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Willow Bark Extract
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Descrição

A aspirina “vegetal” à base de casca de salgueiro-branco para aliviar as dores e reduzir o risco de acidentes cardiovasculares.

  • Contribui para aliviar de forma duradoura dores crónicas e dores de cabeça sem provocar efeitos secundários.
  • Padronizado a 15% de salicilina, mas contendo inúmeros outros anti-inflamatórios naturais sinérgicos: flavonoides, polifenóis, flavanonas, proantocianidinas.
  • Fabricado exclusivamente a partir da casca de salgueiro-branco.
  • Reduz o risco de acidentes cardiovasculares (anticoagulante natural).
  • Contribui para a saúde geral, para o reforço e para a estimulação do organismo.
  • Indispensável na suplementação de pessoas com mais de 45 anos.
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Willow Bark Extract

Willow Bark Extract

Willow Bark Extract é um suplemento alimentar analgésico e cardioprotetor à base de casca de salgueiro-branco. Trata-se de uma alternativa vegetal mais suave, mais duradoura e mais segura do que a tradicional aspirina. Nos últimos meses tem sido objeto de um interesse extraordinário, graças à sua potência sinérgica clinicamente comprovada, à sua riqueza natural em salicina e aos seus efeitos duradouros nas dores crónicas e na circulação sanguínea.

Como explicar o aumento fenomenal no interesse pelo extrato de salgueiro-branco?

A utilização medicinal da casca de salgueiro-branco atravessa séculos e civilizações. Desde a China Imperial à América das Primeiras Nações, passando pela Grécia Antiga e pela Europa da Idade Média, os povos descobriram e utilizaram intensamente a casca de salgueiro para diminuir as dores e baixar a febre.

Em 1828, Pierre-Joseph Leroux, um farmacêutico francês, pensa ter identificado a substância ativa na origem destes efeitos: a salicina. Descobre-se rapidamente que esta substância é transformada pelo organismo em ácido salicílico, um composto com propriedades analgésicas e antipiréticas inegáveis. Segue-se então uma corrida desenfreada dos laboratórios para conseguir sintetizar esta molécula. Foi um químico alemão que trabalhava para o grupo Bayer que conseguiu fazê-lo em 1897, ao fabricar, pela primeira vez, um derivado do ácido salicílico (acetilsalicílico) sem recorrer à casca de salgueiro. Batizado de “aspirina”, o medicamento teve um sucesso fulgurante, relegando a casca de salgueiro para o esquecimento… durante cerca de 120 anos.

Mas, há já algum tempo, o extrato de salgueiro-branco voltou a ser alvo de um interesse renovado tão surpreendente como espetacular. E porquê? Na verdade, Pierre-Joseph Leroux cometeu um erro. A salicina é um composto ativo da casca de salgueiro, mas está longe de ser o único! Podemos enumerar dezenas de outras moléculas naturais que atuam em sinergia e completam o efeito da salicina: proantocianidinas (muito metabolizadas pela nossa flora intestinal), flavanonas anti-inflamatórias (naringenina, eriodictiol), flavanonóis (diidroquercetina), flavonóis (catequina) e polifenóis (ácidos cafeico, ferrúlico, cinâmico, vanílico, hidroxibenzóico e cumarina). E é precisamente o conjunto destes compostos naturais que explica não só os efeitos anti-inflamatórios do extrato de salgueiro-branco, mas também os seus efeitos antioxidantes, antissépticos e estimulantes do sistema imunitário. Vários estudos demonstraram, com efeito, que os índices plasmáticos da salicina eram demasiado baixos para explicar por si só os efeitos analgésicos do extrato.

Ao isolar um só destes compostos naturais, e ao propô-lo numa forma sintética já metabolizada, o grupo Bayer obteve um medicamento analgésico eficaz, mas que apresenta graves efeitos secundários para o organismo. O seu mecanismo de ação único impõe quantidades maciças de ácido salicílico, que podem ser nocivas a longo prazo para o organismo (em particular nos planos gastrointestinal e hemorrágico). Pelo contrário, a eficácia da casca de salgueiro-branco assenta em mecanismos de ação anti-inflamatória variados e não expõe diretamente o tubo digestivo ao ácido acetilsalicílico. Assim, um extrato de casca de salgueiro contém uma dose potencial de ácido salicílico 10 vezes inferior à dos comprimidos de aspirina clássicos, mas com efeitos comparáveis no plano fisiológico.

Quais os principais benefícios do extrato de casca de salgueiro?

