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Willow Bark Extract
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Willow Bark Extract
Coração e Circulação sanguínea Opiniões de clientes
18.00 €(19.85 US$)
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Descrição
A aspirina “vegetal” à base de casca de salgueiro-branco para aliviar as dores e afastar os acidentes cardiovasculares
  • Contribui para aliviar de forma duradoura as dores crónicas e as dores de cabeça sem provocar efeitos secundários.
  • Normalizado a 15% de salicilina, mas contendo inúmeros outros anti-inflamatórios naturais sinérgicos: flavonóides, polifenóis, flavanonas, proantocianidinas…
  • Fabricado exclusivamente a partir da casca de salgueiro-branco.
  • Reduz o risco de acidente cardiovascular (anticoagulante sanguíneo natural).
  • Contribui para a saúde geral, para o reforço e para a estimulação do organismo.
  • Indispensável na palete de complementos das pessoas com mais de 45 anos.
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Willow Bark Extract

Willow Bark Extract

Willow Bark Extract é um complemento alimentar analgésico e cardioprotetor de casca de salgueiro-branco. Trata-se de uma alternativa vegetal mais suave, mais duradoura e mais segura do que a aspirina medicamentosa. Há alguns meses que é objeto de um entusiasmo espetacular graças à sua potência sinérgica clinicamente comprovada, à sua riqueza natural em salicina e aos seus efeitos duradouros nas dores crónicas e na circulação sanguínea.

Como explicar o entusiasmo popular fulgurante pelo extrato de salgueiro-branco?

A utilização medicinal da casca de salgueiro-branco atravessa os séculos e as civilizações. Desde a China Imperial à América das Primeiras Nações, passando pela Grécia Antiga e pela Europa da Idade Média, os povos descobriram e utilizaram intensamente a casca de salgueiro para diminuir as dores a baixar as febres (1).

Em 1828, Pierre-Joseph Leroux, um farmacêutico francês, pensa ter identificado a substância ativa que está na origem destes efeitos: a salicina. Descobre-se rapidamente que esta substância é transformada pelo organismo em ácido salicílico, um composto com propriedades analgésicas e antipiréticas inegáveis. Segue-se então uma corrida desenfreada dos laboratórios para conseguir sintetizar esta molécula. Foi um químico alemão que trabalhava para o grupo Bayer que o conseguiu fazer em 1897 fabricando, pela primeira vez, um derivado do ácido salicílico (acetil salicílico) sem recorrer à casca de salgueiro. Batizado “Aspirina”, o medicamento teve um sucesso fulgurante, relegando a casca de salgueiro para o esquecimento… durante perto de 120 anos.

Mas, desde há algum tempo, o extrato de salgueiro-branco conhece um interesse renovado tão surpreendente como espetacular. Como o explicar? Na verdade, Pierre-Joseph Leroux cometeu um erro. A salicina é um composto ativo da casca de salgueiro, mas está longe de ser o único! Podemos enumerar dezenas de outras moléculas naturais que atuam em sinergia e completam o efeito da salicina (2-3): proantocianidinas (muito metabolizadas pela nossa flora intestinal), flavanonas anti-inflamatórias (naringenina, eriodictiol) (4-5), flavanonóis (diidroquercetina), flavonóis (catequina) e polifenóis (ácidos cafeico, ferrúlico, cinâmico, vanílico, hidroxibenzóico e cumarina). E é o conjunto destes compostos naturais que explica os efeitos anti-inflamatórios do extrato de salgueiro-branco, mas também os seus efeitos antioxidantes, anti-sépticos e estimulantes do sistema imunitário (6). Vários estudos mostraram, com efeito, que os índices plasmáticos da salicina eram demasiado baixos para explicar por si só os efeitos analgésicos do extrato (7-8).

Ao isolar um só destes compostos naturais, e ao propô-lo numa forma sintética já metabolizada, o grupo Bayer obteve um medicamento analgésico eficaz, mas que apresenta graves efeitos secundários para o organismo. O seu mecanismo de ação único impõe quantidades maciças de ácido salicílico que podem ser nocivas a longo prazo para o organismo (em particular nos planos gastrointestinal e hemorrágico). Pelo contrário, a eficácia da casca de salgueiro-branco assenta em mecanismos de ação acção anti-inflamatória variados e não expõe diretamente o tubo digestivo ao ácido acetilsalicílico. Assim, um extrato de casca de salgueiro contém uma dose potencial de ácido salicílico 10 vezes inferior à dos comprimidos de aspirina clássicos, originando efeitos comparáveis no plano fisiológico.

Quais são os benefícios principais do extrato de casca de salgueiro?

