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Há várias dezenas de anos que os investigadores trabalham numa pista que poderia explicar a progressão de determinadas doenças “modernas” ligadas à alimentação: o equilíbrio ácido-base. Para funcionar corretamente , o organismo deve situar-se numa zona de pH equilibrado, nem demasiado elevado nem demasiado baixo – ou seja, nem demasiado ácido nem demasiado alcalino – para conservar um pH arterial ligeiramente alcalino, compreendido entre 7,35 e 7,45.
Este equilíbrio ácido-base depende em grande parte da alimentação e dos elementos “acidificantes” ou “alcalinizantes” nela contidos:
Os nossos antepassados pré-históricos, até ao final do Paleolítico, faziam uma alimentação muito alcalina, com imensos sais de potássio (duas a três vezes mais que atualmente ) que neutralizavam facilmente os ácidos derivados do metabolismo alimentar. Hoje em dia o organismo está literalmente imerso numa acidose crónica provocada pelo excesso de carnes, queijos e cereais ornamentados com uma boa dose de sal.
Suspeita-se que esta acidose propicie:
Mesmo que o organismo produza fracas quantidades de bicarbonatos, esta produção é, contudo, demasiado fraca e não consegue reprimir nem neutralizar esta acidose; um aporte em forma de bicarbonato de potássio revela-se indispensável.
O catião potássio (K+) está presente em todas as células. A sua abundância intracelular é necessária para regular o volume celular e o transporte de diversas moléculas orgânicas. Intervém na regulação cardíaca, na excitabilidade neuromuscular, no equilíbrio hídrico e ácido-base.
O bicarbonato de potássio ou hidrogenocarbonato de potássio (KHCO3) desempenha assim um papel essencial na regulação do equilíbrio ácido-base. A sua toma permite aumentar o pH sanguíneo num lapso de tempo bastante curto (duas a três semanas apenas) e permite assim evitar a perda de massa seca ao nível dos ossos e dos músculos.
A toma de um suplemento revela-se portanto necessária quando a alimentação é demasiado rica em proteínas de origem animal (carnes, peixes, ovos, produtos lácteos) e muito simplesmente com o envelhecimento, quando o funcionamento dos rins se altera progressivamente – impedindo em simultâneo a formação de cálculos renais e a cristalização do ácido úrico nas urinas.
Os desportistas poderão igualmente tirar partido destes suplementos dado que consomem maiores quantidades de proteínas e produzem mais ácido láctico.
Um estudo realizado com dezoito mulheres menopáusicas durante três semanas mostra os efeitos benéficos da toma de um suplemento em bicarbonato de potássio no metabolismo ósseo, reduzindo a reabsorção e aumentando a formação óssea, diminuindo a excreção urinária de cálcio.
Um outro papel crucial do potássio reside no impacto que tem no sistema cardiovascular, cujos benefícios ao nível do funcionamento da bomba cardíaca e da redução da tensão arterial são reconhecidos pela FDA (Food and Drug Administration).
O estudo Intersalt, por seu lado, realizado em 52 populações repartidas por 32 países e que reuniu mais de 10 000 pessoas, mostra bem o efeito protetor de um aporte elevado em potássio para combater a hipertensão. Aparentemente, um aumento do aporte diário de potássio de 1,17 a 1,35 g estaria associado a uma redução da tensão arterial sistólica de 2-3 mm de mercúrio.
A célebre dieta DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension), que se caracteriza por um consumo acrescido de frutas e legumes – elevando o aporte diário em potássio, principalmente na forma de bicarbonato, entre 1,44 a 2,77 g – permite também baixar a tensão arterial sistólica e diastólica em 5,5 e 3 mm de mercúrio ao fim de oito semanas.
Um estudo americano, realizado com 45 000 profissionais de saúde seguidos durante oito anos, demonstrou que o risco de acidente vascular cerebral está correlacionado com o aporte diário em potássio e que este risco diminui 38% quando o aporte em potássio aumenta entre 2,39 e 4,29g.
A dose média diária recomendada é de cerca de 2 g por dia, repartida pelas duas refeições principais, para limitar:
A nossa equipa de especialistas em nutrição e cientistas tem as respostas.
As cápsulas deste produto são constituídas por HPMC (hidroxipropilmetilcelulose), uma substância vegetal derivada da celulose. A HPMC é comummente utilizada em medicamentos e em suplementos alimentares. Não contém qualquer ingrediente de origem animal, é reconhecida como segura pelas autoridades de saúde e é considerada mais resistente do que as alternativas sintéticas.
A nota atribuída a este produto é de 4.5 em 5 estrelas.
Recolhemos 14 opiniões.
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9 janeiro 2026
Melhor suplemento de potássio que encontrei.
Traduzido por SuperSmart
12 dezembro 2025
Muito bom produto que permite manter nas minhas análises uma boa relação potássio/sódio.
Traduzido por SuperSmart
20 outubro 2025
eu procurava uma fórmula alcalinizante reduzida sem cálcio
Traduzido por SuperSmart
20 outubro 2025
Produto muito bom, eficaz e sem efeitos colaterais. Recomendo!
Traduzido por SuperSmart
16 fevereiro 2025
não tive tempo suficiente para avaliá-lo
Traduzido por SuperSmart
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