Willow Bark Extract apresenta em simultâneo efeitos anti-inflamatórios, analgésicos e cardioprotetores. Destina-se principalmente:

  • Às pessoas que sofrem de dores agudas ou crónicas (dores de cabeça, dores lombares, dores de artrose, dores menstruais, estados gripais…). Os estudos científicos demonstram formalmente a eficácia do salgueiro-branco para aliviar dores crónicas e agudas. Uma síntese publicada em 2007 concluiu que o salgueiro-branco é eficaz no alívio de dores lombares quando tomado em suplementos durante cerca de 4 semanas. Trabalhos realizados demonstram igualmente a eficácia do extrato de salgueiro-branco para aliviar as dores associadas à artrose, em particular a artrose do joelho e da anca. Os autores esclarecem que os efeitos demoram mais a fazer-se sentir do que no caso da toma de medicamentos anti-inflamatórios, mas que estão associados a muitos menos efeitos indesejados. Em 2009, uma equipa de investigadores demonstrou a eficácia do extrato de salgueiro-branco nas dores musculares, apoiando-se em três ensaios clínicos importantes.
  • Às pessoas com mais de 50 anos para diminuir o risco cardiovascular, lutar contra o stress oxidativo e melhorar a saúde em geral. A aspirina em doses fracas (fala-se de “aspirina infantil”) é preconizada há muitos anos na prevenção de doenças cardiovasculares e acidentes vasculares cerebrais (AVC) em pessoas com mais de 50 anos, em particular nas que acumulam fatores de risco. A ação do ácido salicílico impede a formação de coágulos e, por conseguinte, reduz o risco de acidentes cardiovasculares. A USPSTF, um grupo independente de investigadores americanos, reafirmou isso mesmo em 2016: os benefícios medidos mostram que para 10 000 homens que apresentam um risco cardiovascular de 10% em 10 anos, a aspirina evita 225 enfartes, 84 acidentes vasculares cerebrais e 139 cancros colorretais. Ou seja, mais de 300 anos de vida ganhos. Contudo, desde há alguns anos, alguns investigadores estimam que os efeitos benéficos da aspirina não ultrapassariam sistematicamente os seus efeitos nefastos (nomeadamente o risco acrescido de hemorragias). Mais suave e mais completo, o extrato de casca de salgueiro surge, portanto, como a alternativa perfeita à aspirina para as pessoas que desejem prevenir o risco cardiovascular sem se sujeitar a outros riscos.

Quais as diferenças entre o extrato de casca de salgueiro e a aspirina medicamentosa (ácido acetilsalicílico)?

Existem três diferenças importantes entre o extrato de casca de salgueiro e a aspirina medicamentosa.

  1. Para aliviar dores, a casca de salgueiro atua mais lentamente do que o ácido acetilsalicílico, mas o seu efeito é mais duradouro.
  2. O extrato de casca de salgueiro não provoca os efeitos secundários indesejados (irritação da mucosa do estômago e inibição da coagulação) do ácido acetilsalicílico. A planta é metabolizada de forma muito diferente do seu equivalente sintético. Esta particularidade inscreve-se na terapia multialvos, um novo conceito terapêutico que se foca em exercer ações fisiológicas por meio de uma combinação de alvos, em vez de uma só molécula em grandes doses. Os investigadores notaram que este tipo de terapia permitia reduzir, ou mesmo eliminar, os efeitos secundários, graças a uma dosagem individual mais fraca dos compostos ativos.
  3. O extrato de casca de salgueiro apresenta também capacidades antioxidantes, anti-infeciosas, imunoestimulantes e tonificantes.

Quais os mecanismos de ação do extrato de casca de salgueiro?

O mecanismo de ação da salicilina foi durante anos um mistério. Só em 1971 é que John Vane e a sua equipa da Wellcome Foundation demonstraram que impede a ação de certas enzimas envolvidas no metabolismo do ácido araquidónico: as COX-1 e COX-2. Estas enzimas propiciam a primeira etapa da formação de uma família de eicosanoides, moléculas de sinalização envolvidas no processo de inflamação.

Ao bloquear a ação das COX, a salicina diminui a produção de inúmeros mediadores da inflamação, responsáveis pelas dores, pelo inchaço e pelos sintomas associados ao processo inflamatório. A inibição da enzima COX-1 leva igualmente a uma diminuição dos níveis de tromboxano, um mensageiro com efeito vasoconstritor, que conduz a um aumento da tensão arterial. É este mecanismo de ação que explica a utilização da aspirina em doses baixas para reduzir o risco de ataque cardíaco. Um certo número de trabalhos mostrou que o ácido salicílico interagia também com o ARN (ácido ribonucleico) e a coenzima A, abrindo a porta a uma possível aplicação no domínio da oncologia.

