas, podemos privá-las de alimentação e colocá-las em condições desfavoráveis sem temer que morram. Mas tais condições não devem ser demasiado desfavoráveis! Quando extraímos a água das células, os compostos celulares ficam em contacto direto com o ar ambiente , nomeadamente com o oxigénio! O risco de “stress oxidativo” é, por isso, máximo. Não apenas as células probióticas desidratadas ficam mais expostas às espécies reativas de oxigénio como, além disso, estão privadas do seu sistema antioxidante para as combater. Estes radicais livres – os mesmos que contribuem progressivamente para o nosso envelhecimento – degradam as membranas celulares, as proteínas intracelulares e o ADN (11) das células, ao ponto de as privar rapidamente da sua viabilidade, uma vez rehidratadas.

A primeira precaução a tomar para assegurar a viabilidade dos probióticos é, portanto, conservá-los num recipiente hermético para limitar o contacto com o ar. Para certas estirpes mais frágeis, o acondicionamento individual em cápsulas com blister permite evitar a renovação do ar no frasco a cada abertura. É igualmente possível limitar ao máximo esta exposição ao oxigénio utilizando um encapsulamento particular: a micro-esferização. Os probióticos são envolvidos por micro partículas que formam uma barreira física contra o ambiente (12).

Os fabricantes podem igualmente utilizar truques para limitar este fenómeno de stress oxidativo que ocorre durante o armazenamento. É hábito, por exemplo, adicionar compostos como prebióticos (a Supersmart utiliza a inulina ndlr) para substituir as moléculas de água e ajudar as estruturas celulares a manterem-se. Com efeito, sem água, as estruturas como a membrana celular não são muito estáveis e os constituintes têm tendência para se deslocar. É aquilo a que chamamos a mobilidade molecular; contribui para aumentar o stress oxidativo e para diminuir a funcionalidade futura da célula.

É também possível “stressar” as células antes de as liofilizar, de forma a que elas possam potenciar os seus mecanismos de defesas antioxidantes. O stress provoca na célula uma sobre expressão de determinados genes envolvidos na luta contra este tipo de stress, o que a torna mais resistente aquando do armazenamento.

Porque é que a temperatura do local de armazenamento é tão importante?

A exposição ao ar livre é um fator importante da viabilidade dos probiótico, mas a temperatura do local de armazenamento também o é. Embora as células probióticas gostem de calor quando se desenvolvem, elas temem-no quando são desidratadas.

A explicação é muito simples: quanto mais a temperatura sobe, mais as moléculas se agitam. Fala-se de agitação térmica. Uma temperatura de 40 °C é ideal para um probiótico em desenvolvimento, pois propicia o movimento das moléculas e contribui, por conseguinte, para as reações químicas que permitem a vida. Mas no caso dos nossos probióticos desidratados, não tem a mínima reação bioquímica! A colocação em movimento das moléculas, em particular das que constituem a membrana plásmica, aumenta, pelo contrário, o risco de desorganização e de rutura das ligações entre os constituintes celulares, já fragilizados pela ausência de água.

A segunda precaução a tomar para manter probióticos viáveis é, portanto, conservá-los a baixa temperatura. Isto não é forçosamente verdadeiro para todos os probióticos; as leveduras e os esporos bacterianos (por exemplo Bacillus subtitilis) conseguem resistir a temperaturas muito elevadas em virtude da sua composição celular específica, e não necessitam portanto de refrigeração. Mas, globalmente, quanto mais elevada é a temperatura de armazenamento, mais aumenta o risco de não viabilidade de um probiótico . Este risco aumenta também proporcionalmente à duração da exposição a esta temperatura inadequada. Por outras palavras, se deixar o seu frasco de probióticos uma noite à temperatura ambiente porque se esqueceu de o colocar no frigorífico, não tem qualquer razão para se preocupar. Este intervalo de tempo não é suficiente para acumular a quantidade de degradação necessária para conduzir a uma não viabilidade definitiva dos probióticos. No pior dos casos, uma fração ínfima dos probióticos terá feito este caminho sem retorno.

Da mesma forma, o envio de um frasco de probióticos por correio não traz qualquer consequência nociva para a viabilidade dos probióticos. Isso é ainda mais verdade para os probióticos que beneficiam da tecnologia DR Caps (encapsulamento na forma de micro partículas mencionado atrás), para os que foram liofilizados em vez de atomizados e para os que contêm compostos protetores como inulina (um glúcido não digerível extraído naturalmente da chicória (13). Para estes probióticos de qualidade, estudos mostraram que uma conservação à temperatura ambiente (ou seja, até 21 °C), e com um índice de humidade baixo (falaremos sobre isso mais tarde) não se constata qualquer redução significativa ao fim de dez meses (14). A situação é radicalmente diferente se os mesmos probióticos foram conservados durante dez meses a uma temperatura de 37 °C dado que a quase totalidade perde a respetiva viabilidade.