Willow Bark Extract apresenta em simultâneo efeitos anti-inflamatórios, analgésicos e cardioprotetores. Destina-se principalmente:

  • Às pessoas que sofrem de dores agudas ou crónicas (dores de cabeça, dores lombares, dores de artrose, cãibras menstruais, estados gripais…).
    Os estudos científicos demonstram formalmente a eficácia do salgueiro-branco para aliviar dores crónicas e agudas. Uma síntese publicada em 2007 concluiu sobre a eficácia do salgueiro-branco para aliviar as dores lombares (13) para tomas de suplementos com uma duração de cerca de 4 semanas. Trabalhos realizados demonstram igualmente a eficácia do extrato de salgueiro-branco para aliviar as dores associadas à artrose, em particular a artrose do joelho e da anca (14-15). Os autores esclarecem que os efeitos demoram mais a fazer-se sentir do que no caso da toma de medicamentos anti-inflamatórios, mas que são estão associados a nitidamente menos efeitos indesejado. Em 2009, uma equipa de investigadores demonstrou a eficácia do extrato de salgueiro-branco nas dores musculares, apoiando-se em três ensaios clínicos importantes (16).
  • Às pessoas com mais de 50 anos para diminuir o risco cardiovascular, lutar contra o stress oxidativo e melhorar a saúde em geral.
    A aspirina em doses fracas (fala-se de “baby aspirine”) é preconizada há muitos anos na prevenção das doenças cardiovasculares e dos acidentes vasculares cerebrais (AVC) nas pessoas com mais de 50 anos, em particular as que acumulam fatores de risco. A ação do ácido salicílico impede a formação de coágulos e, por conseguinte, reduz o risco de acidente cardiovascular. A USPSTF, um grupo independente de investigadores americanos, reafirmou isso mesmo em 2016: os benefícios medidos mostram que para 10 000 homens que apresentam um risco cardiovascular 10% em 10 anos, a aspirina evita 225 enfartes, 84 acidentes vasculares cerebrais e 139 cancros colorrectais. Ou seja, mais de 300 anos de vida ganhos. Contudo, desde há alguns anos, alguns investigadores estimam que os efeitos benéficos da aspirina não ultrapassariam sistematicamente os seus efeitos nefastos (nomeadamente o risco acrescido de hemorragias). Mais suave e mais completo, o extrato de casca de salgueiro surge portanto como a alternativa perfeita à aspirina para as pessoas que desejem prevenir o risco cardiovascular sem correr outros riscos.

Quais as diferenças que existem entre o extrato de casca de salgueiro e a aspirina medicamentosa (ácido acetilsalicílico)?

Contam-se três diferenças importantes entre o extrato de casca de salgueiro e a aspirina medicamentosa.

  1. Para aliviar as dores, a casca de salgueiro atua mais lentamente do que o ácido acetilsalicílico, mas o seu efeito é mais duradouro.
  2. O extrato de casca de salgueiro não provoca os efeitos secundários indesejados (irritação da mucosa do estômago e inibição da coagulação) do ácido acetilsalicílico. A planta é metabolizada de forma muito diferente do seu equivalente sintético (9). Esta particularidade inscreve-se na terapia multi-alvos, um novo conceito terapêutico que se foca em exercer ações fisiológicas por meio de uma combinação de alvos em vez de uma só molécula em grandes doses. Os investigadores notaram que este tipo de terapia permitia reduzir, ou mesmo eliminar, os efeitos secundários, graças a uma dosagem individual mais fraca dos compostos ativos (10-12).
  3. O extrato de casca de salgueiro apresenta também capacidades antioxidantes, anti-infecciosas, imuno-estimulantes e tonificantes.

Quais são os mecanismos de ação do extrato de casca de salgueiro?

O mecanismo de ação da salicilina foi durante anos um mistério. Só em 1971 é que John Vane e a sua equipa da Wellcome Foundation demonstraram que impede a ação de certas enzimas envolvidas no metabolismo do ácido araquidónico: as COX-1 e COX-2. Estas enzimas propiciam a primeira etapa da formação de uma família de eicosanóides, moléculas de sinalização envolvidas no processo de inflamação.

Ao bloquear a ação das COX, a salicina diminui a produção de inúmeros mediadores da inflamação, responsáveis pelas dores, pelo inchaço e pelos sintomas associados ao processo inflamatório. A inibição da enzima COX-1 leva igualmente a uma diminuição dos níveis de tromboxano, um mensageiro com efeito vasoconstritor que conduz a um aumento da tensão arterial. É este mecanismo de ação que explica a utilização da aspirina em fracas doses para reduzir o risco de ataque cardíaco (17). Um certo número de trabalhos mostrou que o ácido salicílico interagia também com o ARN e a coenzima A, abrindo a porta a uma aplicação possível no domínio da oncologia (18).