Todos os outros compostos presentes no extrato de salgueiro dispõem de mecanismos celulares complexos e complementares, nomeadamente a inibição indireta das citocinas pró-inflamatórias TNF-alfa e das interleucinas-6, a inibição da translocação da proteína NF-kB e a inativação da transcrição de alguns genes associados à inflamação.

Porque é que o salgueiro-branco contém compostos tão úteis para o ser humano?

A salicina e os flavonoides contidos no salgueiro-branco são, antes de mais, benéficos para ele próprio. Ajudam-no a resistir melhor aos agentes patogénicos e aos insetos que se alimentam da sua seiva (o floema). E o que é ainda mais surpreendente: a salicina serve igualmente para a comunicação entre os vários salgueiros. Quando a árvore é atacada por um vírus, a salicina transforma-se em salicilato de metilo – um composto orgânico capaz de se dispersar no ar e de avisar as outras plantas sobre o perigo que correm. Trata-se de uma verdadeira substância-sinal, capaz de ativar genes de defesa nos tecidos das plantas vizinhas.

Por outro lado, porque contém compostos anti-inflamatórios suscetíveis de aliviar as dores dos herbívoros que consomem as suas folhas, os seus rebentos e a sua casca, a planta atrai os animais e aumenta por essa via os meios de dispersão das suas sementes. Tratar-se-ia, portanto, de uma estratégia evolutiva para potenciar a sua expansão e tempo de vida.

Existem contraindicações à toma de casca de salgueiro-branco?

Contrariamente à aspirina, as experiências clínicas demonstram que os efeitos indesejados da casca de salgueiro são insignificantes. Os efeitos antiplaquetários da casca de salgueiro parecem, nomeadamente, muito inferiores. Sugere-se, contudo, a quem sofre de gastrite, problemas de coagulação, hemofilia, problemas renais ou úlceras gástricas que evite tomar o extrato de salgueiro antes de se aconselhar com um médico.

Por outro lado, as pessoas alérgicas ou hipersensíveis à aspirina podem ser também alérgicas à casca de salgueiro.

Após a ingestão oral, estima-se que cerca de 80% da salicina seja absorvida, sendo depois metabolizada em saligenina pela flora intestinal e, de seguida, transformada pelo fígado em ácido salicílico. É, portanto, a salicina que está em contacto com o tubo digestivo e não diretamente o ácido salicílico, como no caso da aspirina.

Como tomar Willow Bark Extract?

Recomenda-se tomar 1 a 2 cápsulas às refeições.

Para as dores crónicas e a saúde cardiovascular, recomenda-se uma toma mínima de 4 a 6 semanas para beneficiar de efeitos mais completos. É possível associar Willow Bark Extract ao suplemento Triple Protect para obter efeitos reforçados na saúde cardiovascular, a Palmitoylethanolamide (PEA) para efeitos anti-inflamatórios intensificados e a Ubiquinol para uma ação antioxidante sinérgica.

Nota: um grupo de investigadores demonstrou existir uma forte sinergia entre os compostos fitoquímicos do café, capazes de prevenir a oxidação dos lípidos, e o extrato de salgueiro-branco, o que sugere um efeito protetor para as membranas celulares fosfolipídicas. A fosfatidilcolina (PC) e o ómega 3, por seu lado, contribuiriam para manter a estabilidade e a fluidez das membranas celulares, potencialmente danificadas por uma toma prolongada de aspirina. Assinalamos também que a Ulmária (Spiraea Ulmaria) permite uma conversão de tipo idêntico.

Graças a Willow Bark Extract, é possível beneficiar de forma natural de uma forma de aspirina totalmente vegetal, cujas propriedades são muito semelhantes ao produto obtido por síntese química.

Composição
Dose diária: 2 cápsulas
Número de doses por caixa: 30

Quantidade por dose

Salicilina (de 532 mg de extrato de casca de salgueiro padronizado a 15% de salicilina) 80 mg
Outros ingredientes: goma de acácia, farelo de arroz branco.
Conselhos de utilização

Adultos. Tomar 2 cápsulas por dia. Cada cápsula contém 40 mg de salicilina.

Precauções: Não tomar este produto caso suspeite ter alergia à aspirina.

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