É por isso importante assegurar-se que os probióticos são conservados pelo vendedor em local seco e refrigerado . Se decidir comprar um complemento probiótico em pleno verão, assegure-se de que estará em casa quando este for entregue, para minimizar os riscos de degradação. Os probióticos liofilizados e acondicionados em cápsulas do tipo DR Caps conservam a sua viabilidade quando são expostos temporariamente a temperaturas inadequadas, como as que correspondem a períodos de canícula, mas a situação não se pode prolongar. Tenha o cuidado de os colocar sempre no frigorífico depois de cada utilização; estes probióticos foram fragilizados por isso não deve correr riscos.

Em contrapartida, não tem razão para se preocupar com os transportes de avião; os probióticos liofilizados não são danificados pelas temperaturas muito frias dos porões de carga. Pelo contrário, as temperaturas negativas preservam muito melhor os probióticos do que à temperatura ambiente.

Porque é que é preciso ter atenção ao índice de humidade?

O terceiro fator que influencia a viabilidade dos probióticos é a humidade (ou, mais exatamente, a atividade da água).

Já vimos que a quantidade de água contida numa célula probiótica era determinante para a sua conservação. Lembre-se: extrai-se a água contida nas células precisamente para poder conservá-las durante longos meses. Ora, quando coloca um elemento pobre em água em contacto com um ar rico em água, vão ocorrer trocas de forma natural para reequilibrar o teor de água dos dois elementos. Por outras palavras, o elemento pobre em água vai ter tendência para absorver as quantidades de água excedentárias do ar, até que os dois elementos atinjam o mesmo teor. O seu probiótico desidratado – muito pobre em água – terá por isso uma enorme tendência para absorver a água da atmosfera na qual está inserido. Quanto mais húmida for a atmosfera, mais essa tendência será marcada. Quais mais marcada for esta tendência, mais o seu probiótico se enriquecerá em água e mais frágil ficará. Inúmeros trabalhos mostraram que a humidade acelerava significativamente os danos infligidos aos probióticos (15-16), provocando nomeadamente reações de escurecimento e o surgimento da reação de Maillard. Estes danos reduzem fortemente a viabilidade dos probióticos.

Este terceiro fator cria-nos um verdadeiro problema; o frigorífico é um meio mais húmido do que o ar ambiente. É por isso muito importante escolher probióticos acondicionados em cápsulas com índices de humidade muito baixos (4-6% como as DR Caps, contrariamente a 10-16% para as cápsulas convencionais), elas próprias inseridas em recipiente hermético ou em blister individual. Para tomar o máximo de precauções, recomenda-se igualmente colocar os seus probióticos na parte alta, mais seca, do frigorífico.

A acidez do estômago é um verdadeiro problema para os probióticos?

Existe um quarto fator que permite otimizar a viabilidade dos probióticos: é o modo de libertação das cápsulas.

Uma cápsula convencional dissolve-se no estômago por efeito da acidez do meio. É neste local inóspito que são libertados os milhares de milhões de probióticos desidratados. São imediatamente rehidratados e saem do seu estado de dormência, mas têm de sobreviver à acidez do estômago se quiserem chegar vivos ao intestino – um meio mais clemente e onde estão reunidas todas as condições para o seu desenvolvimento. Teoricamente, a maioria das espécies de probióticos dos géneros Lactobacillus, Bifidobacterium e Streptococus podem sobreviver à passagem do estômago – sobretudo se o complemento for tomado em jejum de manhã e as condições de armazenamento tiverem sido boas – mas, na prática uma parte significativa de entre eles não sobrevive.

Para evitar perder estupidamente uma parte significativa dos probióticos a dois passos do intestino, podemos utilizar cápsulas ditas “gastro-resistentes” ou “de libertação retardada”. Trata-se de cápsulas que só se desintegram depois de terem atravessado o estômago (num prazo de 50 a 70 minutos após a ingestão no caso das DR Caps, ou seja, 45 minutos depois das cápsulas convencionais). Isto permite aos probióticos evitar ao máximo o contacto com os elementos ácidos do estômago.

Se esteve atento(a), compreendeu certamente que o número de CFU indicado na etiqueta de um complemento de probióticos não tem grande significado. Não é o número de microrganismos contidos numa cápsula que conta, mas sim o número de microrganismos que chegarão vivos ao seu intestino. Este número depende do fabricante, do transportador e do consumidor. Eis, em resumo, o conjunto dos fatores a ter em conta para maximizar a viabilidade dos probióticos (17):

Idealmente, deve conservá-los no frigorífico:

Pode conservá-los à temperatura ambiente (inferior a 21 °C):

Não hesite em fazer-nos chegar outras dúvidas relativas aos probióticos! Para mais informações, pode também consultar este outro artigo dedicado à duração necessária das curas de probióticos.

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