Todos os outros compostos presentes no extrato de salgueiro dispõem de mecanismos celulares complexos e complementares, nomeadamente a inibição indireta das citocinas pró-inflamatórias TNF-alfa e das interleucinas-6, a inibição da translocação da proteína NF-kB (19) e a inativação da transcrição de alguns genes associados à inflamação.

Porque é que o salgueiro-branco contém compostos tão úteis para o ser humano?

A salicina e os flavonóides contidos no salgueiro-branco são antes de mais benéficos para ele próprio. Ajudam-no a resistir melhor aos agentes patogénicos e aos insetos que se alimentam da sua seiva (o floema). Mais surpreendente: a salicina serve igualmente para a comunicação entre os vários salgueiros. Quando a árvore é atacada por um vírus, a salicina transforma-se em salicilato de metilo – um composto orgânico capaz de se dispersar no ar e de avisar as outras plantas sobre o perigo que correm. Trata-se de uma verdadeira substância-sinal, capaz de ativar genes de defesa nos tecidos das plantas vizinhas (20).

Por outro lado, porque contém compostos anti-inflamatórios suscetíveis de aliviar as dores dos herbívoros que consomem as suas folhas, os seus rebentos e a sua casca, a planta atrai os animais e aumenta por essa via os meios de dispersão das suas sementes. Tratar-se-ia portanto de uma estratégia evolutiva para potenciar a sua expansão e tempo de vida.

Existem contra-indicações à toma de casca de salgueiro-branco?

Contrariamente à aspirina, as experiências clínicas mostram que os efeitos indesejados da casca de salgueiro são insignificantes (21). Os efeitos anti aglutinação das plaquetas da casca de salgueiro parecem, nomeadamente, muito inferiores. Sugere-se contudo a quem sofre de gastrite, problemas de coagulação, hemofilia, problemas renais ou úlceras gástricas que evite tomar o extrato de salgueiro antes de se aconselhar com um médico.

Por outro lado, as pessoas alérgicas ou hipersensíveis à aspirina poderiam ser também alérgicas à casca de salgueiro.

Após a ingestão oral, estima-se que cerca de 80% da salicina é absorvida. É depois metabolizada em saligenina pela flora intestinal e, de seguida, transformada pelo fígado em ácido salicílico (22). É portanto a salicina que está em contacto com o tubo digestivo e não diretamente o ácido salicílico, como no caso da aspirina.

Como tomar Willow Bark Extract?

Recomenda-se tomar 1 a 2 cápsulas às refeições.
Para as dores crónicas e a saúde cardiovascular, recomenda-se uma toma mínima de 4 a 6 semanas para apreciar os efeitos mais completos. É possível associar Willow Bark Extract ao complemento Triple Protect para obter efeitos reforçados na saúde cardiovascular, a Palmitoylethanolamide (PEA) para efeitos anti-inflamatórios multiplicados e a Ubiquinol para uma ação antioxidante sinérgica.

Nota: um grupo de investigadores demonstrou existir uma potente sinergia entre os compostos fitoquímicos do café, capazes de prevenir a oxidação dos lípidos, e o extrato de salgueiro-branco, o que sugere um efeito protetor para as membranas celulares fosfolipídicas (23). A fosfatidilcolina (PC) e os ómega 3, por seu lado, contribuiriam para manter a estabilidade e a fluidez das membranas celulares, potencialmente danificadas por uma toma prolongada de aspirina (24). Assinalamos também que a Ulmária (Spiraea Ulmaria) permite uma conversão de tipo idêntico.

Graças a Willow Bark Extract, é possível beneficiar de forma natural de uma forma de aspirina totalmente vegetal, cujas propriedades são muito semelhantes ao produto obtido por síntese química.

Referências

  1. Lévesque H, Lafont O. 2000. Aspirin throughout the ages: a historical review. Rev. Med. Interne21(Suppl. 1), 8s–17s. (10.1016/S0248-8663(00)88720-2) [PubMed]
  2. Khayyal MT, El-Ghazaly MA, Abdallah DM, Okpanyi SN, Kelber O, Weiser D. Mechanisms involved in the anti-inflammatory effect of a standardized willow bark extract. Arzneimittel-Forschung. 2005;55(11):677–687.
  3. Pobłocka-Olech L, Krauze-Baranowska M, Głód D, Kawiak A, Łojkowska E. Chromatographic analysis of simple phenols in some species from the genus salix. Phytochemical Analysis. 2010;21(5):463–469.
  4. Jin, L., Zeng, W., Zhang, F., Zhang, C., Liang, W. 2017. Naringenin ameliorates acute inflammation by regulating intracellular cytokine degradation. J. Immunol. 199, 3466-3477.
  5. Lee, E., Jeong, K., W., Shin, A., Jin, B., Jnawali, H., N., Jun, B., H., Lee, J., Y., Heo, Y., S., Kim, Y. 2013. Binding model for eriodictyol to Jun-N terminal kinase and its antiinflammatory signaling pathway. BMB Rep. 46, 594-599
  6. Highfield ES, Kemper KJ. 1999. White willow bark (Salix alba). The Longwood Herbal Task Force, 1–12. http://www.mcp.edu/ herbal/default.htm
  7. Nahrstedt, A., Schmidt, M., Jäggi, R., Metz, J., Khayyal, M. T., 2007. Willow bark extract: the contribution of polyphenols to the overall effect. Wien. Med. Wochenschr. 157, 348–351.
  8. Schmid, B., Kötter, I., Heide, L. 2001. Pharmacokinetics of salicin after oral administration of a standardised willow bark extract. Eur. J. Clin. Pharmacol. 57, 387–391.
  9. Blumenthal M, Goldberg A, Brinckmann J (Ed). Expanded Commission E Monographs, American Botanical Council, publié en collaboration avec Integrative Medicine Communications, États-Unis, 2000, p. 410.
  10. Wagner H. Multitarget therapy—the future of treatment for more than just functional dyspepsia. Phytomedicine. 2006;13(1):122–129.
  11. Berenbaum MC. What is synergy? Pharmacological Reviews. 1989;41(2):93–141.
  12. Williamson EM. Synergy and other interactions in phytomedicines. Phytomedicine. 2001;8(5):401–409.
  13. Herbal medicine for low back pain: a Cochrane review. Gagnier JJ, van Tulder MW, et al. Spine. 2007 Jan 1;32(1):82-92. Review. Erratum in: Spine. 2007 Aug 1;32(17):1931.
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  15. Beer AM, Wegener T. Willow bark extract (Salicis cortex) for gonarthrosis and coxarthrosis - Results of a cohort study with a control group. Phytomedicine. 2008 Sep 22.
  16. Vlachojannis JE, Cameron M, Chrubasik S. 2009. A systematic review on the effectiveness of willow bark for musculoskeletal pain. Phytother Res 23: 897–900.
  17. Tohgi H, Konno S, Tamura K, Kimura B, Kawano K. 1992. Effects of low-to-high doses of aspirin on platelet aggregability and metabolites of thromboxane A2 and prostacyclin. Stroke 23, 1400–1403. (10.1161/01.STR.23.10.1400) [PubMed]
  18. Alfonso L, Ai G, Spitale RC, Bhat GJ. 2014. Molecular targets of aspirin and cancer prevention. Br. J. Cancer 111, 61–67. (10.1038/bjc.2014.271)
  19. Ishikado A, Sono Y, Matsumoto M, et al. 2012. Willow bark extract increases antioxidant exzymes and reduces oxidative stress through activation of Nrf2 in vascular endothelial cells and Caenorhabditis elegans. Free Rad Biol Med. DOI:10:1016/ j.freeradbiolmed.2012.12-006.
  20. Zhu F, Xi DH, Yuan S, Xu F, Zhang DW, Lin HH. 2014. Salicylic acid and jasmonic acid are essential for systemic resistance against tobacco mosaic virus in Nicotiana benthamiana. Mol. Plant Microbe Interact 27, 567–577. (10.1094/MPMI-11-13-0349-R)
  21. Krivoy N, Pavlotzky E, et al. Effect of salicis cortex extract on human platelet aggregation.Planta Med 2001 Apr;67(3):209-12.
  22. Steinegger E, Hovel H. 1972. Analytical and biological studies on Salicaceae substances, especially salacin. II. Biological study. Pharmaceut Acta Helv 47: 222–234.
  23. Agata Durak* and Urszula Gawlik-Dziki, The Study of Interactions between Active Compounds of Coffee and Willow (Salix sp.) Bark Water Extract, Biomed Res Int. 2014; 2014: 386953.
  24. Monika Untergehrer , Josef Kiermaier , Susanne Reintjes , Jorg Heilmann , Guido J ¨ urgenliemk, Identification of phase-II metabolites from human serum samples after oral intake of a willow bark extract ¨ PII: S0944-7113(18)30560-9 DOI: https://doi.org/10.1016/j.phymed.2018.11.003 Reference: PHYMED 52742 To appear in: Phytomedicine
Composição
Dose diária: 2 cápsulas
Número de doses por caixa: 30

Quantidade por dose

Salicilina (de 532 mg de extrato de casca de salgueiro normalizado a 15% de salicilina) 80 mg
Outros ingredientes: goma de acácia, farelo de arroz branco.
Conselhos de utilização
Adultos. Tomar 2 cápsulas por dia. Cada cápsula contém 40 mg de salicilina.
Precauções: Não tomar este produto caso suspeite ter alergia à aspirina.

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